Carregadores de celular fabricados no País poderão ser padronizados

Não sei se a ideia é boa ou não. Fico com medo de criarmos um mostrengo como fizemos com nossas tomadas elétricas. De qualquer forma, a proposta está tramitando por aí.

Conectores para celular IITramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 32/15, do deputado Sergio Vidigal (PDT-ES), que torna obrigatória a padronização dos carregadores de celular fabricados no Brasil.

Para cumprir o objetivo, a proposta acrescenta um artigo à Lei Geral das Telecomunicações (9.472/97). Caberá à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definir o padrão único de carregadores a ser seguido.

Projeto de igual teor (PL 5758/13) já havia sido apresentado pela ex-deputada Sueli Vidigal. Com o fim da legislatura passada, o texto foi arquivado. Agora, com a reapresentação, por Sergio Vidigal, a matéria volta a ser analisada na Casa.

Multa

O texto proíbe a fabricação e a venda, no Brasil, de aparelhos telefônicos que não estejam no padrão estabelecido e submete os infratores a multa de até R$ 1 milhão.

Conectores para celularSergio concorda com a opinião da ex-deputada de que “argumentos de dificuldade comercial ou de padronização internacional não podem se impor sobre o bem-estar dos consumidores”.

Pela proposta, fabricantes e comerciantes terão 180 dias, a partir da publicação da nova lei, para se adaptar às regras.

Atualmente, a Lei Geral das Telecomunicações não prevê normas quanto à padronização dos carregadores de celular.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-32/2015 

Fonte: Câmara Notícias

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Mais de um terço dos brasileiros casados não sabe quanto o parceiro ganha

Um exemplo de civilidade e privacidade.

Economia doméstica
De  modo  semelhante, apenas 31% das famílias conversam  com frequência sobre os gastos da casa. 25% dos casais também não compartilham seus gastos pessoais 

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz revela que mais de um terço dos casais brasileiros (35%) não sabe ao certo o valor do salário do companheiro. O estudo também mostra que o hábito de discutir o orçamento familiar com o cônjuge e com outros membros da família é pouco frequente: apenas 31% das famílias brasileiras  conversam abertamente sobre os gastos e as receitas da casa.

Ainda de acordo com a pesquisa, o conhecimento sobre os ganhos do parceiro é uma condição compartilhada pelas duas partes envolvidas na relação: em 86% dos casos em que o cônjuge sabe quanto ganha o entrevistado, este último também está ciente dos rendimentos do parceiro. Mas ao mesmo tempo, quando o cônjuge desconhece quanto ganha o entrevistado, apenas 23% destes garantem conhecer o salário do companheiro.

Em 33% dos casos um integrante paga todas as contas

O estudo também detectou comportamentos sobre a dinâmica financeira da família brasileira. De acordo com a pesquisa, o mais comum dentro das casas é que apenas um único morador seja responsável por pagar as contas – com mais de um terço (33%) das respostas. E outros 26% garantem que os gastos são divididos igualmente entre aqueles que possuem renda.

Quando chega o momento de decidir sobre os gastos da casa, 44% dos entrevistados garantem que tomam as decisões em conjunto com os outros familiares. Este comportamento é ainda mais comum entre os casados (58%). A pesquisa também indica que, nas famílias em que os membros tomam as decisões em conjunto, 58% deles garantem conversar sobre os gastos da casa. Já nas famílias em que apenas um integrante decide, a conversa está presente em apenas 21% dos casos.

25% dos entrevistados não compartilham gastos pessoais

Apesar de compartilharem informações sobre as contas da casa na maioria das vezes (93%), os consumidores confessam que a transparência não é tão expressiva assim quando se trata das despesas pessoais: um em cada quatro entrevistados (25%) não compartilha seus gastos pessoais com outros membros da família.

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados da pesquisa revelam que as mulheres se mostram ainda mais reservadas. “De acordo com a pesquisa, 39% delas não revelam suas contas pessoais aos parceiros”, diz a economista.

“A pesquisa mostrou também que em geral as mulheres costumam omitir gastos com roupas [60%], calçados [42%] e acessórios [40%]. Já os homens têm o hábito de não revelar os valores dos gastos com saídas para bares, cinemas, teatro e restaurantes [40%], além dos gastos carros, motos [41%] e cigarros e bebidas [19%]”, exemplifica Kawauti.

38% das famílias não fazem poupança

Os dados também confirmam que muitos brasileiros não têm o costume de guardar dinheiro para o futuro: quatro em cada dez entrevistados (38%) afirmam que sua família não possui poupança. De acordo com o estudo, quando sobra algum valor inicialmente reservado aos gastos familiares, a atitude mais comum é direcionar o dinheiro para as despesas do mês seguinte (29%).

Para Kawauti, a pesquisa comprova que uma boa conversa sobre o orçamento doméstico pode melhorar o uso da renda pelos familiares e, como consequência, resultar até em sobra de dinheiro no fim do mês.

Disciplina para cuidar das finanças

O educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, explica que a disciplina em família para cuidar do dinheiro da casa é parte fundamental para uma vida financeira saudável e organizada.

Para o educador financeiro, individualmente, o consumidor sabe pouco sobre como conduzir seu orçamento pessoal ou simplesmente não se importa. “E a situação só piora quando um assunto que deve ser compartilhado com os familiares fica escondido. Por isso, o ideal é conversar sobre dinheiro tanto nos momentos bons quanto nos ruins. Desta forma, na hora da dificuldade, o assunto poderá ser tratado de forma mais natural”, orienta o educador.

Metodologia

Foram ouvidos 662 consumidores acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais com margem de confiança de 95%.

Fonte: SPC

Um Oscar bem sem graça

Neil OscarA entrega dos Oscar 2015 foi no domingo. Portanto, hoje, quarta-feira, já se escreveu tudo (ou quase tudo) sobre os vencedores, perdedores e sobre as celebridades. Entretanto, me atrevo a escrever sobre o aspecto que mais me incomodou na festa: a falta de graça da cerimônia.

Tivemos pontos positivos, como a maior tolerância com o tempo dos discursos de certos vencedores, porém, a escolha de Neil Patrick Harris para substituir Ellen DeGeneres se mostrou um desastre. Se durante anos muita gente reclamava da falta de graça de Billy Cristal (com um “humor” extremamente americano e cheio de referências que só faziam sentido para quem mora naquele país), o roteiro de Neil Patrick Harris foi muito além disso: nem os americanos riram de várias das piadas do apresentador. Culpa dele? Dos roteiristas? Não sei, mas acho que a Academia não deve e não pode repetir esse erro. Já cogitaram Eddie Murphy para esse cargo e acho que ele realmente mereceria uma chance. Afinal, ego não deve atrapalhar a sua performance.

Como não vi a maioria dos filmes que concorreram esse ano, não vou arriscar fazer uma crítica sobre a justiça ou não dos premiados. Fica apenas esse comentário sobre uma festa que quando mal apresentada se torna muito mais longa e arrastada do que o normal.

Que 2016 seja melhor.

Novo site reúne reclamações de consumidores insatisfeitos

Os brasileiros têm, por princípio, uma descrença e desconfiança por tudo que é criado para protegê-lo. É assim com as ouvidorias e SACs – até porque o índice de efetividade e transparência desses mecanismos é mais dio que questionável. Agora, o Governo Federal lança um site para que o consumidor faça reclamações sobre produtos ou serviços de má qualidade.

O que podemos fazer é ficar de olho e torcer para que o consumidor.gov funcione.

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A partir de agora, os consumidores têm mais uma maneira de reclamar de um serviço ruim ou de um produto com problemas. O Governo Federal acaba de lançar o site consumidor.gov, onde o consumidor reclama e a empresa tem até dez dias para dar uma resposta.

Os depoimentos dos consumidores ficam registrados na rede para todo mundo ver. Em um deles, por exemplo, uma consumidora de Mato Grosso reclama que a máquina de lavar roupas parou de funcionar. Ela pede a solução do problema ou o dinheiro de volta. A empresa respondeu um dia depois e, segundo a consumidora, ela vai ganhar uma máquina nova.

O site é um meio de resolução de problemas  fácil e simples. O consumidor se cadastra, reclama e aguarda a resposta da empresa, sem precisar procurar o Procon. Para isso, a empresa também precisa estar cadastrada. Mais de 54 mil consumidores já estão inscritos.

O maior número de reclamações é dos serviços de telecomunicações, com 46% dos registros. Em segundo lugar estão os bancos, com 20%. Depois, defeitos com equipamentos de telefonia e informática (16%), os eletrodomésticos (9%) e as outras reclamações em geral (9%).

Além de reclamar, o consumidor ainda faz uma avaliação. No caso do setor de telecomunicações, o índice de solução dos problemas, por exemplo, foi de 81%. O tempo médio para uma solução foi de sete dias. A nota dada pelos consumidores ao site foi 3,5, em uma escala que vai de um a cinco.

O objetivo do serviço é diminuir o número de casos que vão parar na Justiça. Para se ter uma ideia, 70% dos processos que estão hoje nos juizados especiais são de problemas do consumidor. Cada um deles custa, em média, R$ 1.700 para o Governo.

De acordo com a Secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, o programa deu mais poder aos consumidores: “Os meios de comunicação, a internet e a disponibilidade encoraja muito mais o cidadão e o consumidor de se manifestar. Então eu tenho dito para o mercado, que se preparem, porque a era do grito do consumidor chegou, seja o grito do consumidor nos Procons, no juizado, nas plataformas, nas redes sociais. Ele não vai mais arcar com problema e nem com prejuízo”.

Fonte: Jornal Hoje

Brasileiras são maioria entre internautas no País

Mulheres na InternetAs mulheres lideram a presença online no Brasil. Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, mais da metade (53%) dos internautas pertence ao sexo feminino, enquanto 47% são homens.

O relatório aponta que 53% da população teve acesso à rede ao menos uma vez por mês nos últimos três meses. Quando leva-se em conta o acesso de acordo com as classes sociais, a classe C, que representa 50% da população nacional, predomina com 52% dos internautas.

A classe A, que representa somente 2% da população do País, tem 4% dos usuários. Já o estrato social B corresponde a 34% dos usuários e 22% da população, e as classes D e E juntas compõe 10% dos usuários e reúne 25% dos brasileiros.

Dentre as faixas etárias, o grupo mais conectado é aquele com idade entre 35 e 54 anos (34%). O público com 25 a 34 anos representa 32%, enquanto jovens na faixa dos 16 a 24 anos têm 28% de participação. Somente 7% da população acima dos 55 anos acessa a web com frequência. A maioria dos usuários (49%) mora na região Sudeste, 22% deles são nordestinos, 14% pertencem ao Sul do País, 8% são do Centro-Oeste e 7% da região Norte.

Fonte: ProXXIma

Número de brasileiros que compram pelo celular sobe 82%

Pode parecer muito, mas a tendência é termos grandes saltos enquanto o número de pessoas que tem alguma resistência com os meios eletrônicos de compra. Esse tipo de salto deve ser seguido pela quantidade de fraudes, que sempre acompanham o crescimento das transações.

Pelo meu ponto de vista essa (aumento das compras) é uma boa notícia.

Compra pelo smartphoneA quantidade de consumidores brasileiros que faz compras online semanalmente aumentou 25% no último ano, segundo a pesquisa Total Retail 2015, da PwC. Quando se analisa o resultado por canais, o aumento é de 82% entre os que usam celular/smartphone para comprar diariamente, semanalmente ou mensalmente, e 55% entre os que usam table.

Além de comprar, o consumidor está utilizando seus dispositivos móveis para pesquisar produtos (69%), comparar preços (63%), e pesquisar a localização das lojas físicas (34%). O estudo traz uma fotografia do comportamento do consumo brasileiro e de mais 18 países e indica tendências relevantes para o varejo.

Baseados nas respostas de mais de 19 mil consumidores no mundo e mais de mil no Brasil, a PwC identificou as tendências para o varejo. O maior impacto virá da transformação das lojas físicas, do aumento do uso de dispositivos móveis, da presença maciça do consumidor nas redes sociais e das mudanças demográficas.

A ascensão social com o aumento da renda garantiu o crescimento das vendas nos últimos anos. Porém, em tempos de crescimento mais tímido, a pesquisa mostra que é preciso se voltar para a ‘experiência de compra’. “O consumidor, mais exigente e com acesso a tecnologia, deseja atendimento personalizado, mais opções de produtos/serviços e interatividade, mais informações e ferramentas de comparação”, explica Ricardo Neves, sócio da PwC Brasil e líder de Varejo & Consumo.

Desde sua primeira edição, a pesquisa mostra a evolução do mercado de consumo no meio eletrônico a cada ano. O preço mais baixo ainda é o principal motivo para comprar online para a maioria (54%) dos entrevistados. No entanto, este aspecto vem perdendo importância e a tendência é que a diferença de preços desapareça. “Os consumidores vêm, cada vez mais, optando por fazer compras online pela conveniência de não precisar se deslocar, assim como pela facilidade de comprar em horários alternativos”, diz Neves.

A evolução da Loja física

Ver e tocar os produtos também são motivos pelos quais 60% dos consumidores optam por comprar em lojas físicas e a possibilidade de levar o produto imediatamente é a razão apontada por 55%. “A ideia de que a loja física ia acabar caiu por terra. A principal questão para os players do varejo não é optar entre o off-line ou online, é estar presentes em todos os canais e operá-los de forma integrada, explorando as vantagens de cada um e a complementariedade entre eles”, resume Neves.

Os resultados destacam ainda a preocupação dos consumidores com o serviço de entrega das empresas. Este aspecto faz com que quase 50% deles façam o caminho inverso: pesquisem online e comprem em lojas físicas. O motivo é simples: evitar problemas e desgastes para receber os produtos. Além disso, a facilidade de devolução e troca dos produtos adquiridos é apontada por 27% como uma das principais razões para realizar compras no estabelecimento. “Esse relacionamento com a empresa é cada vez mais importante para o consumidor, cujos hábitos de consumo estão se sofisticando tornando-o mais exigente”, explica.

A força das mídias sociais

As mídias sociais têm papel importante nesse aumento do relacionamento com as empresas e o estudo mostra que esse é um aspecto que merece a atenção dos varejistas. Em 2014, praticamente um terço dos consumidores utilizou as mídias sociais para postar sua experiência com determinado produto e/ou marca (34%). “Os profissionais precisam estar conectados às redes não apenas para tomar conhecimento do resultado da experiência de compra do consumidor com a sua marca, mas também para interagir com esses clientes, respondendo de forma precisa e eficiente”, analisa Ana Hubert, especialista em Varejo & Consumo da PwC Brasil.

De acordo com a pesquisa, essa interação entre o varejista e o consumidor é decisiva e pode influenciar bastante: 77% dos consumidores disse que a interação com o varejista por meio das redes sociais influencia sua decisão de compra. Os principais motivos que levam o consumidor a escolher onde comprar são: confiança no varejista (87%) e facilidade de navegação no website (85%).

Mudanças demográficas

A chamada “geração digital”, que compreende os nascidos durante a década de 90, tem suas decisões de compras mais influenciadas pelas redes sociais do que as outras gerações. A pesquisa aponta que 49% dos jovens entre 18 e 24 anos seguem as marcas favoritas na redes sociais. Descobrir marcas (38%), pesquisar feedbacks (30%) ou fazer comentários sobre as marcas (26%) também apresentam uma interação maior entre a geração digital. “Para as varejistas, o dever de casa é planejar o futuro de acordo com as mudanças demográficas”, explica Ricardo Neves.

Metodologia

Para a pesquisa Total Retail 2015 foram realizadas 19.068 entrevistas online no período de agosto a setembro de 2014. Os países que fazem parte da amostra são: Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China/Hong Kong, Dinamarca, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Oriente Médio, Rússia, África do Sul, Suíça, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Fonte: Agência IN

Marketing ou intuição?

Revendo a foto que tirei em frente a loja do Everton (rival do Liverpool), fiquei pensando se a sacada foi feita por alguém especializado (um marketeiro) ou foi inventado por alguém normal. Claro que estudar as tendências e o comportamento do seu público é importante, mas sempre lembro que hoje, em 2015, mentes brilhantes jamais iriam permitir que uma churrascaria se chamasse Porcão, por exemplo. De qualquer forma, chamar uma loja que fica localizada em um shopping chamado Liverpool One de Everton Two é sensacional!

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Um jantar digno do Ano Novo Chinês

Comida Chinesa IIEm outubro de 2013 estava em Londres e queria comer um Pato Laqueado (prato típico chinês). Como já conhecia o bairro chinês de lá, separei alguns endereços onde os críticos diziam estar as melhores versões do prato. Na noite de 10 de outubro, eu e Jo Nunes fomos até China Town, mas acabamos mudando totalmente o roteiro (felizmente). Entramos no restaurante mais cheio (sempre uma boa tática quando vamos em um lugar ainda desconhecido) e escolhemos um menu degustação que acabou se transformando em uma das melhores e mais baratas refeições da viagem. Foram servidos rolinhos primavera, mini mistos-quente ao forno com crosta doce, carne de porco, espetinhos de frango, sopa, pato laqueado e macarrão, entre outras coisas.

Comida Chinesa IDepois de Fish and Chips, comida italiana, inglesa (claro) e algumas outras aventuras gastronômicas, o jantar chinês acabou saindo como o mais memorável a viagem, numa comprovação de que sair do script também pode ser bom. O nome do restaurante é daqueles impronunciáveis (e não faz diferença), mas caso tenha interesse me mande uma mensagem que eu dou as direções necessárias para chegar lá.

Feliz Ano Novo!

Latinos têm em média 18 apps em dispositivos

Acho que 18 é um número modesto, mas a qualidade dos aplicativos pode muito bem compensar a pouca potência dos smartphones mais populares.

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Na América Latina, usuários de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, possuem em média 18 aplicativos. Na lista desses usuários frequentes, app de redes sociais e GPS são considerados fundamentais. Entre os preferidos dos usuários, estão o Twitter, Linkedin, Spotify e o Waze, que facilita a mobilidade e ajuda evitar caminhos mais congestionados.

Os dados fazem parte de um estudo recente realizado pela comSore em parceria com Internet Media Services (IMS). Segundo a análise, nove em cada 10 latino-americanos possuem ou usam com regularidade um dispositivo móvel que pode ser um smartphone ou tablet.

O estudo, realizado em países como Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, México e Peru, comprovou que 99% dos entrevistados possuem aplicativos instalados em seus dispositivos. Na pesquisa, os usuários de smartphones mantêm, em média, 18 aplicativos.

A análise do comportamento dos usuários frequentes de dispositivos móveis apontou ainda que os aplicativos de táxi estão entre os mais populares. Os usuários destacam a praticidade e a rapidez no atendimento como pontos positivos do serviço.

Considerado um dos aplicativos de maior interatividade entre seus usuários, o app WayTaxi apostou no desenvolvimento de sistemas de segurança para evitar assédios e a classificação dos serviços prestado pelo motorista. Para aumentar a segurança do usuário, o app desenvolveu um filtro de palavras indevidas. O sistema aprende com o próprio uso, por meio dos algoritmos, e é capaz de identificar novas palavras que podem tentar burlar bloqueio.

Na prática, o sistema identifica o mau uso e bloqueia essas chamadas, evitando constrangimentos aos taxistas. Tal medida proporciona respeito e profissionalismo na prestação do serviço e dá ao taxista a tranquilidade para realizar sua atividade. Ele se sente mais seguro”, diz Cláudio Ávila, CEO da WayTaxi.

Além do filtro de palavras, o aplicativo conta com uma classificação de taxistas, e o usuário pode escolher seu preferido. O WayTaxi também calcula o valor da corrida para o usuário.

Fonte: Convergência Digital

Cinema no Brasil bate recorde de bilheteria

Sala de cinemaJaneiro de 2015 representa um recorde para o mercado de exibição nacional. No mês passado, foram comercializados 17,9 milhões de ingressos no Brasil, segundo dados Observatório do Cinema e do Audiovisual (OCA) da Ancine. O número é o melhor resultado desde a década de 1980.

A elevada quantidade de ingressos vendida corresponde a um crescimento de mais de 15% em relação ao mesmo período de 2014. O faturamento também cresceu, intensificado pelo aumento no preço médio dos bilhetes. A arrecadação subiu 22%, em comparação a janeiro do ano passado, e chegou a R$ 232,2 milhões.

Fonte: Meio & Mensagem

SporTV e NBA fecham acordo de exibição

Essa é uma ótima notícia para os fãs de basquete e péssima para quem gosta da ESPN Brasil. Situação preocupante.

chicago_bulls_all_time_dream_team_by_jayray_by_artworkbyjayray-d7i448iO SporTV e a NBA bateram o martelo da negociação pela aquisição dos direitos de transmissão do principal torneio de basquete do mundo. A Globosat e a National Basketball Association assinaram um acordo de longo prazo para exibir três jogos por semana da temporada, além de partidas das séries de playoffs e as finais.

A estreia do SporTV na NBA acontecerá no dia 24, no jogo entre Toronto Raptors e Dallas Mavericks. A partida será transmitida às 22h30, no horário de Brasília. Além da exibição na televisão, todas as partidas da NBA exibidas pelo SporTV também serão mostradas na plataforma digital. O canal também pretende, no futuro, incluir os jogos em seu serviço on demand.

Com o acordo, o SporTV entra na lista dos canais pagos que transmitem a NBA, da qual a ESPN faz parte desde 1995. O canal esportivo, inclusive, renovou o acordo com a NBA por mais nove anos. O Space, da Turner, também possui os direitos de transmissão das partidas da liga norte-americana da basquete, exibindo os jogos realizados às quintas-feiras.

Fonte: Meio & Mensagem

Esses Ingleses Maravilhosos e Suas Pesquisas Voadoras XX: Bacon não é mais vilão contra a saúde do coração

Essa é mais uma reportagem que também poderia entrar para a série: “Bacon é Vida”. Agora é ir até o supermercado comprar um pedacinho de uns 3kg.

Bacon faz bemUma nova pesquisa publicada no site britânico de cardiologia Open Heart (da editora British Medical Journal) faz um polêmico alerta: todas as recomendações médicas contra o consumo de gordura saturada jamais deveriam ter sido feitas. Desde o ano passado que cardiologistas, inclusive no Brasil, começam a despertar a atenção para a tese de que gorduras saturadas não são as principais causas de males cardíacos.

O artigo diz que as advertências anteriores eram baseadas em dados falhos e evidências “muito limitadas”. Segundo os primeiros alertas, os homens não poderiam consumir mais de 30g de gordura saturada por dia e as mulheres se limitariam a 20g. Mas os especialistas do Open Heart hoje renegam todos estes avisos, que começaram a ser veiculados na década de 1980.

BaconManteiga, banha de porco, bolos, tortas, leite integral, bacon, queijos e chocolates entram na nova lista de compras defendida pelo Open Heart. O que os especialistas argumentam é que os açúcares, carboidratos e comidas processadas é que contribuem mesmo para doenças do coração. Assim, recomendam evitar mesmo é arroz branco, frutose (a não ser a encontrada naturalmente nas frutas), pão francês e comidas processadas em geral.

A BMJ, editora do British Medical Journal, tem parceria com o Ministério da Saúde do Brasil desde 2012, quando lançou ferramentas digitais para auxiliar diagnósticos.

Mais sobre bacon e vida:

Mulher de 105 anos diz que o segredo para uma vida longa é bacon

Fonte: Jornal Extra 

 

EBC é condenada por acumulo de funções de radialistas

Não me admira que essa empresa tenha problemas de gestão, mesmo entre seus próprios jornalistas. Uma pena mais esse exemplo de má administração e mau profissionalismo. Nem o PT segurou essa derrota.

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Por acumulo de funções aos profissionais radialistas, a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) decidiu que a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) deverá ser condenada a indenizar seus funcionários. A punição está avaliada em R$ 100 mil por dano moral coletivo por desrespeito à legislação trabalhista. As informações são do Conjur.

“No caso em tela, além de se impor ao empregado o exercício cumulativo de atividades laborais, há de forma transversa a supressão de cargos que poderiam ser destinados a outros concursados”, avaliou o relator, desembargador Dorival Borges de Souza Neto. Ele afirmou que não tem como negar a “lesividade do ato ilícito perpetrado”.

A situação foi investigada após o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) ajuizar a ação civil pública. O objetivo é inibir a prática de exercício acumulado nas empresas. Segundo o MPT, o radialista, pela Lei 6.615/1978, “não será permitido, por força de um só contrato de trabalho, o exercício para diferentes setores”.

O Conjur informa que a ação já tinha sido considerada procedente pelo juízo de primeiro grau. Neste processo, ficou decidido que a empresa deixaria de manter funcionários com acumulo de funções sob pena de R$ 5mil por empregado caso a situação continuasse irregular. O ministério, entretanto, pediu para que a EBC fosse condenada por dano moral. O valor da multa que a empresa deve pagar será revertido para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Fonte: Comunique-se

Google mostrará resultados do Twitter nas buscas novamente

Essas briguinhas de gigantes são entediantes, não?

twitter-microblogO Twitter estará nos resultados das buscas do Google novamente, depois de quatro anos sem aparecer nas páginas do maior sistema de search do mundo. Segundo a Bloomberg, ambas as empresas teriam chegado a um acordo para que os tweets apareçam no buscador do Google em tempo real. Isso deverá acontecer ainda no primeiro semestre deste ano. O Twitter não se manifestou sobre o eventual acordo.

A parceria daria ao Google o acesso aos dados do Twitter de novo, o que os rivais Yahoo e Bing, da Microsoft, já têm. Twitter e Google já foram parceiros em acordo parecido em 2009, mas essa parceria não foi renovada em 2011. Pelos termos do novo acordo, as postagens do Twitter ficarão visíveis nos resultados de pesquisa do Google imediatamente após serem publicadas.

A volta da parceria pode ter várias razões. Segundo a Bloomberg, não há receitas publicitárias negócio a partir desse acordo, mas o Google pagará pela receita de “licenciamento de dados”. O Twitter, que tem esse tipo de receita, faturou US$ 41 milhões no ano passado com isso. Outro motivo é que, com os tweets promovidos que aparecerão em aplicativos de terceiros e sites – como Flipboard e Yahoo Japan -, o Google fará questão de puxar e rentabilizar os visitantes para o seu serviço, que não registram, atualmente, os usuários do Twitter. Ao aparecer mais frequentemente na página de resultados de busca do Google, esses tweets promovidos podem aumentar significativamente a receita.

Fonte: ProXXIma

Trilogia de Matías Molina pretende contar história dos jornais brasileiros

Ainda não li nenhum trecho, mas desde já recomendo.

molina-livroO jornalista Matías Molina colocará no mercado três livros sobre a história dos jornais brasileiros. O tema das obras é resultado de décadas de pesquisa. Com o trabalho, o autor pretende abarcar toda a história da imprensa no país, desde suas primeiras manifestações no Brasil colônia até os dias atuais. O primeiro volume da série, intitulado História dos Jornais do Brasil – Da Era Colonial à Regência (1500-1840), será lançado em 10 de março.

O primeiro livro chega ao mercado com 536 páginas e fala sobre a imprensa no período colonial, tempo em que o Rio de Janeiro era sede da Corte, e se estende até a época da Independência. A história de que os jornais foram palco de disputas políticas será contada.

Editado pela Companhia das Letras, o volume traz epílogo com análise dos fatores que condicionaram o desenvolvimento da imprensa no país e ajudam a explicar a baixa penetração dos jornais na sociedade brasileira. A segunda obra vai falar sobre os jornais do Rio de Janeiro até o início do século XXI. O terceiro livro conta a história dos impressos de São Paulo no mesmo período.

Molina tem em seu currículo passagens pela Editora Abril, onde foi editor-chefe do grupo de revistas técnicas e lançou a revista Exame, pela Folha, como editor de Economia, e pela Gazeta Mercantil. No mercado editorial, é autor do livro Os melhores jornais do mundo.

Fonte: Comunique-se

Brasil perde título de país mais mortífero do Ocidente para trabalho da imprensa

Alguns insistem em culpar a polícia e as empresas jornalísticas, enquanto os, cada vez mais presentes, pseudos-manifestantes-criminosos são esquecidos. O Brasil é perigoso par os jornalistas por conta de criminosos e da falta de preparo dos nossos Homens da Lei, além, claro, da loucura normal dos profissionais.

A notícia:

Imprensa e violênciaO Brasil ficou na 99ª posição no ranking de liberdade de imprensa divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), com a análise das condições de trabalho para a imprensa em 180 países. A colocação representa um ganho de 12 posições em relação à 111ª posição que o país ocupou no ranking de 2013.

No relatório apresentado, a RSF comenta que o Brasil perdeu o título de país mais mortífero do Ocidente para jornalistas, assumido atualmente pelo México, que ocupa a 148ª posição no ranking geral de liberdade de imprensa. No ano passado, dois jornalistas foram assassinados no Brasil por motivos diretamente relacionados ao seu trabalho, enquanto três foram mortos no território mexicano.

A organização afirma que o Brasil “tornou-se um pioneiro na proteção dos direitos civis online. por meio da adoção do Marco Civil da Internet’. A Repórteres sem Fronteiras ressalta que “a segurança dos jornalistas e a concentração da propriedade da mídia nas mãos de poucos, no entanto, continuam sendo os principais problemas”.

O relatório também lembra que muitos atos de violência contra jornalistas foram cometidos durante a onda de protestos que tomou as ruas do país. “Um relatório da Secretaria de Direitos Humanos em março de 2014 sobre a violência contra jornalistas enfatizou a participação das autoridades locais e condenou o papel da impunidade na sua repetição constante.”

Na América do Sul, o país mais bem localizado no ranking da liberdade de imprensa é o Uruguai, na 23ª posição. Depois, antes do Brasil, aparecem Suriname (29ª), Chile (43ª), Argentina (57ª), Guiana (62ª), Peru (92ª) e Bolívia (94ª). Depois aparecem Equador (108ª), Paraguai (109ª), Colômbia (128ª) e Venezuela (137ª).

De acordo com a RSF, 69 jornalistas foram assassinados em todo o mundo em 2014, dez a menos do que em 2013. Em 2015, apenas em janeiro, 13 jornalistas foram mortos em crimes ligados diretamente a suas atividades profissionais: oito na França, funcionários do periódico Charlie Hebdo, e cinco no Sudão do Sul.

Fonte: Comunique-se

Microsoft diz ter criado inteligência artificial que supera humanos

Será?

MicrosoftPesquisadores da Microsoft Research, divisão da empresa responsável pelo desenvolvimento de novas tecnologias, estruturaram um novo tipo de inteligência artificial. Segundo eles, o “Deep Learning”, ou Aprendizado Profundo, é capaz de superar o mecanismo de inteligência artificial do Google e até as habilidades humanas.

Os desenvolvedores do sistema testaram seu mecanismo utilizando um sistema de identificação de imagens. Uma relação simples entre imagem e definição do que estava sendo mostrado – no teste, seres humanos apresentaram uma taxa de erro de 5,1%, enquanto o sistema da empresa de Bill Gates assinalou 4,94%.

A Microsoft afirma que o Google realizou o mesmo teste e errou 6,66% das definições, um déficit de 26% em relação ao novo sistema. “Nosso resultado supera pela primeira vez o desempenho de nível humano neste desafio de reconhecimento visual,” escreveram os pesquisadores Kaiming He, Xiangyu Zhang, Shaoqing Ren, e Jian Sun no artigo acadêmico que registra a inovação.

Embora o resultado inédito tenha empolgado os pesquisadores, eles admitem que a identificação das máquinas ainda está longe de superar a capacidade de visão dos humanos. “Ao reconhecer categorias de objetos do cotidiano, as máquinas ainda têm erros óbvios em casos que são triviais para seres humanos”, escreveram os desenvolvedores do projeto.

Fonte: Olhar Digital

Despesa com lazer é o que mais traz gastos para o bolso do consumidor

Lazer caroDe acordo  com  o estudo, entre os maiores  gastos mensais estão despesas com viagens  de  fins  de  semana (R$ 425), boates (R$ 320) e  restaurantes (R$ 301)

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz revela que o lazer é a categoria de consumo que traz mais gastos mensais para o bolso do consumidor brasileiro. Em média, o brasileiro que direciona suas despesas ao lazer gasta R$ 389 por mês com atividades de entretenimento (cinema, boates, bares e outras), R$ 223 com produtos em geral (roupas, calçados, acessórios e outros) e R$ 137 em serviços (telefonia móvel, tevê a cabo, plano de saúde e outros). O estudo foi realizado junto a 620 pessoas maiores de 18 anos, de todas as 27 capitais brasileiras.

A pesquisa também elencou o ranking de gastos mensais da cesta do consumidor brasileiro com atividades de lazer. Em primeiro lugar aparecem as viagens de fim de semana (R$ 425). Já em segundo lugar surgem as saídas para boates (R$ 320), seguidas pelas idas a restaurantes sofisticados (R$ 301) e pelas idas aos restaurantes do dia a dia (R$ 247). Em seguida se destacam as saídas para bares (R$ 174).

A prioridade concedida aos gastos com experiências de lazer fica ainda mais explícita quando se observam fatores relacionados a uma decisão de compra. Fundamentalmente, a pesquisa indica que o consumo está conectado a sensações como realização (80%), felicidade (80%) e segurança (43%) – eram múltiplas as opções de resposta. Dentre os itens menos citados, temos culpa (8%), tristeza (6%) ou insegurança (8%).

Ticket médio ressalta diferenças entre classes sociais

Com relação ao perfil socioeconômico, o estudo aponta algumas diferenças significativas: para 43% dos entrevistados das classes A e B, as experiências de lazer constam entre as categorias com maiores gastos. Já entre os consumidores das classes C, D e E, este percentual é de 30%.

O mesmo ocorre com as viagens de fim de semana. Para os entrevistados das classes A e B, os gastos mensais com viagens de fim de semana são de R$ 573, enquanto que na Classe C, D e E, essas despesas são de R$ 281. A ida a restaurantes com familiares e amigos também aponta disparidade semelhante em relação ao ticket médio mensal: R$ 348 nas classes A e B e R$ 178 na Classe C, D e E. Somando os gastos com viagens de fim de semana e idas a restaurantes do dia a dia, observa-se que os entrevistados mais abonados gastam o dobro em relação aos consumidores das classes C, D e E: R$ 921, contra R$ 459.

“É importante lembrar que os consumidores valorizam muito as atividades de lazer, independentemente do perfil socioeconômico ao qual pertencem. A diferença é que as pessoas das classes mais abonadas têm mais sobras no orçamento para arcar com estes gastos. Mas, de modo geral, todos gastam com lazer dentro do limite orçamentário disponível de cada um”, observa Kawauti.

Baixe a pesquisa completa e a análise técnica do estudo

Fonte: SPC

Spotify e Waze são apps essenciais para latino-americanos

Spotify IINão tenho informações suficientes para afirmar que os latino-americanos são diferentes dos moradores do hemisfério Norte, mas posso dizer que fico muito feliz que nós aqui do Sul estejamos mais ligados em música e em colaborar para que todos possam fugir das armadilhas do trânsito que aparecem no nosso dia-a-dia. Waze e Spotify são dois ótimos exemplos dessa evolução da população das grandes cidades.

O Spotify diminui em muito a quantidade de pirataria e permite que os artistas continuem ganhando dinheiro por suas criações, além de colocar ao alcance de qualquer um canções que não necessariamente seriam de fácil acesso. Já o Waze – como alguns outros apps – tratam de ajudar a população a fugir de engarrafamentos causados pelo excesso de veículos, acidentes, ou ações caça-níqueis de algum agente governamental.

Caso não tenha algum desses programas, corra e instale-os onde puder (PC, tablete, smartphone).

Waze IINove entre cada 10 latino-americanos têm ou usam com frequência um smartphone ou tablet. É o que aponta a primeira edição da pesquisa IMS Mobile en LatAm, realizada pela comScore em parceria com a Internet Media Services (IMS).

O estudo, realizado na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México, afirma que 99% dos entrevistados possuem apps instalados em seus devices. O levantamento tem o objetivo de mapear o comportamento mobile da população da América Latina e suas relações com aplicativos móveis populares, como Waze, Foursquare, Twitter, Netflix, Spotify, LinkedIn, Crackle e Swarm.

Os participantes da pesquisa afirmam que têm, em média, 18 aplicativos baixados em seus smartphones. Mais da metade (60%) das pessoas citam Twitter, LinkedIn, Spotify e Waze como apps essenciais para o dia a dia.

Fonte: ProXXIma

Android perde popularidade nos principais mercados no mundo

Android em queda II Foi publicada uma nova edição do estudo ComTech da Kantar Worldpanel, que revela dados sobre o mercado de smartphones no mundo no último trimestre. Os dados mais interessantes mostram a queda do Android na maior parte dos mercados analisados.

Nos Estados Unidos, o iPhone retomou a ponta em vendas depois de ficar atrás do Google desde 2012. No trimestre final de 2014, houve um aumento de 3,8 pontos percentuais de mercado do iOS, enquanto o Android caiu os mesmos 3,8. A diferença de participação entre os dois agora é mínima, com o software da Apple presente em 47,7% dos aparelhos vendidos, enquanto o do Google está em 47,6%.

A tendência se repetiu na Europa, Austrália e na China, embora com intensidades diferentes.

Android em quedaNo “EU5”, que engloba Itália, França, Alemanha, Reino Unido e Espanha, o Android viu a mesma queda de 3,8 pontos percentuais, mas o iOS deu um salto maior, de 6,2, possivelmente roubando mercado do Windows Phone e sistemas menores. O Google, assim, esteve presente em 66,1% dos aparelhos, enquanto a Apple estava em 24,1%.

Na China, a variação negativa do Android foi de 1,6 pontos percentuais, enquanto do iOS foi positiva de 2,5 pontos. Na Austrália isso foi mais acentuado, com uma queda de 13,8 do Android e uma subida de 10,3 para iPhones.

A exceção, segundo a pesquisa, é o Japão, que teve uma alta acentuada no número de smartphones Androids vendidos no último trimestre de 2014, com um aumento de 7,8 pontos percentuais, enquanto o iPhone perdeu popularidade, com queda de 8,5 pontos.

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Fonte: Olhar Digital

Smartphones goleiam tablets na preferência do brasileiro

Faz algum tempo e eu disse que não me via comparando um tablet (na época existia apenas os iPads). Bem, acabei comprando um (Android), mas sempre achei que o gadget serviria mais para trabalhar do que para o lazer. Na verdade, ainda acho. Com os avanços dos smarthphones, não era difícil de prever que os aparelhos menores iriam acabar sendo os preferidos da maioria das pessoas. Agora, veio a confirmação.

A notícia:

Os smartphones goleiam os tablets no acesso residencial no Brasil. Pesquisa, que leva em conta dados compilados em outubro do ano passado, que a classe C já representa mais de um terço do total de usuários de smartphones (à época, 51,4 milhões).

O celular inteligente  é o equipamento mais usado em casa para acessar a internet (36%), desbancando dispositivos como desktop (25%) e notebook (32%). Apenas 6% dos entrevistados usam tablet. Nesse modelo, o aplicativo mais usado é o Android, que cresce, com 78% dos usuários, enquanto o rival iOS apresenta apenas 9%.

smartphone_tabletO levantamento, feito pela Mobile Marketing Association, em parceri com a Nielsen Ibope, e divulgado pela Vivera Mobile, marca da Spring Mobile Solutions, mostra que as redes sociais ainda são as mais acessadas, com 81%. Em segundo lugar, estão os e-mails, com 78%, índice que apresentou um aumento em relação ao último levantamento realizado pela MMA, em fevereiro de 2014.

Os vídeos tiveram uma leve queda, passando de 53% para 52%, assim como os games, que vêm baixando o porcentual de acesso desde setembro de 2013 (pesquisa anterior à penúltima realizada) e agora representam 35% da preferência. Os portais e o entretenimento mostram um aumento: ambos passaram para 38%, são o sexto e o sétimo mais acessados, respectivamente, depois de redes sociais, e-mail, vídeos, notícias e música.

Os dois últimos itens no ranking de acesso são esportes, com 22%, que contabilizou um crescimento em relação à medição anterior, e compradores, que cresceu e também se fixou nos 22%, para empatar com esportes. “A pesquisa deixa claro como a classe C está cada vez mais influente e contribuindo para o aumento do uso de smartphones no Brasil. Esses resultados ressaltam a importância de as empresas se especializarem em oferecer produtos inovadores, voltados para esse público, que exige cada vez mais qualidade, conteúdo e preços acessíveis”, diz Yuri Fiaschi, diretor de desenvolvimento de novos negócios da Vivera Mobile.

Fonte: Convergência Digital

Governo promete novo plano de expansão da banda larga

Banda-LargaNovo governo, novo plano de banda larga. Em sua primeira manifestação pública sobre o setor de telecomunicações, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, prometeu um novo programa de ampliação do acesso à Internet, a ser apresentado nos próximos meses e sobre o qual não quis adiantar detalhes.

“Estamos desenhando, e deve ser apresentado no primeiro semestre, um projeto de expansão da banda larga que busque atingir o máximo de brasileiros, com qualidade boa e com preço que permita o acesso de todos”, afirmou Berzoini, que nesta terça, 10/2, participou do seminário Políticas de (Tele)Comunicações, promovido pela Converge Comunicações.

Segundo o novo ministro, trata-se de “um projeto que exige participação forte do governo no plano orçamentário e regulatório, mas principalmente da participação do setor privado”. Berzoini falou repetidamente em “sinergias” entre governo e empresas, em especial para “que o poder concedente e regulatório assegure ambiente para empresas investirem grande quantidade de dinheiro, com retorno no médio e longo prazo”.

Banda Larga LentaEle disse que metas do “plano antigo” ficam mantidas, tendo mencionado especificamente o lançamento do satélite em parceria da Telebras e do Ministério da Defesa. “É novo porque é novo desenho, um compromisso assumido durante campanha eleitoral e será expresso em plano absolutamente visível. Vamos aproveitar o que foi feito, ampliar algumas metas.”

O ministro insistiu que haverá recursos públicos e privados envolvidos. “O dinheiro virá do Orçamento e do processo de atração de investimentos privados. O Poder público entrando com parte volumosa vinculada a necessidade de ampliar infraestrutura do país, e queremos apresentar algo que o pais perceba realmente como uma meta a ser atingida ao longo de quatro anos.”

Ele reconheceu que “há restrições orçamentárias, mas com restrições se prioriza. Pode concentrar o contingenciamento em segmentos menos estratégicos e deixar outros sem contingenciamento ou com contingenciamento menor. Mas há recursos orçamentários.”

Fonte: Convergência Digital

Cartão de débito é a forma de pagamento preferida da classe C

Feliz com a evolução que decreta o fim (próximo) dos cheques e do hábito de carregar dinheiro em espécie.

Cartão de DébitoA maioria dos consumidores da classe C utiliza o cartão de débito como principal meio de pagamento das contas do dia a dia, usa o cartão de crédito como ferramenta para planejar pagamentos e paga financiamento da compra de carro. Essas revelações são de pesquisa nacional realizada pela Boa Vista SCPC em parceria com o programa Finanças Práticas, da Visa do Brasil. O levantamento foi realizado com mil consumidores da classe C em todo o Brasil para mapear os hábitos de consumo e o controle das finanças dessa faixa de consumidores.

Segundo a pesquisa, o cartão de débito é o meio de pagamento preferido para pagamento das contas para 42% dos entrevistados, seguido pelo dinheiro (29%), cartão de crédito (28%) e cheque (1%). A preferência pelo cartão de débito é maior nas regiões Sudeste, com fatia de 46% e Centro-Oeste, com 45%. No Norte, 51% da classe C utilizam mais o dinheiro para pagar as contas e no Nordeste prevalece o cartão de crédito, com 39%. No Sul, a preferência por meios de pagamento estão dividida: 34% usam dinheiro, 33% cartão de débito e 31% cartão de crédito.

A maior utilização dos cartões reflete o nível de bancarização da classe C. De acordo com o levantamento, 96% dos entrevistados são bancarizados.

classe_CEm relação às modalidades de financiamento, 33% declararam que pagam parcelas pela aquisição de autos, 30% por empréstimo pessoal, 27% por empréstimo consignado com desconto em folha, 15% por empréstimo para compra de imóvel e 12% por outros tipos. O comprometimento maior com pagamento de financiamento de carro é nas regiões Norte e Centro-Oeste, ambas com 38%, e no Sudeste (33%).

Outra constatação da pesquisa foi que o cartão de crédito tem sido utilizado para o planejamento financeiro dessas famílias. O levantamento mostrou que 59% dos entrevistados dessa classe de renda usam o cartão de crédito para centralizar as despesas pessoais e que 83% têm o hábito de conferir a fatura antes de fazer o pagamento. Além disso, 32% têm apenas um cartão, mas 25% possuem dois, 10% têm três e 9% possuem quatro ou mais.

De acordo com o levantamento, 32% dos consumidores usam o cartão como ferramenta de controle de gastos e 21% usam o “plástico” apenas em situações de emergência. O consumidor da classe C prefere utilizar seu próprio cartão: 77% dos consumidores evitam pagar o valor mínimo do cartão de crédito e 76% não utilizam cartões de amigos ou parentes.

Fonte: Agência IN

Pesquisa: o smartphone é a principal plataforma de games no País

A evolução dos smartphones é inegável, mas não deixa de ser interessante ver o seu crescimento no setor de games, principalmente por conta da evolução dos consoles.

gamers

Os smartphones já estão à frente dos computadores no mercado de games no País. O device já é a plataforma preferida dos gamers brasileiros, com 82,8% das menções, contra 71,3% de participação dos PCs e notebooks, que até então ocupavam a liderança. Na sequência aparecem consoles, com 56,2%, tablets, com 37,4% (6,4% a mais em relação a edição anterior), e smartTV, com 6,1%.

Os dados são da segunda edição da pesquisa Game Brasil 2015, realizada em parceria pelas empresas Sioux e Blend New Research. O levantamento aborda os hábitos de consumo de games no mobile, em consoles e computadores, e também o comportamento de pais e filhos em relação ao uso de jogos nos momentos de lazer. Foram realizadas 909 entrevistas no mês de janeiro com pessoas de 25 estados e do Distrito Federal.

Embora o smartphone seja a plataforma mais usada, o jogador brasileiro é multiplataforma. A maioria (78,6%) dos participantes joga em mais de um dispositivo. Outra característica marcante desses consumidores é a aceitação de anúncios publicitários. Mais da metade da amostra (66,4%) não vê problemas em baixar jogos gratuitos com publicidade. Porém, somente 35,6% dizem que os anúncios não atrapalham a experiência.

Mais de 75% dos gamers têm smartphones com sistema operacional Android. O iOS vem em segundo lugar, com 11,1%. O Windows Phone, da Microsoft, tem 7%.

Fonte: ProXXIma

Gol lança recurso de geolocalização mobile

As empresas aéreas estão entre as companhias mais criticadas e odiadas do Brasil (e do mundo). Porém, temos que admitir que de vez em quando elas nos surpreendem. Ainda não testei esse novo app da Gol, mas devo confessar que ele parece ser muito bom.

App Gol Linhas Aéreas

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes atualiza seu app mobile com um novo recurso de geolocalização. A funcionalidade permite que o usuário receba, antes da viagem e quando estiver a caminho do aeroporto, informações sobre o tempo estimado de percurso.

Dependendo da intensidade do trânsito, o cliente poderá saber se chegará a tempo do embarque ou ainda se poderá antecipar ou adiar o voo. As notificações são opcionais.

O serviço é gratuito e está disponível para smartphones com sistema iOS e, ainda este mês, chega para modelos Android. O recurso será automaticamente atualizado para os clientes que já têm o aplicativo instalado.

Fonte: ProXXIma