Um Oscar bem sem graça

Neil OscarA entrega dos Oscar 2015 foi no domingo. Portanto, hoje, quarta-feira, já se escreveu tudo (ou quase tudo) sobre os vencedores, perdedores e sobre as celebridades. Entretanto, me atrevo a escrever sobre o aspecto que mais me incomodou na festa: a falta de graça da cerimônia.

Tivemos pontos positivos, como a maior tolerância com o tempo dos discursos de certos vencedores, porém, a escolha de Neil Patrick Harris para substituir Ellen DeGeneres se mostrou um desastre. Se durante anos muita gente reclamava da falta de graça de Billy Cristal (com um “humor” extremamente americano e cheio de referências que só faziam sentido para quem mora naquele país), o roteiro de Neil Patrick Harris foi muito além disso: nem os americanos riram de várias das piadas do apresentador. Culpa dele? Dos roteiristas? Não sei, mas acho que a Academia não deve e não pode repetir esse erro. Já cogitaram Eddie Murphy para esse cargo e acho que ele realmente mereceria uma chance. Afinal, ego não deve atrapalhar a sua performance.

Como não vi a maioria dos filmes que concorreram esse ano, não vou arriscar fazer uma crítica sobre a justiça ou não dos premiados. Fica apenas esse comentário sobre uma festa que quando mal apresentada se torna muito mais longa e arrastada do que o normal.

Que 2016 seja melhor.

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