Eric Clapton and Friends: The Breeze, An Appreciation of JJ Cale – Crítica

Eric-Clapton-JJ-Cale-The-BreezeAs circunstâncias foram tristes – a morte do grande JJ Cale (26 de julho de 2013) -, mas o resultado foi absolutamente brilhante. Eric Clapton and Friends: The Breeze, An Appreciation of JJ Cale é, disparado, o melhor trabalho de Eric Clapton, em estúdio, em mais de uma década (no mínimo). A preguiça que se via em seus últimos trabalhos ficou para trás e a vontade de homenagear um de seus grandes heróis simplesmente fez Slowhand se mexer para criar um disco digno.

Para esse tributo, Clapton convocou uma seleção de primeira. Para reproduzir o cantar calmo, sussurrado, até meio preguiçoso de Cale e seu timbre de guitarra, estão no disco nomes como Tom Petty, John Mayer, Willie Nelson, Albert Lee, Derek Trucks, David Lindley, Doyle Bramhall II, Don Preston, Jim Keltner, Nathan East e Mark Knopfler, entre outros.

As 16 canções (há uma edição Deluxe com as versões originais de Cale), mostram a força e a personalidade de um dos maiores compositores norte-americanos e que, surpreendentemente, não é tão conhecido assim em seu país.

“Eu estava ciente do fato que ele é mais conhecido na Europa e no resto do mundo do que nos Estados Unidos. Isso é ruim, mas também significa que eu tenho uma oportunidade de apresentá-lo as pessoas através das canções que eu gravei”, conta Clapton.


Quem é JJ Cale 

Só para situar aqueles que não sabem quem é JJ Cale e qual a sua importância na obra de Clapton, é preciso dizer que dois dos maiores sucessos do Deus Da Guitarra são de autoria dele (After Midnight e Cocaine) e que outra das canções mais conhecidas do guitarrista teve sua inspiração nas composições e acordes de Cale (Lay Down Sally).

Só as canções citadas no parágrafo anterior já deveriam ser suficientes para despertar os menos avisados, mas a carreira de John Weldon Cale é muito mais rica – procurem ouvir o disco Naturally (1972) e vocês entenderão o que digo -, mas a idolatria de Clapton era tão grande que ele chegou a dividir um álbum com Cale (The Road to Escondido, de 2006), simplesmente indispensável.


Uma homenagem digna

Clapton and CaleMas se The Road to Escondido é indispensável, faltarão adjetivos para descrever esse Eric Clapton and Friends: The Breeze, An Appreciation of JJ Cale. Ele é disparado o disco onde Clapton ficou menos confortável nos últimos tempos, o que é uma ótima notícia, já que o maior pecado de seus discos recentes tem sido uma preguiça confortável, uma sensação de que ele prefere ficar na sua zona de conforto e não se arriscar, que não produz música do padrão que sabemos que ele pode criar.

Como o próprio Clapton disse, eles só tinham duas opções: fazer um disco com leituras livres das canções de Cale ou produzir um álbum tentando reproduzir a sonoridade do guitarrista de Tulsa. Questões logísticas acabaram fazendo com que a segunda opção fosse a escolhida.

Os pontos altos são muitos, a começar pela canção que dá nome ao disco e que foi lançada originalmente no disco Naturally – citado anteriormente. Call Me The Breeze é daquelas típicas canções de estrada, que lembra muito os velhos filmes de perseguição de automóveis, como Comboio ou Agarra-me se Puderes, e que deixam o ouvinte com vontade de quero mais.

Aliás, a maioria das canções do álbum é marcada por uma economia (em duração e solos) que pode até incomodar um pouco aqueles que veem espaço para voos maiores. Porém, essa economia era uma das marcas registradas de JJ. Clapton fez bem em mantê-la.

Outros dois grandes momentos do disco são: Train To Nowhere (com Mark Knopfler e Don White) e Crying Eyes (com Christine Lakeland e Derek Trucks). Mas essa escolha de canções foi difícil e acredito que será bem diferente para cada ouvinte.

 

Resumindo: esse é daqueles lançamentos que não temos o direito de não ter.


Versão Deluxe

 

deluxe2Para os colecionadores uma boa (ou má) notícia: a versão Deluxe, que custa meros US$ 100, parece bem mais interessante que a lançada para o último álbum. A gravadora Surfdog parece que absorveu bem as críticas dos fãs/colecionadores e resolveu criar um pacote realmente atraente, apesar do preço. É a velha combinação de livro, CD, pendrive com versões digitais das canções, incluindo um álbum extra com as gravações originais de JJ Cale e a primeira versão de After Midnight, lançada somente em single e até agora nunca editada em CD.

Confira o vídeo sobre essa edição e a tracklist.

CD TRACKLISTS:

Eric Clapton & Friends -The Breeze (An Appreciation of JJ Cale)

Call Me The Breeze

Rock And Roll Records (feat. Tom Petty)

Someday (feat. Mark Knopfler)

Lies (feat. John Mayer)

Sensitive Kind (feat. Don White)

Cajun Moon

Magnolia (feat. John Mayer)

I Got The Same Old Blues (feat. Tom Petty)

Songbird (feat. Willie Nelson)

Since You Said Goodbye

I’ll Be There (If You Ever Want Me) (feat. Don White)

The Old Man And Me (feat. Tom Petty)

Train To Nowhere (feat. Mark Knopfler and Don White)

Starbound (feat. Willie Nelson and Derek Trucks)

Don’t Wait (feat. John Mayer)

Crying Eyes (feat. Christine Lakeland and Derek Trucks)

JJ Cale – Originals

Call Me The Breeze

Rock And Roll Records

Someday (Unreleased Demo)

Lies

Sensitive Kind

Cajun Moon

Magnolia

I Got The Same Old Blues

Songbird (Unreleased Demo)

Since You Said Goodbye

I’ll Be There (If You Ever Want Me)

The Old Man And Me

Train To Nowhere (Unreleased Demo)

Starbound

Don’t Wait

Crying Eyes

After Midnight (Original 1966 Version)

Deluxe Edition CD Box Set includes:
• Collectible edition box featuring image of JJ Cale’s iconic Harmony guitar
• Collector’s CD of Eric Clapton & Friends The Breeze (An Appreciation of JJ Cale)
• Collector’s CD of JJ Cale’s original versions from The Breeze. Including three unreleased songs.
• Also includes the original version of JJ’s “After Midnight” – not released since 1966
• One-of-a-kind custom JJ Cale USB Turnbuckle. Loaded with Eric Clapton & Friends The Breeze Hi-Definition tracks, MP3s of all songs featured on the 2 CDs, and Extensive Video Interview with Eric Clapton
• Six 8.5×11 Lithographs
• 20 page 9×12 book includes:
-Extended Liner notes
-Lyrics
-Exclusive Photos

PS: O disco estreou no número 2 da parada inglesa!

 

Anúncios

McCartney Archive Collection – Venus and Mars e At Speed of Sound

VM_deluxe_2_of_5Desde 2010 que Paul McCartney resolveu olhar para trás e dar ao seu catálogo com o Wings um cuidado que deixou todos os fãs felizes e bem mais pobres. Os discos – relançados através da McCartney Archive Collection, que, além de trazerem um vasto material inédito, ainda são complementados com vídeos e livros de primeira linha em suas versões superdeluxe. Desde o pontapé inicial com o disco Band on the Run (1973), já foram resgatados os discos McCartney (1970), Ram (1971), Wings Over America (1976) e McCartney II (1980). Agora chegou a vez dos discos Venus and Mars (1975) e Speed of Sound (1976).

Os dois discos serão lançados ao mesmo tempo – 22 de setembro (UK) e 23 de setembro (USA) – e seguem o mesmo caminho dos títulos anteriores. Porém, talvez por preferência pessoal ou simplesmente por ser mesmo mais interessante e inspirado, a chegada do Venus and Mars causa bem mais ansiedade, seja pela qualidade das canções e pelo melhor material bônus, ou seja, por ser um dos discos com pior mixagem no catálogo de Sir Paul.

SOS_deluxe_2_of_5Os dois discos formaram a base do repertório para a turnê pelos Estados Unidos e que gerou o Wings Over America, além de consolidar o Wings como uma das grandes forças criativas e bem sucedidas nas paradas da década de 70. Canções como Letting Go, Rock Show, Silly Love Songs e Let ‘Em In, são instantaneamente reconhecidas por qualquer um que conheça minimamente o som que era tocado naquela época ou nas FMs “adultas” de hoje.

 

Quase reatando com Lennon e gravando com John Bonham 

Se Venus and Mars tem o climão de New Orleans (onde foi gravado quase na totalidade) e entrou para a história como o momento mais próximo de ter a parceria Lennon e McCartney reatada, Speed of Sound solidificou a volta de McCartney como força comercial.

Os highlights do material bônus são:  Going To New Orleans (My Carnival), Let’s Love, Baby Face e 4th Of July, do Venus and Mars; e Must Do Something About It (com Paul no vocal) , She’s My Baby (demo) e Beware My Love (com John Bonham na bateria), do Speed of Sound; todas nunca lançadas oficialmente.

 

Além disso, as filmagens das gravações da canção My Carnival e as cenas de Paul e Linda no Mardi Grass prometem.

Abaixo os setlists dos dois lançamentos em seus vários formatos (CD duplo, vinil duplo, box deluxe e versão digital).

PS: Os preços ainda podem variar muito nestes momentos de pre-order, mas pode esperar algo em torno dos US$ 100.

 

VENUS AND MARS

VM_deluxeCD 1 – Remastered Album

1.        Venus and Mars
2.        Rock Show
3.        Love In Song
4.        You Gave Me The Answer
5.        Magneto and Titanium Man
6.        Letting Go
7.        Venus and Mars – Reprise
8.        Spirits Of Ancient Egypt
9.        Medicine Jar
10.      Call Me Back Again
11.      Listen To What The Man Said
12.      Treat Her Gently – Lonely Old People
13.      Crossroads

 

vnmT568-8CD 2 – Bonus Audio

1.        Junior’s Farm
2.        Sally G
3.        Walking In The Park With Eloise
4.        Bridge On The River Suite
5.        My Carnival
6.        Going To New Orleans (My Carnival)
7.        Hey Diddle [Ernie Winfrey Mix]
8.        Let’s Love
9.        Soily [from One Hand Clapping]
10.      Baby Face [from One Hand Clapping]
11.      Lunch Box/Odd Sox
12.      4th Of July
13.      Rock Show [Old Version]
14.      Letting Go [Single Edit]
DVD – Bonus Film

1.        Recording My Carnival
2.        Bon Voyageur
3.        Wings At Elstree
4.        Venus and Mars TV Ad

 

SPEED OF SOUND

 

SOS_deluxeCD 1 – Remastered Album

 

1.         Let ‘Em In
2.         The Note You Never Wrote
3.         She’s My Baby
4.         Beware My Love
5.         Wino Junko
6.         Silly Love Songs
7.         Cook Of The House
8.         Time To Hide
9.         Must Do Something About It
10.      San Ferry Anne
11.       Warm And Beautiful

 


CD 2 – Bonus Audio

 

1.         Silly Love Songs [Demo]
2.         She’s My Baby [Demo]
3.         Message To Joe
4.         Beware My Love [John Bonham Version]
5.         Must Do Something About It [Paul’s Version]
6.         Let ‘Em In [Demo]
atsosMPL76455-47.         Warm And Beautiful [Instrumental Demo]

 

DVD – Bonus Film

 

1.          Silly Love Songs Music Video
2.          Wings Over Wembley
3.          Wings In Venice

Google começa a vender domínios de internet

google11Há uma coisa que o Google ainda não faz na internet, embora seja uma das empresas que melhor representa a rede mundial de computadores: curiosamente, o Google não vende domínios. Quer dizer, não vendia.

A empresa começou a testar uma ferramenta pela qual é possível escolher, comprar e transferir domínios de forma simples e rápida, é o Google Domains.

“Empresários poderão pesquisar, encontrar, comprar e transferir o melhor domínio para seus negócios – seja .com, .biz, .org ou qualquer um dos novos domínios que estão sendo lançados na web”, afirma o Google.

Por enquanto, a novidade só funciona por convite e só alguns parceiros estão podendo utilizá-la, mas o Google diz estar trabalhando para colocar o Domains no ar plenamente o quanto antes.

Fonte: Olhar Digital

Porra, Oi! – Oi é multada em R$ 3,5 milhões por invasão de privacidade feita por Velox

A empresa até que me presta um bom serviço (com algumas falhas, claro), mas essa de ficar vendendo perfis para anunciantes é uma prática que juro que achava morta (pelo menos nas grandes empresas).

Lamentável!
logo oiSegundo Ministério da Justiça, serviço de banda larga monitorava navegação de usuários e vendia perfil a anunciantes

Violação ao direito à privacidade e intimidade e publicidade enganosa. Essas foram algumas das infrações cometidas pelo Velox, segundo o Ministério da Justiça, que levaram a Oi a ser multada em R$ 3,5 milhões. A punição foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ), iniciou investigações a partir de informações de que a parceria da Oi com a empresa britânica Phorm, consistia no desenvolvimento do software chamado “Navegador”, que mapeava o tráfego de dados do consumidor na internet de modo a compor seu perfil de navegação. Tais perfis, segundo o DPDC, eram comercializados com anunciantes, agências de publicidade e portais da web, para ofertar publicidade e conteúdo personalizados a esses consumidores.

O órgão verificou que houve violação aos princípios da boa-fé e transparência, além de publicidade enganosa. Segundo o Diretor do DPDC, Amaury Oliva, “a empresa com o pretexto de “melhorar a experiência de navegação” omitiu do consumidor informações essenciais sobre o serviço e suas implicâncias para a privacidade e segurança de dados pessoais. Em nenhum momento o consumidor foi informado de que sua navegação seria monitorada pela empresa e que o seu perfil seria comercializado com empresas de publicidade”.

De acordo com o DPDC, o serviço violou, ainda, princípios fundamentais definidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, como a neutralidade da rede e o princípio da padronização e interoperabilidade. A tecnologia do “Navegador” redireciona o tráfego do consumidor na internet e filtra seus dados, de modo a compor seu perfil de navegação, contrariando padrões da rede.

Consultada a Oi ainda não respondeu.

Durante a fase processual, acrescenta, o departamento, foram consultados diversos órgãos como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, que tem entre suas atribuições a definição de diretrizes para o uso da internet no Brasil.

O cálculo da sanção levou em consideração critérios previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC), como a vantagem econômica auferida, a condição da empresa e a gravidade da conduta. O valor deve ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e será revertido em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.

Fonte: O Globo

Marcas mais “verdes”: Ford ultrapassa Toyota

Sei que vão me chamar de ignorante – o que pode ser um elogio em tempos de Dunga -, mas eu não sei se esses rankings valem realmente alguma coisa. Pior, estou sem paciência para entender…

FordC-MAXHybrid_300A Ford deixou a Toyota para trás para se tornar a nova líder do ranking Best Global Green Brands. É a primeira vez desde que a pesquisa da Interbrand começou a ser divulgada, em 2011, que a companhia japonesa, agora em 2º lugar, deixa o posto de número 1. Honda, Nissan e Panasonic completam o Top 5 do estudo.

A métrica da pesquisa envolve a combinação de análises relativas a dois critérios distintos: a performance das empresas na produção e distribuição sob o ponto de vista ambiental; e a percepção de valor que as companhias conseguem gerar no público a partir dessas ações.

O estudo calcula também o gap entre esses dois índices, indicando se uma empresa tem uma imagem correspondente ao seu grau de comprometimento com a sustentabilidade. Apenas as marcas que compõe o ranking Interbrand das 100 marcas globais mais valiosas

A força do setor automotivo pode ser confirmada também pela presença dentre as 50 primeiras posições da lista (veja aqui o ranking): ao todo, dez montadoras estão no seleto grupo, todas entre as quarenta melhores colocadas. De acordo com a Interbrand, o resultado é fruto principalmente do aumento da demanda por carros elétricos, o que tem motivado as companhias do setor automobilístico a melhorar tanto os seus produtos e práticas industriais quanto a comunicação destes avanços, em busca de diferenciação junto aos consumidores e investidores.

No caso da Ford, a consultoria afirma terem sido determinantes para o desempenho da montadora o fato de ter cinco carros elétricos em seu portfólio e os avanços em pesquisas sobre combustíveis alternativos, como hidrogênio e pilhas.

Mais destaques

* Sony (7ª) e Adidas (8ª) aparecem pela primeira vez entre as dez primeiras colocadas do ranking.

* A Ikea, varejista de móveis sueca que ocupa a 19ª posição, e Zara, que alcançou o 34º lugar, foram as marcas que mais subiram no ranking: cada uma galgou 14 posições.

* Chevrolet (32º), Disney (49º) e Heineken (50º) são as marcas estreantes na lista da Interbrand deste ano.

Fonte: Meio & Mensagem

Toyota e Panasonic conectam carros e aparelhos domésticos

E eu ainda lembro dos tempos do fax…

Toyota_Logo_NewesCom serviço de nuvem, empresas planejam lançar primeiros produtos até dezembro deste ano, no Japão

Em breve, ligar ou desligar o ar condicionado da sua casa com um toque no painel do carro será algo comum. A Toyota e Panasonic firmaram parceria para desenvolver um serviço na nuvem que conecta carros a eletrodomésticos com previsão de lançamento ainda no segundo semestre deste ano, no Japão.

Com início no ano passado, o projeto tem o objetivo de ampliar a inteligência da mobilidade e tornar o cotidiano das pessoas mais confortável e prático. O serviço funcionará por meio do Toyota Smart Center, base de dados na nuvem da montadora.

Até o momento a iniciativa apresentou aplicativos que, ligados ao GPS do carro, podem lembrar o motorista de desligar o ar condicionado antes de sair de casa e também possibilitar o acionamento remoto de dentro do veículo.

Fonte: ProXXIma

 

R.I.P. James Garner

James Garner - Arquivo ConfidencialAlguns atores são inesquecíveis, muitas vezes mais por nossa memória afetiva do que pelo seu talento. James Garner era um desses casos. Embora tenha protagonizado ótimas sérias como Marverick (1957 – 1962) e Arquivo Confidencial (1974 – 1980) e alguns bons filmes – Victor ou Victoria (1982); O Romance de Murphy (1985) e Cowboys do Espaço (2000) – Garner sempre manteve aquele ar de canastrão simpático, o que lhe dava um charme especial para interpretar papéis cômicos.

James GarnerA sua morte – assim como a de David Niven – é para ser lamentada por todos os que acham que cinema e televisão são, antes de tudo, entretenimento. Garner era a síntese do descompromisso (ou compromisso em divertir).

Vou lembrar com saudades dos episódios de Arquivo Confidencial que assisti quando era um adolescente.

R.I.P. James Garner

Receitas – Strogonoff

strogonoff-de-carneO Strogonoff, um dos pratos preferidos da maioria dos brasileiros, é uma das receitas com mais variações que conheço. O nosso (brasileiro) nem se parece muito com o originalmente criado lá na mãe Rússia. Assim como todo mundo, eu também tenho a minha (que faço raramente e nunca lembro de fotografar).

O segredo? Não existe. Como o prato foi criado para “matar a fome”, é praticamente um vale tudo.

Bem, espero que gostem da minha versão.
Ingredientes:

300g de filé mignon cortado em tirinhas

2 colheres (sopa) de cebola picada

2 colheres (sopa) de azeite extravirgem

200 ml de creme de leite fresco

60g de champignon

20g de mostarda (molho)

2 colheres (sopa) de conhaque/rum/vinho branco

10g de páprica doce

2 colheres (sopa) de molho inglês

Sal e pimenta a gosto

 

strogonoffModo de fazer:

Coloque o azeite e a cebola em uma frigideira e refogue. Acrescente a carne e deixe “selar“. Coloque o conhaque/rum/vinho branco e flambe a carne. Em seguida, Acrescente a páprica, a mostarda, o molho inglês, o creme de leite, o champignon e misture bem. Deixe em fogo baixo por mais uns 5 minutos e sirva.

Acompanhe com arroz branco e batatas sauté ou palha.


A história

O Strogonoff é um prato de origem russa; na verdade, chamava-se Strogonov. Reza a lenda que o prato foi criado no século XVI por um cozinheiro do Czar russo Pedro, o Grande, que se chamava Strogonov; daí surgiu a ideia de dar tal nome ao prato.

Atualmente ele é um dos dez pratos mais vendidos no mundo.

Após compra da Nokia, Microsoft vai demitir 18 mil funcionários, maior corte da história da empresa

E lá vai a Microsoft descendo a ladeira. Será?

Redução representa cerca de 14% da força de trabalho da empresa

MicrosoftA Microsoft informou nesta quinta-feira que vai demitir 18 mil funcionários, o maior corte de vagas em massa da história da companhia. O objetivo é enxugar a empresa, após a aquisição da divisão de celulares da Nokia, em setembro de 2013. A última demissão em massa anunciada pela fabricante de software havia sido em 2009, quando 5,8 mil foram dispensados.

A redução representa cerca de 14% da força de trabalho da Microsoft. A rodada de demissões tem previsão de ser concluída em 30 de junho de 2015 e vai custar à empresa de Redmond entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,6 bilhão, segundo comunicado da companhia.

O anúncio foi feito por meio de um longo memorando, de mais de 1.100 palavras, assinado pelo vice-presidente executivo de produtos, Stephen Elop. Na carta, ele justifica os cortes relatando as metas de produtividade e as diferenças entre a Microsoft e a Nokia — enquanto a primeira é focada em software, a finlandesa ficou conhecida pela produção de hardware.

“É particularmente importante reconhecer que o papel dos telefones dentro da Microsoft é diferente do que era na Nokia. Enquanto o negócio de telefones era um fim em si mesmo na Nokia, na Microsoft todos os nossos dispositivos são feitos para carregar o melhor do nosso trabalho digital e da experiência de vida digital, agragando valor à estratégia”, diz o documento.

Com as demissões, a empresa diz que “ajustará” as operações de indústria, como uma forma de enxugar a estrutura. Segundo o documento, o plano é dividir a produção de telefones entre Hanoi, no Vietnã, Pequim e Dongguan, na China. A empresa afirma ainda que as operações de preparação e reparo serão transferidas para Manaus e Reynosa, respectivamente, saindo, dessa forma, de Komaron, na Hungria.

nadellaA decisão marca a gestão do novo diretor-executivo Satya Nadella, que substituiu Steve Ballmer em fevereiro deste ano, com a missão de reestruturar a empresa para competir com a concorrência, principalmente focando no mercado de dispositivos móveis — os indícios de que a Microsoft compraria a Nokia começaram a surgir justamente com a forte integração do sistema operacional Windows Phone e a linha de smartphones Nokia Lumia.

A aquisição da fabricante de telefones havia adicionado 30 mil funcionários à equipe da Microsoft, levando a quantidade total de empregados da companhia a 127.100 em abril. Ainda não está claro quantos dos demitidos foram legados da empresa finlandesa. Na quarta-feira, quando a notícia foi divulgada inicialmente por fontes anônimas, a informação era de que os cortes afetariam também a equipe do videogame Xbox.

— A Microsoft preciosa ser uma gigante da tecnologia mais enxuta nos próximos anos para conseguir alcançar o equilíbrio perfeito entre crescimento e rentabilidade com seus empreendimentos da nuvem e de dispositivos móveis — disse à Bloomberg Daniel Ives, analista da FBR Capital Markets.

Na semana passada, Satya Nadella fez seu primeiro pronunciamento oficial, em que falou sobre as diretrizes da companhia, reforçando a estratégia anunciada ainda na gestão de Ballmer, de reforçar o mercado mobile.

Fonte: O Globo

Transforme sua TV em uma Smart TV

Essa é de antes da Copa, mas guardei para um momento onde as atenções já não estivessem somente voltadas para o futebol da Seleção Brasileira.

Chromecast da Google chega ao Brasil vendido por R$ 199

Chromecast-GoogleLançado em julho de 2013 nos EUA, o Chromecast, aparelho da Google que permite carregar conteúdo da empresa e de apps terceiros em TVs, sem a necessidade de que elas sejam de modelos smart, começou a ser vendido nesta quarta-feira no Brasil. Encontrado por enquanto somente em lojas online de varejo, o dispositivo é vendido por R$ 199 — preço elevado se comparado com os US$ 35 (cerca de R$ 84) cobrados nos EUA, e que é resultado dos impostos brasileiros (o aparelho ainda não é fabricado aqui).

Semelhante a um pen drive robusto, o Chromecast deve ser conectado às portas HDMI e USB da TV do usuário para funcionar. Com ele, é possível que vídeos e músicas acessados em computadores, smartphones e tablets sejam visualizados diretamente na televisão, com o toque de apenas um botão, de maneira fácil e prática. Além dos serviços da própria Google — YouTube, a loja virtual Play Store e o navegador Chrome — o aparelho também é compatível com aplicativos de outras empresas, como o Netlifx, Crackle, Rdio e Vevo.

No site da plataforma em português é possível conferir a lista completa de serviço, que a Google promete que deve aumentar constantemente.

O que esperar do aparelho

Tendo como concorrente direto no país a Apple TV (vendida por aqui a R$ 399), o Chromecast tem na sua grande vantagem a facilidade de uso: após plugar o aparelho, basta conectá-lo à sua rede Wi-Fi e instalar o seu aplicativo nos dispositivos desejados para que a sincronização entre as diferentes plataformas seja feita automaticamente. O processo leva poucos minutos.

Como funciona em segundo plano, o Chromecast permite, por exemplo, que o usuário transmita um vídeo do Netflix para a TV a partir do seu tablet, sem que seja necessário ficar com o aplicativo do serviço aberto nele.

Além de usar o seu tablet ou smartphone como o controle remoto do aparelho, o usuário também pode transmitir suas coleções de fotos na TV diretamente deles, facilitando o trabalho na hora de mostrar as imagens de uma viagem para a família, por exemplo.

O único ponto negativo do Chromecast, ao menos no Brasil, ainda é a pouca quantidade de serviços de terceiros compatíveis com ele, principalmente se comparado com os EUA. O serviço HBO Go, do popular canal de filmes e séries, por exemplo, ainda não funciona no território brasileiro, ao contrário do que acontece no EUA. Mas a Google promete que isso deve mudar em breve: de acordo com a empresa, existem mais de 3 mil desenvolvedores criando novos usos e serviços para o produto, o que significa que o número de apps compatíveis deve aumentar rapidamente.

Fonte: O Globo

As marcas mais reconhecidas da web brasileira

Sabe aquelas listas que são interessantes de ver, mas que mudam quase nada na sua vida? Pois bem, esta é mais uma delas (ou você vai comprar um produto apenas porque a marca veio a sua cabeça?).

premio-top-of-mind-internet-1370637604094_571x380O UOL anunciou, mês passado, o resultado da oitava edição do Top of Mind Internet. A premiação, realizada pelo Instituto de Pesquisa Datafolha, foi dividida em 22 categorias, desde de produtos eletrônicos a alimentação. No total, 2.166 pessoas, maiores de 14 anos, e que acessam a internet pelo menos três vezes por semana responderam à pergunta “qual a primeira marca que vem à cabeça quando pensa em internet?”. A pesquisa foi feita em fevereiro de 2014 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Confira os vencedores de cada categoria:

1 – Eletrodoméstico (nova categoria) – Brastemp
2 – Aparelho de TV – Samsung
3 – Câmera Digital – Samsung
4 – Computador e Notebook – Samsung
5 – Tablet (nova categoria) – Samsung
6 – Operadora de telefonia celular – TIM
7 – Aparelho de celular – Samsung
8 – Banco – Itaú
9 – Cartão de Crédito – Visa
10 – Companhia Aérea – TAM
11 – Automóvel – Fiat
12 – Carnes e Congelados (nova categoria) – Friboi
13 – Cerveja – Skol
14 – Iogurte (nova categoria) – Danone
15 – Refrigerante – Coca-Cola
16 – Lanchonete – Mc Donald´s
17 – Loja de eletroeletrônico/eletrodoméstico (nova categoria) – Casas Bahia
18 – Loja de perfumes e cosméticos (nova categoria) – O Boticário
19 – Operadora de TV Paga – Net
20 – Higiene Bucal (nova categoria) – Colgate
21 – Perfume e desodorante (nova categoria) – O Boticário
22 – Artigo Esportivo – Nike e Centauro

Fonte: ProXXIma

 

Livros para o Dia do Rock

Há vários ótimos livros sobre astros de rock no mercado. Indico as biografias de Eric Clapton e Pete Townshend e o Man On the Run (que conta a trajetória de Paul McCartney nos anos 70). Porém, não poderia deixar de citar os bons títulos da editora Nossa Cultura.

Abaixo os releases dos três últimos lançamentos.

Livro Caro MorriseyBruce: No livro, o autor Peter Ames Carlin engloba a amplitude da carreira assombrosa de Bruce Springsteen e explora o íntimo de um homem que conseguiu redefinir gerações de música. Obrigatório para os fãs, BRUCE é uma biografia minuciosamente pesquisada, de leitura quase compulsiva, sobre um dos artistas mais complexos e fascinantes da história da música norte-americana.

Ficha técnica – Bruce
Editora: Nossa Cultura
ISBN: 978-85-8066-119-4
Tradução: Paulo Roberto Maciel Santos
Páginas: 518 Páginas
Formato: 16 x 23
Preço: R$ 59,00

Caro Morrissey: Raymond despeja no papel as desgraças de sua vida numa série de cartas a seu ídolo, o ex-astro dos Smiths, Morrissey. Corre o ano de 1991 e a banda ainda é uma lembrança viva (como até hoje) no coração de fãs como Raymond. Raymond Marks, pois, é um menino normal, de uma família normal, do norte da Inglaterra. Até que, às margens do Canal de Rochdale, jogando o inocente jogo do caça-moscas, Raymond começa a derrocada trágica – mas sempre cômica – de seus anos de adolescência, e a vida dele e de sua mãe nunca mais vai ser a mesma. A Raymond só resta pegar a estrada e, a cada parada, abrir o caderno em que escreve suas letras e, naquelas páginas quase todas em branco, confessar tudo – a história completa da sua tragicômica vida – sempre começando por: “Caro Morrissey…”

Ficha Técnica – Caro Mossissey
Editora Nossa Cultura
ISBN: 978-85-806-6113-2
Formato: 15 x 23
Páginas: 364 páginas
Preço: R$ 55,00

A batalha pela alma dos BeatlesA batalha pela alma dos Beatles: Nesta cativante narrativa, Peter Doggett documenta os dramas humanos da rica e envolvente história do império criativo e financeiro dos Beatles, formado para salvaguardar seus interesses, mas fadado a controlar suas vidas. Da tragédia até o retorno triunfal, dos confrontos judiciais aos sucessos nas paradas, A Batalha pela Alma dos Beatles retrata a história não contada de uma banda e de um legado que nunca serão esquecidos.

Ficha Técnica – A batalha pela alma dos Beatles
Editora Nossa Cultura
ISBN: 978-85-8066-095-1
Formato: 16 x 22,7
Páginas: 512 páginas
Preço: R$ 59,90

O homem deu nome a todos os bichos: A voz rouca de Bob Dylan somada à batida marcante da música Man Gave Names to All the Animals, em português O homem deu nome a todos os bichos, conquistou pessoas de todas as idades pelo mundo a fora. Nela, Dylan descreve e nomeia diversos bichos e brinca com as características marcantes de cada um. Publicada pela editora Nossa Cultura, a obra é toda ilustrada pelos desenhos de Jim Arnosky que misturam a natureza com o lúdico e conquistam o leitor pelo seu humor e detalhismo. Acompanhado de um CD com a canção original, o livro O homem deu nome a todos os bichos promete propiciar uma experiência única que irá divertir e ensinar toda a família.

Ficha Técnica – O homem deu nome a todos os bichos
Editora Nossa Cultura
ISBN: 978-85-8066-096-8
Páginas: 32 Páginas
Formato: 24,8 x 28,5
Preço: R$ 43,00

Dia do Rock 2014 no Multishow

rock-n-roll-legendsComo acontece todo ano, o Multishow prepara uma programação especial para comemorar o Dia do Rock (13 de julho). Este ano teremos
Kiss Live at Hellfest (19h), Red Hot Chilli Peppers no Brasil (20h30) e Os Paralamas do Sucesso – 30 Anos (22h).

Convenhamos, até que não é uma má programação.

Feliz Dia do Rock para todos!

 

 

Não era só a seleção que não tinha Plano B para a humilhação, a publicidade também não tinha

Pelo jeito, ninguém – ninguém mesmo – podia prever aquela catástrofe em BH.

mostra-tua-força-brasilJá no intervalo do jogo, com o Brasil perdendo de 5 a 0 para a Alemanha, sites estampavam a palavra “humilhação” para descrever o impacto do resultado na torcida brasileira. E, por mais que as marcas tivessem preparado alternativas para uma eventual derrota da Seleção Brasileira, não havia plano B para a humilhação.

Nesta Copa, as regras para veiculação de comerciais na TV, especialmente na Rede Globo, foram flexibilizadas. Se antes era exigido um intervalo grande entre a entrega do material e a veiculação, esse ano o prazo foi encurtado. E as agências e anunciantes foram encorajados a enviarem à emissora comerciais alternativos. Inicialmente, o medo era de manifestações que pudessem tirar o brilho da Copa e afetar algumas marcas. Como elas não ocorreram, o plano B passou a ser usado após a primeira fase da Copa, especialmente nos dias de jogos do Brasil, para o caso de insucesso da Seleção. O que acabou ocorrendo nessa terça-feira 8.

É evidente que motes como o “mostra a sua força Brasil”, eficientemente propagado pelo Itaú durante toda a Copa (e substituído na noite desta terça por um filme sobre acesso ao banco pelo celular), perdem efeito após a arrasadora derrota por 7 a 1 para a Alemanha, e frente às manchetes de “vexame” mundo afora. O mesmo vale para filmes que exploram a rivalidade histórica entre Brasil e Argentina, como o de Skol – afinal, os nossos vizinhos ainda têm chance de ir à final. Mas esse comercial continuava em veiculação na noite de terça.

Boa parte das marcas atreladas à Copa, à Seleção ou ao futebol passou a usar a possibilidade de plano B a partir das oitavas de final, enviando a emissoras dois filmes: um para o caso de vitória e outro para derrota da Seleção Brasileira. Anunciantes e agências mais cautelosos preferiram recorrer a filmes “genéricos”, sem menção à Copa, como plano B – como foi o caso do Itaú.

Entretanto, foram inevitáveis, mesmo meia hora depois do final da partida, a veiculação de comerciais como o da Johnson & Johnson na Globo, mostrando comemoração da torcida brasileira ao som de “Deixa Isso Pra Lá”. Na Globo e no SporTV, o filme da Claro de apoio à Seleção Brasileira após o desfalque de Neymar, por exemplo, ainda podia ser visto duas horas depois do fim do jogo.

O inusitado e a perplexidade foram maiores que qualquer planejamento que conseguisse responder ao sentimento dos telespectadores naquele momento. A saída mais rápida para a reação dos anunciantes foi pelas redes sociais, mesmo assim, poucos se manifestaram de imediato. A Visa foi uma das primeiras marcas intimamente ligadas à Copa a se posicionar, no Twitter: “Amanhã é quarta-feira de cinzas. #SemPalavras #AquiéCopa”. O McDonald´s também usou o microblog: “Aquele sentimento de quando você já comeu todas as McFritas mas ainda tem molho barbecue. :(“. O mesmo fez a Oi, tentando encontrar um viés positivo: “Foco, Brasil. Lembra que ainda podemos ganhar da Argentina”.

Fonte: Meio & Mensagem

 

3G só vai chegar a todos os brasileiros em 2019

Depois da porrada alemã, decidi relembrar essa outra notícia triste.

Slow-iPhoneO ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, previu que a cobertura gradativa da rede 3G só atenderá todo o país em 2019. “É razoável que as empresas façam investimentos dos grandes centros para os pequenos centros”, justificou.

Segundo Bernardo, a falta de estrutura é a principal vilã para a sobrecarga do sinal. “Às vezes tem cinco mil pessoas usando a mesma antena, é evidente que não vai funcionar”, diz ele ao apontar a “Lei de Antenas”, aprovada no Senado, como solução para atenuar a dificuldade técnica.

O Plano Nacional de Banda Larga também esteve em pauta. Para o ministro, é preciso investir nas redes de transporte para estender a fibra óptica às regiões afastadas. Atualmente, quase metade das cidades brasileiras (47%) não tem acesso a esta tecnologia que oferece internet mais rápida e estável.

O maior desafio será levar conexões para as cidades localizadas em regiões de mata densa, como a Floresta Amazônica. Construir infraestrutura de fibra na floresta só seria possível com cobertura de satélites.

Fonte: Olhar Digital

Uma derrota que nem doeu tanto – mudanças no futebol brasileiro

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup BrazilAos poucos eu estava comentando as rodadas da Copa na sua primeira fase. Depois, num misto de preguiça e falta de tempo, decidi esperar para comentar apenas após as semifinais, das quais acreditava que o Brasil faria (como fez) parte. Porém, não dá para esperar o jogo entre Argentina e Holanda para me manifestar sobre o verdadeiro massacre ocorrido em Belo Horizonte e que, convenhamos, foi tão poderoso e rápido, nem doeu tanto.

A derrota (e eu seu que é fácil falar isso depois do jogo e que não deixa de ser um clichê) deixa claro uma série de mudanças que precisam acontecer no nosso futebol. Não sei exatamente a ordem na qual elas precisam acontecer, mas cito as que acho mais importante abaixo.

– Mudança no estilo e intensidade dos treinamentos da seleção (e dos clubes). Ficou provado que a nossa seleção não tinha um plano B treinado (a defesa desentrosada e a falta de jogo no meio de campo são provas disso). Mas o pior mesmo é que até haveria tempo de treinar, não fosse o exagerado número de folgas dadas pela comissão técnica. A Alemanha, nossa algoz, treinou bem mais do que nós nessa Copa.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança no estilo de concentração da seleção. Caros, alemães e holandeses mostraram que não é preciso se isolar, colocar o time dentro de um castelo intransponível ou deixar tudo virar um grande ôba-ôba. As duas delegações mostraram que é possível fazer um trabalho sério e se divertir. Mais ainda, mostraram que contato com o povo não faz mal a ninguém.

– Mudança na maneira de formar nossos jogadores. Tem muita gente “normal“, mas muito pouca gente que consegue “pensar o jogo“. Faltam armadores (principalmente).

– Mudança na mentalidade de torcedores, dirigentes, técnicos e, até, jornalistas. Já não somos os melhores faz tempo. Não jogamos bonito desde 1982 e não temos razão para bater no peito com orgulho de nossas últimas participações em Copas. Uma reformulação na base (clubes) e até mesmo a contratação de um técnico estrangeiro para a seleção deveriam ser consideradas, antes que percamos toda e qualquer chance de reação.

Brazil v Germany: Semi Final - 2014 FIFA World Cup Brazil– Mudança na quantidade de faltas cometidas por nossos times/jogadores. O que tem de brucutu fazendo faltas, orientados pelos “professores” que comandam os times é uma festa. Dizer que equipes como o Barcelona, o Real Madrid ou a Seleção Alemã fazem poucas faltas por conta da qualidade de seus atletas é admitir que nós não temos qualidade. Não seria melhor colocar os que jogam melhor no lugar dos que só correm e batem, mesmo que “a equipe fique mais vulnerável“?

Temos que aproveitar os bons estádios e manter os bons gramados, para exigir mais qualidade de jogadores e treinadores. Não dá para ver partidas do futebol europeu (excelentes) e depois assistir as peladas jogadas no Brasil.

Dei-me o direito de não comentar sobre a partida desta terça, porque não há o que comentar. Toda e qualquer opinião vai estar contaminada pelo espanto, indignação, vergonha e humilhação pelo que vimos no Mineirão.

Fotos: Image.net

Palavra do Dia: Copa

A Copa do Mundo está quase acabando, mas você sabe o que a palavra copa quer dizer?

 

CopasCopa 

Nome dado a torneio esportivo no qual se disputa um troféu. O termo tem origem no latim ‘cuppa’, que significa tonel, taça. A Copa do Mundo de Futebol é uma competição internacional que ocorre a cada 4 anos, entre as melhores seleções nacionais do mundo. A primeira edição do evento foi realizada em 1930, no Uruguai, cuja seleção ganhou a taça naquele ano. A Copa do Mundo é o segundo evento esportivo mais assistido no mundo, atrás apenas dos Jogos Olímpicos.
Definição:

(co.pa) [ó]
sf.
1. Espécie de vaso fundo de tamanho e formatos diversos, para conter bebida, e do qual se a bebe; CÁLICE; TAÇA [Tb. us. em liturgia, heráldica etc.]

2. Taça artística us. como prêmio aos vencedores de competições; TROFÉU: A copa da Suécia em 1958 foi apenas a primeira de uma série de cinco conquistadas pelo Brasil.

Copa árvore3. Torneio esportivo no qual se disputa um troféu: Copa Davis (de tênis),, a Copa do Mundo de futebol[: O Brasil foi campeão pela quarta vez na Copa de 1994..Us. às vezes no Brasil como referência à Copa do Mundo de Futebol]

4. Cômodo de uma casa contíguo à cozinha onde se guardam louças, talheres, roupas de mesa etc., e onde se fazem refeições íntimas.

5. Esse cômodo em estabelecimentos públicos como hotéis, hospitais, escolas etc., onde se preparam refeições leves a serem servidas, lava-se a louça etc.

6. Parte superior do chapéu.

7. Parte superior das árvores, formada pela ramagem, em forma convexa.

Copa do Mundo - troféu8. Cada uma das guarnições redonadas nas duas extremidades do bocal de freio campeiro

9. Para o naipe de baralho, ver copas.

10. Vasilha de aduelas na qual se pisa a uva e se deixa o mosto fermentar; BALSEIRO; DORNA

11. Ant. Gír. Nota de quinhentos (mil réis, ou cruzeiros)
[F.: DO lat. cuppa ‘vaso’.]

Motorola atrasa atualização de smartphones da linha Razr para Android 4.4 KitKat

Pode até ser que não aconteça, mas fico com a impressão de que a Motorola vai ganhar um bom número de processos dos seus consumidores.

Família razrA Motorola vai atrasar a disponibilização do Android 4.4 KitKat para os smartphones da linha Razr, que havia sido garantida pela empresa até o final do segundo trimestre de 2014.

Em resposta a INFO, a Motorola pede desculpas aos consumidores e reafirma que os donos desses aparelhos podem aguardar o novo sistema do Google ainda neste ano.

O atraso se deve às diferenças de hardware entre os smartphones e a atual linha de aparelhos da empresa, que inclui o Moto X, Moto G e Moto E. A família Razr foi criada no começo da década de 2000 com o Razr V3, que era um dos celulares mais vendidos da história da Motorola. Esse posto foi tomado pelo Moto G recentemente.

Leia, na íntegra, a resposta da Motorola sobre o atraso da atualização do sistema Android na linha Razr:

“A Motorola reafirma o seu compromisso em oferecer upgrade de software para o Motorola Razr HD, Motorola Razr i, Razr D1 e Motorola Razr D3 para a nova versão AndroidT 4.4, KitKat.

Porém, por se tratarem de produtos baseados na arquitetura anterior, que não seguia ainda o conceito do Android puro, o processo levará mais tempo do que o planejado para que adaptações necessárias na interface do usuário destes modelos sejam realizadas.

A Motorola se desculpa com seus consumidores e informa que está trabalhando para disponibilizar este upgrade – o antes possível – ainda neste ano. “

Fonte: Info