Vendas de tablets despencam 35% no Brasil

Tablets são, muito provavelmente, os gadgets que mais dividem a minha opinião. Uma vez disse que não acreditava no seu sucesso, já que os via apenas como uma boa ferramenta de trabalho. Errei (?) e eles se popularizaram- até eu comprei um. Porém, a queda nas vendas parece determinar que o topo já foi alcançado e que agora a coisa vai ladeira abaixo. Será?

Tablet_GradienteA venda de tablets no Brasil despencou 35% no segundo trimestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com novos dados da IDC Brasil.

Segundo a consultoria, foram vendidos 1,27 milhão de tablets entre os meses de abril e junho – desse total, 34 mil são os chamados PCs “2 em 1” ou híbridos”, que são contabilizados na categoria de tablets. Além disso, esse número é 29% menor em comparação com o primeiro trimestre de 2015.

A divisão das vendas no segundo trimestre ficou assim: 401 mil tablets em abril, 421 mil em maio e 446 mil em junho.

Com este número total de vendas no período, o mercado brasileiro representa 3% do total de vendas no mundo e encerra o segundo trimestre de 2015 na 8ª posição no ranking mundial, aponta a IDC.

Por fim, a consultoria aponta que a maioria (68%) dos tablets vendidos no Brasil no último trimestre custa 500 reais ou menos.

Tablet-AndroidDólar alto é vilão

Segundo o analista de pesquisas da IDC Brasil, Pedro Hagge, o desempenho do mercado ficou abaixo do esperado no Brasil. O executivo aponta a alta do dólar como o principal vilão, que teria feito com que mais da metade das marcas que faziam negócios no mercado brasileiro deixassem o país.

“Os tablets são produtos totalmente dependentes da cotação da moeda americana. Empresas menores, que importavam seus produtos de olho no bom desempenho do mercado, que aconteceu entre 2013 e 2014, e que não têm estrutura física e nem fabricação local, não conseguem acompanhar a flutuação do dólar, tendo apenas duas opções: encalhar com o produto ou vender com prejuízo. Muitas delas acabam imigrando para outro país que esteja vivendo um momento econômico melhor”, explica.

2015 no vermelho

Com tudo isso, a previsão do IDC para o ano completo não é das melhores. A consultoria estima que serão vendidos 6,5 milhões de tablets no Brasil em 2015, número 29% menor em relação ao registrado em 2014, quando foram comercializados 9,5 milhões de aparelhos desse tipo.

Fonto: Computerworld

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Linux Internacional promete PC com custo de até US$ 45 no Brasil

magazin_linuxO diretor executivo da Linux International, Jon “Maddog” Hall, informou nesta quarta-feira, 14/10, em Foz do Iguaçu (PR), um acordo para produção de computadores de baixo custo no Brasil, por meio de uma parceria entre o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) – associação sem fins lucrativos – e a comunidade LeMaker, sediada na China.

A LeMaker é responsável pela produção do Banana Pi, uma referência mundial em microcomputadores de baixo custo. O anúncio aconteceu na 12ª Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware 2015), que acontece no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

“Esses computadores serão open source (código aberto), o que permitirá que qualquer um projete sua placa como quiser, e ainda USB 3.0. A previsão é que custem entre US$ 40 e US$ 45 aqui no Brasil”, destacou, sem precisar uma data para o início da produção dos equipamentos. Segundo ele, as primeiras 20 mil placas devem ser comercializadas a preço de custo para organizações sem fins lucrativos, como universidades e laboratórios de pesquisa.

Ainda segundo “Maddog”, com a fabricação dos computadores de baixo custo, uma nova cadeia de produção pode ser construída no País. “Essas empresas poderão contratar mais brasileiros e, dessa forma, o dinheiro ficará no Brasil, em vez de ser mandado para o exterior”, completou.

Fonte: Convergência Digital

Netflix traça planos para investir em jornalismo

Seria uma luz para uma profissão em perigo (pelo menos no Brasil)?

netflix-logo
Após incomodar os canais de TV com o lançamento de séries originais como ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e ‘Demolidor’, o radar do Netflix parece apontar para novos rumos. O serviço de streaming, que acaba de alcançar 69 milhões de assinaturas ao redor do mundo, divulgou a intenção de produzir conteúdo jornalístico. Em uma videoconferência realizada após a divulgação de resultados do terceiro trimestre da companhia, o CEO Reed Hastings e o diretor de conteúdo da marca, Ted Sarandos, deixaram claro o interesse em investir na área.

A inclusão de programação noticiosa foi abordada inicialmente por Hastings, que questionou Sarandos sobre a possibilidade de competir diretamente com o grupo de mídia online Vice. “Provavelmente alto”, respondeu o executivo. A empresa canadense é apontada como um dos maiores exemplos de jornalismo inovador e dinâmico, usando 30 escritórios globais para elaborar programas e documentários focados no relato dos repórteres. Os bons resultados renderam uma parceria com a HBO para a produção do primeiro noticiário do canal.

“No que se refere ao jornalismo, estamos nos tornando definitivamente mais aventureiros em termos de gêneros do que estamos fazendo agora”, declarou Sarandos. O serviço de streaming já vem demonstrando a afinidade com a área nos últimos anos, após demonstrar apoio a diversos documentários, como ‘Our Planet’, que vai explorar a vida selvagem em localidades remotas ao redor do mundo.

Além disso, o talk-show é outro gênero tem chamado atenção dos executivos do Netflix A primeira produção neste sentido está prevista para 2016, com o comando da comediante americana Chelsea Handler, que é apresentadora do canal E -Entertainment Television. “Estamos interessados em ser capazes de melhorar a experiência de consumo de qualquer tipo de conteúdo que as pessoas estejam assistindo”, disse Sarandos.

Fonte: Comunique-se

Google e Yahoo aumentam esforços no controle de spam

google11O Google e o  Yahoo estão expandindo o uso de um bem-sucedido sistema que consegue identificar spam. O movimento é parte de um esforço a longo prazo para implementar uma série de revisões projetadas para descobrir se um e-mail realmente foi enviado por um domínio que ele diz se originar.

E-mails fraudulentos são um problema antigo, uma vez que é fácil forjar o endereço do remetente, tornando mais fácil para o destinatário acreditar que veio de uma fonte legítima.

Até 2 de novembro, o Yahoo planeja usar o DMARC, sigla para Domain-based Message Authentication, Reporting & Conformance ou Mensagem baseada no domínio de Autenticação, Relatório & Conformidade para seus serviços ymail.com e rocketmail.com. No ano que vem, o Google também planeja direcionar o Gmail para uma política rigorosa do DMARC, de acordo com um release para a imprensa.

Como funciona

yahooO DMARC permite que remetentes de e-mails digam aos serviços de recebimento se eles estão usando duas outras tecnologias para limpar spam.

Muitos remetentes usam o DKIM (DomainKeys Identified Mail) que usam assinatura criptografada ao redor de um e-mail que verifica o nome do domínio através da mensagem que foi enviada.

A segunda tecnologia, SPF (Sender Policy Framework) permite que destinatários indiquem quais hosts são autorizados a enviar seus e-mails, permitindo que organizações que os recebem discartarem mensagens daqueles endereços fraudulentos que chegam na caixa de entrada.

O DMARC também permite alguma flexibilidade para destinatários, permitindo que eles digam ao destinatário o que fazer se algumas mensagens não forem autenticadas. Destinatários também podem informar remetentes o que eles fizeram com as mensagens que não passaram pelo sistema.

A ideia é cortar drasticamente e-mails do tipo phishing, que buscam levar pessoas a clicarem em links maliciosos ou revelar informações pessoais.

Vale ressaltar que o DMARC conta com apoio amplo da indústria e também é usado pelo Facebook e Microsoft.

Fonte: IDG Now!

Comércio deve contratar poucos “temporários”

E depois dizem que a crise não é tão grande. Nunca na história desse país tivemos uma recessão tão forte após um período de crescimento tão significativo.

Crise econômica brasileira

Crise econômica derruba expectativa de vendas. Mais da metade dos comerciantes venderam menos do que o esperado nos últimos 90 dias

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para mapear a intenção de contratação de trabalhadores temporários procurados pelo comércio varejista no final do ano revela que o setor deve preencher apenas 12,5 mil vagas até dezembro, considerando as capitais e o interior do país. De acordo com o levantamento, 88% dos empresários consultados não contrataram e não pretendem contratar funcionários para o final do ano.

Crise econômica brasileira IIPara os economistas do SPC Brasil, a baixa intenção de contratação está ligada ao pessimismo com as vendas. De acordo com o levantamento, 44% dos empresários entrevistados acreditam que as vendas em 2015 serão piores do que as registradas em 2014, devido, principalmente, ao cenário econômico menos favorável (29%), ao desemprego (20%) e à diminuição do poder de compra com a inflação (16%). Um dado que corrobora a baixa perspectiva, é que para 50% dos comerciantes consultados o faturamento dos últimos três meses foi mais fraco que o esperado.

“As contratações temporárias sempre foram uma boa oportunidade para o jovem que está procurando o primeiro emprego ou para quem está desempregado e quer se reposicionar no mercado de trabalho. Neste ano, porém, a crise econômica derrubou a expectativa de faturamento dos varejistas e por isso poucos comerciantes pretendem contratar nos próximos meses”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Metodologia

Em setembro de 2015, foram ouvidos 605 empresários e gestores responsáveis pela contratação de mão de obra de empresas de  comércio varejista localizadas nas capitais e interior do país. A margem de erro é de 3,0 p.p. e o intervalo de confiança de 95%.

Veja a íntegra da pesquisa

Fonte: SPC

Internet 5G iniciará testes no Brasil a partir do ano que vem

Enquanto isso, continuamos sofrendo com o 3G!!

Metal antenna symbol with letters 5G on white
Metal antenna symbol with letters 5G on white

O primeiro teste da conexão 5G acontecerá no país em 2016, através de uma parceira da sueca Ericcson com a América Móvil e as universidades de São Paulo, Federal do Ceará e Unicamp.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à sede da empresa na Suécia nesta segunda (19). “Estou convencido de que a próxima geração de banda larga móvel e a Internet das Coisas, possibilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em áreas como saúde, educação, serviços de energia e agricultura, e em novas aplicações na indústria”, disse Hans Vestberg, presidente e CEO da Ericsson.

A Ericsson, juntamente com a América Móvil, realizará o primeiro teste de 5G no Brasil durante o ano de 2016. O projeto vai permitir que operadoras de telecom e seus parceiros, como instituições acadêmicas, agentes de saúde, energia e agricultura testem as funcionalidades da conexão em uma rede ao vivo.

Além disso, a Ericsson e a América Móvil também irão implementar um sistema de testes para Internet das Coisas (IoT). Essa iniciativa vai focar, especificamente, em aplicações de baixo consumo de bateria, como sensores de baixa potência para áreas remotas.

“Para o 5G, nosso foco é entender como os sistemas serão usados tanto pela sociedade quanto pela indústria. Para estar com redes comerciais prontas em 2020, a Ericsson fechou uma parceria com a América Móvil para o primeiro sistema de testes de 5G no Brasil, como uma demonstração clara da nossa vantagem competitiva, e, ao mesmo tempo, uma forma de levar a pesquisa para fora dos laboratórios e para redes de teste ao vivo.”

5G IIAlém da pesquisa de 5G com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que já falamos por aqui, a Ericsson também anunciou programas adicionais com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a serem realizados em 2017. Uma delas é a a Cyber-Physical Systems, que são redes que se comunicam sem intervenção humana. Eles poderiam, por exemplo, fornecer a base para sistemas rodoviários que se comunicam com autoridades rodoviárias em casos de emergência, sistemas de clima, que monitoram as condições da estrada, e carros autônomos.

Foi apresentado também o MiMo (multiple-input multiple-output), com a Universidade Federal do Ceará. Trata-se de sistemas de 5G com design transceptor com várias antenas em estações rádio base e terminais de usuários (MiMo). O objetivo é aumentar significativamente a capacidade dos sistemas de comunicação móvel atuais.

O teste de rádio da Ericsson demonstrou 5Gpbs em 2014 – a primeira no mundo – e a companhia está começando testes e medições ao ar livre. O objetivo é a implementação comercial completa até 2020.

Fonte: Mundo Bit

Mercado de smartphones recua 13% no segundo trimestre

Recentemente publiquei um texto onde Andy Rubin, o “pai do Android”, afirmava que o futuro não está no mobile. O dado sobre a queda nas vendas de smartphones pode até ser uma confirmação dessa previsão, mas fica a pergunta: para onde vai o futuro? Será que só Doc. Brown pode responder isso?

Particularmente acho que a diminuição do número de smartphones vendidos é uma coisa natural. Assim como acontece com todos os setores, depois de um boom prolongado de consumo é previsível que haja um desaquecimento do mercado. O que será que acham os ““”gurus digitais””” (aspas triplas)?

Compra pelo smartphoneO mercado brasileiro de smartphones encolheu no segundo trimestre do ano, conforme dados da empresa de pesquisa de mercado IDC Brasil. O setor registrou queda de 13% em unidades vendidas em relação ao mesmo período de 2014. Entre abril e junho, o setor comercializou 11,3 milhões de unidades. O crescimento visto no período de janeiro a março, quando as vendas aumentaram 33% em relação a um ano antes, não deve se repetir este ano.  Para a consultoria, o cenário é desfavorável, e as vendas devem continuar em queda.

No segmento de feature phones, a queda é ainda mais acentuada, motivada em maior parcela pela migração da base de usuários para os smarpthones. O levantamento mostra que a venda dos aparelhos simples, que apenas fazem chamadas e trocam mensagens SMS ou MMS, caiu 78% no segundo trimestre, em relação ao segundo trimestre de 2014. Foram 936.725 aparelhos do tipo comercializados no período.

“Os problemas na economia, a inflação acima de 9%, a taxa de desemprego crescente e o índice de confiança do consumidor, que está em um patamar pior do que durante a crise de 2009, são os fatores responsáveis pelo mau desempenho. O cenário piora a cada mês e acredito que não haverá recuperação breve”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil.

Apesar das dificuldades, as empresas estão conseguindo evitar que o faturamento caia na mesma proporção. Segundo o analista, houve queda de apenas 7% na receita. “Isso mostra que o consumidor brasileiro não está mais tão sensível aos preços e compra produtos mais caros também. As fabricantes estão investindo e colocando aparelhos cada vez melhores no mercado”, lembra. O ticket médio dos aparelhos aumentou R$ 78. Passou de R$ 789 (primeiro trimestre) para R$ 867 (segundo trimestre). Ele ressalta, no entanto, que os smartphones mais caros têm um ciclo de vida maior, o que também impacta o resultado das vendas futuras.

Smartphones-UsersO estudo revela, ainda, que os dispositivos começam a “encalhar” nas lojas. O estoque em toda a cadeia de produção, seja de insumos ou de aparelhos prontos, nunca foi tão grande como no segundo trimestre deste ano. “A alta do dólar obrigou o mercado a adiantar as compras para fugir do repasse de preços. Agora, para o mercado girar, fabricantes, canal e varejo tiveram que usar estratégias agressivas de preço para comercializar os produtos. Não há uma referência de valores aplicados e muitas empresas fizeram verdadeiras loucuras para conseguir cumprir suas metas”, analisa.

As operadoras têm tido papel fundamental para fazer o setor girar. São elas que estão identificando os consumidores dispostos a fazer um upgrade.”Elas observam em seus bancos de dados os usuários que adquiriram smartphones há algum tempo e propõem atualização. Se não houvesse essa movimentação, a queda no volume de vendas seria ainda maior”, diz Munin.

De acordo com o estudo, o cenário para o restante do ano não deve ser diferente. Apenas a Black Friday e o Natal podem dar algum fôlego ao mercado. Se o dólar continuar alto, um novo repasse de preços pode acontecer nos próximos meses. A expectativa da IDC Brasil é de que 50 milhões de smartphones sejam vendidos até o fim de 2015, número que é 8% menor do que o volume comercializado em 2014. Já o mercado total, somando feature e smartphone, deve cair 24%.

A pesquisa mostra, também, que os phablets, aparelhos com telas acima de 5.5 polegadas, corresponderam a apenas 3% das vendas. Os dispositivos com tela de 5 a 5,5 polegadas representam a maior fatia do mercado de smartphones. Já o interesse pelo 4G aumentou: 34% dos aparelhos vendidos no segundo trimestre têm tecnologia, o que deve pressionar a rede das operadoras em banda larga móvel.

Fonte: Tele Síntese

Vendas de impressoras 3D devem superar 5,6 milhões de unidades em 2019

Um dia……

Impressora 3d portátilA quantidade mundial de impressoras 3D chegará a 496.475 unidades em 2016, número 103% maior do que as 244.533 previstas para 2015. As remessas internacionais devem mais que dobrar a cada ano entre 2016 e 2019, quando se estima que as vendas globais superem 5,6 milhões de unidades. As estimativas são do Gartner.

“Inovações aceleradas de qualidade e desempenho em todas as tecnologias de impressão 3D estão impulsionando as demandas de empresas e consumidores. Esse mercado está mudando de uma perspectiva de nicho para um ambiente de consumo amplo e global”, afirma Pete Basiliere, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

As remessas mundiais por faixa de preço são influenciadas pelas tecnologias de impressão 3D. Há produtos de até US$1.000, e outros com faixa de preço de US$ 1.001 a US$ 2.500. Impressoras 3D com preço inferior a US$1.000 corresponderão a 25,5% do total das duas faixas de preço em 2015, devendo atingir 40,7% do total em 2019.

O estímulo ao mercado de impressoras 3D comerciais com preço inferior a U$2.500 não é de compras caseiras, mas para aquisições de dispositivos de baixo custo por escolas e universidades, enquanto os fatores motivadores do mercado empresarial são a qualidade do produto final e os avanços em material.

“Impressoras 3D criam protótipos de novos objetos, produzem ferramentas e acessórios e imprimem bens de alta qualidade em pouco tempo. Essa capacidade multifacetada está impulsionando o crescimento em um nível global”, afirma Pete Basiliere, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Sete tecnologias compõem esse mercado, com previsão de que a produção de materiais lidere as remessas com 232.336 unidades em 2015 e 5.527.493 unidades em 2019, principalmente com a venda de impressoras para iniciantes.

Os preços médios de venda variam de acordo com a tecnologia e o mercado. Os setores possuem dinâmicas diferentes, incluindo mistura de dispositivos, valores dos componentes e exigências de compradores. As impressoras por deposição de energia direcionada têm o preço mais elevado, seguidas pelas impressoras de sinterização a laser.

Fonte: CIO

Setor eletroeletrônico prevê fechar mais de 30 mil vagas em 2015

Indústria eletrônica
Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee), com base em informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho -, apontam que, no acumulado deste ano, até o mês de agosto/2015, as indústrias elétricas e eletrônicas fecharam 25.120 vagas, reduzindo para 268,5 mil o número de empregados diretos no setor.

Nos últimos 12 meses, o saldo negativo entre o total de admissões e de desligamentos atingiu 33.390 vagas. A Abinee constatou que em dezembro/2013, o setor empregava 308,6 mil trabalhadores. Em dezembro/2014 eram 293,6 mil. Para dezembro/2015, a previsão inicial é de 263 mil empregados. Ou seja, ao término dos 12 meses deste ano, o setor deverá ter fechado mais de 30 mil vagas.

Fonte: Convergência Digital

Pai do Android acha que o futuro da tecnologia não é o mobile

Sempre acho que esse tipo de previsão é extremamente duvidosa. Pseudo gurus digitais sempre me lembram os economistas em tempos de crise: sempre há um, entre milhares, que acerta, na maioria das vezes por mero acaso. Neste caso específico, a coisa é um pouco diferente, já que a pessoa que faz as previsões tem um senhor pedigree.

Google-AndroidAndy Rubin, o “pai do Android”, acredita que o futuro da tecnologia não está nos dispositivos móveis. Em um discurso feito nesta semana na Califórnia, Estados Unidos, ele revelou que acredita que a nova plataforma de comunicação não deve ser como conhecemos. “O mobile ainda não está indo embora. Mas acredito que em algum ponto do futuro – não nos próximos 10 ou 20 anos – alguma forma de inteligência artificial, por falta de termo melhor, será a próxima plataforma de comunicação.

Rubin criou o Playground, um fundo de capital de risco e incubadora que tem como objetivo descobrir qual é a próxima grande coisa, “o que irá além do celular ou do tablet”, segundo o desenvolvedor. “Quando você gastar todo o seu tempo interagindo com a tela, você tem que começar a pensar em coisas que não têm uma tela”, explicou.

O desenvolvedor aposta ainda que a nova tecnologia será capaz de recolher e analisar todas as informações geradas por dispositivos conectados.

Fonte: Olhar Digital

Waze recebe acesso a dados de criminalidade

Foi uma tragédia, mas é um absurdo colocar a culpa da morte de uma mulher que foi alvejada por uma rajada de balas em uma rua de Niterói no aplicativo Waze. As vítimas cometeram um erro bobo – trocaram avenida por rua – e o GPS os levou para o endereço pedido, que fica no meio de uma favela (comunidade é muito politicamente correto), onde bandidos armados atiram em qualquer um que passe por lá.

Isso é um problema de segurança pública!!

As manchetes falando sobre o Waze foram um exemplo de mau jornalismo e as matérias mostrando os perigos dos aplicativos com GPS foram exemplos de desinformação e falta de apuração. Agora, autoridades do Rio resolvem dar ao Waze informações sobre criminalidade. Não seria melhor dar ao cidadão segurança para andar pelo estado ou acabar com os nomes de ruas e avenidas duplicados?

Waze IIExecutivos do Waze se encontraram nessa semana com autoridades da prefeitura e do estado do Rio de Janeiro dias após o assassinato de Regina Múrmura – ela estava no carro com o marido Francisco quando o aplicativo recomendou um caminho que passava pela comunidade do Caramujo, em Niterói. Alvejados por bala, eles fugiram do local, mas Regina foi atingida e morreu no hospital.

Di-Ann Eisnor, COO global do Waze, recebeu das autoridades uma base de dados pública com estatísticas de crimes, bem como mapas de comunidades da cidade do Rio de Janeiro e imediações. A partir das informações, a ideia é que o aplicativo seja aperfeiçoado – não se sabe, ainda, como.

Di-Ann marcou presença nesta semana no Maximídia. Durante sua apresentação, se demonstrou triste e chocada pelo que aconteceu, e afirmou que o Waze se reuniria com comunidade e autoridades para uma resposta à questão. “O Brasil nos ajudou a entender novos caminhos para o aplicativo no passado e está sendo o mesmo agora”, afirmou – referindo-se, por exemplo, ao mecanismo que evita que carros circulem por zonas de rodízio. Di-Ann argumentou também que muitas pessoas moram em comunidades e o aplicativo não pode deixar de falar sobre os caminhos aos quais elas precisam ir.

Fonte: Meio & Mensagem

Netflix lança pré-pago no Brasil

A gente sabe que está evoluindo quando alguns serviços que só encontrávamos lá fora começam a aparecer por aqui. Agora só falta fazer com que os políticos tenham algum senso de moral para que a gente não precise ficar vendo House of Cards.

Cartão netflixA Netflix lançou no Brasil um sistema de pagamento pré-pago.

Comprando cartões nos valores de R$ 30, R$ 70 e R$ 150 o cliente poderá pagar a assinatura de qualquer um dos planos oferecidos pelo serviço.

Os cartões estarão disponíveis nas redes Saraiva e Walmart e, em novembro, nas lojas da rede Pão de Açúcar. Também é possível adquiri-los no site disponibilizado pela Netflix.

Nos Estados Unidos, o modelo pré-pago funciona desde julho deste ano, no mesmo mês, a opção também passou a ser oferecida no Canadá, México e Alemanha. Em alguns países da Europa e no Japão a Netflix já vende os cartões.

Fonte: Meio & Mensagem

Estadão ganha versão impressa gratuita até o fim do ano

Peraí! Os jornais e revistas estão demitindo aos montes e o Estadão vai distribuir um jornal de graça? Alguma coisa não está certa nessa crise ou faltam soluções criativas para gerar lucros.

estadao-shoppingToda sexta-feira, a partir de 16 de outubro, o Estadão vai disponibilizar para os leitores uma edição especial e gratuita. A ideia é que, até dezembro, o material impresso leve ao público informações que auxiliem no momento da compra, com destaque para a Black Friday. A versão se chamará Estadão Shopping e será distribuída em pontos de grande fluxo na Grande São Paulo.

Com circulação de 330 mil exemplares, o projeto chega em formato tabloide com novidades, lançamentos, produtos, liquidações, dicas, notícias, tendências e novas tecnologias, muitas vezes utilizando a chancela de cadernos publicados na versão pagada de O Estado de S. Paulo, como ‘Paladar’, ‘Jornal do Carro’, ‘Casa’ e ‘Viagem’. Em 26 de novembro, quando acontece a Black Friday, o número de impressos distribuído será de 500 mil exemplares. A medida prevê que 1,8 milhão de pessoas sejam atingidas.

“Queremos aproximar anunciantes do público consumidor no período historicamente mais forte do varejo, visando principalmente Black Friday e Natal”, explicou o diretor de marketing publicitário do Grupo Estado, Marcelo Moraes.

Fonte: Comunique-se

Twitter lança módulo para promover eventos ao vivo: Moments

Ultimamente tenho tido mais dúvidas que certezas. Se essa nova funcionalidade do Twitter vai ser útil é uma delas.

Twitter MomentsA cada 24 horas, o evento que utilizar a nova funcionalidade do Twitter, a Moments, recém-lançada, contará com um recurso em os tweets sobre ele se organizem e sejam apresentados em tempo real para os seguidores.

Moments converte em tempo real do fluxo de tweets em torno de um mesmo eixo e quando os seguidores abrirem o app verão uma guai específica onde os posts estarão reunidos.

As pessoas poderão seguir toda a timeline em forma cronológica, incluindo textos, fotos, vídeos e videos do Vine com seis segundos de duração.

Twitter Moments II“O que queremos é proporcionar uma forma simplificada para os usuários obter o valor instantâneo da plataforma e, literalmente, tirar o melhor do que está acontecendo no Twitter agora”, disse o vice-presidente de Vendas Twitter Matt Derella. Ele acrescentou que a seção “deve ser uma maneira muito fácil de acompanhar com o que está acontecendo em seu mundo com um simples toque.”

Momentos vai estrear sem anúncios, mas isso poderá mudar em breve. Nas próximas semanas algumas marcas serão convidadas a testar os formatos de comunicação existentes dentro da nova ferramenta, num padrão que está sendo chamado de “promoted moments”.

Fonte: ProXXIma

Produção nacional movimenta grades de A&E, Fox e Turner

Notícia importante para os que gostam de TV por assinatura.

TV-DigitalQuatro anos após a aprovação da Lei da TV Paga, que exige cotas de produção nacional para operadoras do mercado, entre outras determinações, grupos de mídia estrangeiros falam sobre bons resultados no Brasil. O tema norteou debate conduzido no RioMarket, encontro para negócios do setor audiovisual realizado ao longo do Festival do Rio.

Para a executiva Krishna Mahon, diretora de conteúdo original da A&E – responsável pelo canais History, A&E, Lifetime e H2 no Brasil -, a determinação legal fez com que o grupo fosse obrigado a recorrer a soluções inovadoras. “A cota de produção nacional não afetou nosso orçamento, então precisamos ser mais criativos do que nunca”.

O resultado mais significativo foi do A&E. “Com a experiência positiva de ‘Até que a Morte nos Separe’, em coprodução com a Prodigo Films, e depois do ‘Polícia 24h’, que fizemos em parceria com a Band, aumentamos em 250% nossa audiência”, comenta a profissional. “Hoje, o canal passa por uma reestruturação e está mais aberto a atrações com conteúdo investigativo, experiências sociais, realities com personagens marcantes e séries de entretenimento”.

O cenário foi parecido na Turner, que programa canais como TNT, Space, Cartoon Network e Boomerang. Dentro do grupo, o canal mais beneficiado pela produção nacional foi o TBS, que exibe o programa de comédia ‘É tudo improviso’ e o ‘Show do Kibe’, que une números de stand-up a entrevistas. “O canal passou a ser conhecido pelos brasileiros, fez com que os telespectadores notassem a existência dele e prestassem atenção”, avalia a diretora de conteúdo e produção da companhia, Silvia Fu. “Começamos muito conservadores e receosos, mas a lei reforçou essa necessidade dos grupos estrangeiros investirem no conteúdo. Com a determinação, os esforços foram bem justificados”, complementa.

Os canais Fox – FX, Fox Sports, Fox Life e NatGeo – também passaram pela dificuldade de ter que produzir conteúdo sem reserva de verba para tal. A solução foi investir em séries. “Fizemos uma parceria para ter a ‘Porta dos Fundos’ e vamos levar o produto para a América Latina. Outra aposta é a série sobre a garota de programa Bruna Surfistinha”, comenta o diretor de desenvolvimento, conteúdo e produção da empresa, Zico Góes. No futuro, o objetivo é condensar mais as produções. “Estamos estudando a ideia de transformar séries em telefilmes, com o mesmo argumento. Além de serem melhores aceitos no mercado internacional, conseguimos exibir sem amarrar muito nossa grade. É difícil manter 8, 10 episódios com a mesma genialidade”.

Fonte: Comunique-se

4G no Brasil: boa velocidade, mas a cobertura ainda é sofrível

Eu quase nunca consigo conectar em boa velocidade.

A OpenSignal publicou os resultados do estudo The State of LTE (que compara o 4G de diferentes países) correspondentes ao terceiro trimestre de 2015. Neles podemos observar que o Brasil, apesar de ter uma posição razoável entre os 68 países analisados ainda tem uma cobertura bastante deficitária.

Com uma velocidade média de 16 Mpbs, o Brasil aparece na frente de países como o Reino Unido, Japão e Alemanha. Mostrando os resultados das operadoras, podemos ver que a liderança é da Claro, com 20 Mpbs, seguida da Vivo (18 Mpbs), Oi (14 Mpbs), Tim (10 Mpbs) e a Nextel, na lanterna, com apenas 3 Mpbs.

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Pode-se argumentar que os números podem iludir um pouco, já que só agora as fabricantes estão começando a levar a tecnologia 4G para aparelhos mais baratos. Assim, a rede ainda não se popularizou, de modo que não há muito congestionamento na rede LTE, o que proporciona velocidades maiores. Será interessante observar se os números positivos se mantém dentro de um ou dois anos.

Já quando o assunto é cobertura, o Brasil não está indo tão bem assim, se encontrando próximo do fim da lista. Os dispositivos com 4G aqui no país têm acesso à rede apenas 50% do tempo, em média. A Claro e a Vivo estão na liderança, quando comparamos as operadoras, com 51% cada, seguidas pela Tim e pela Nextel, com 50%. Já a Oi tem apenas 42%.

Deve-se observar também o critério utilizado pela OpenSignal. A empresa se baseia em seu aplicativo, instalado voluntariamente por usuários, para medir a qualidade da internet móvel. Portanto, o relatório apresenta algumas distorções, já que ele não leva em consideração a quantidade de localidades cobertas com o 4G, apenas quanto tempo usuários de celulares com capacidade LTE conseguem ficar conectados a uma rede móvel da quarta geração.

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Fonte: Olhar Digital

Ministra do STJ diz que municípios, distritos e estados não podem legislar sobre Uber

E a polêmica continua….

Será que os taxistas têm tanto poder assim em uma eleição para impedir a regulamentação do Uber? Tenho certeza de que o serviço oferecido pelos taxistas melhoraria muito.

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Não cabe aos municípios, distritos ou Estados legislar se o Uber pode ou não seguir operando no país, isso porque, tais esferas só podem legislar sobre transporte público coletivo, afirmou a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Fátima Nancy Andrighi, durante sua apresentação no II Congresso Brasileiro de Internet, realizado pela Abranet, em 24/9, em Brasília.

A ministra do STJ, na essência, defendeu que o Uber nada mais faz do que servir de intermediário de contrato de transportes e destacou que o Código Civil prevê este tipo de contrato. “A proibição de aplicativos de intermediação de transporte não pode ser pautada por pressão politica de certas categorias, mas, sim, pelo interesse dos consumidores. Também deveria ser missão do Estado fomentar a livre concorrência.Ela jamais deve ser restringida. São os consumidores os primeiros que devem ser ouvidos quando o Estado quer proibir qualquer atividade econômica lícita”, afirmou.

Também no Congresso da Abranet, o diretor de políticas públicas da Uber no Brasil, Daniel Mangabeira, defendeu que a discussão que vem ocorrendo atualmente não deveria ser sobre a Uber, mas, sim, sobre um mercado novo que surge. “Incentivamos um novo sistema econômico e social”, disse.

“O tipo de modelo de negócio que estamos falamos é que não é preciso ter, mas, sim, como acessar. É uma mobilidade urbana mais eficiente”, acrescentou o executivo. Atualmente, a Uber conta com 5 mil motoristas parceiros e já assumiu compromisso público de chegar a 30 mil até fim do ano que vem no país.

Fonte: Convergência Digital

Brasileiros têm 32% de chances de ser alvo de hackers em um dia

Isso é bom ou ruim?

Hackers
Computadores brasileiros têm 32% de chances de ser alvo de um ataque hacker todos os dias, de acordo com estimativas da Avast.

Segundo monitoramento da provedora de segurança, a Romênia é disparado o país cujo o potencial de ameaças é o mais alto: 52%; em seguida vem a Rússia, onde a possibilidade de ataques gira na casa dos 35%.

Quando o assunto é segurança móvel, os romenos também figuram em posição de destaque nessa lista incômoda. A chance de usuários de dispositivos móveis serem alvos de cibercriminosos é de 34% naquele país.

A probabilidade de ataques contra esses aparelhos na Rússia é de 22%, seguido por Espanha (13%), República Tcheca (10%) e Brasil e Polônia (ambos com 9% de chances).

Fonte: Computerworld

Google cria tecnologia para melhorar reconhecimento de voz

Dá série: “Lá vem o Google de novo aí, gente!

Eu já acho o reconhecimento de voz deles muito bom. Imagino como será essa versão melhorada.

Google-voice-recognition-620x270A equipe de reconhecimento de voz do Google anunciou que a empresa conseguiu melhorar os modelos acústicos de sua rede neural, o que permitirá que os comandos de voz sejam reconhecidos com mais eficiência.

Graças a um recurso que a empresa chama de “Classificação Temporal Conexionista” e uma sequência de técnicas de treinamento discriminativas. O resultado é muito simples: se você tentar fazer uma busca por voz a partir de agora, o Google entenderá mais rápido, com mais precisão e com menos interferência de ambientes barulhentos, diz a empresa.

A equipe diz que a diferença é que a nova tecnologia usa a frase inteira falada, e não apenas fragmentos individuais de palavras, para identificar o que é dito. A tecnologia de redes neurais recorrentes permite identificar os sons da voz dentro de um contexto.

A novidade já está valendo desde já em vários lugares, permitindo reconhecer melhor comandos de voz e buscas no aplicativo do Google no Android e no iOS. Ela também já está presente no ditado para Android.

Fonte: Olhar Digital