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Netflix traça planos para investir em jornalismo

Seria uma luz para uma profissão em perigo (pelo menos no Brasil)?

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Após incomodar os canais de TV com o lançamento de séries originais como ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e ‘Demolidor’, o radar do Netflix parece apontar para novos rumos. O serviço de streaming, que acaba de alcançar 69 milhões de assinaturas ao redor do mundo, divulgou a intenção de produzir conteúdo jornalístico. Em uma videoconferência realizada após a divulgação de resultados do terceiro trimestre da companhia, o CEO Reed Hastings e o diretor de conteúdo da marca, Ted Sarandos, deixaram claro o interesse em investir na área.

A inclusão de programação noticiosa foi abordada inicialmente por Hastings, que questionou Sarandos sobre a possibilidade de competir diretamente com o grupo de mídia online Vice. “Provavelmente alto”, respondeu o executivo. A empresa canadense é apontada como um dos maiores exemplos de jornalismo inovador e dinâmico, usando 30 escritórios globais para elaborar programas e documentários focados no relato dos repórteres. Os bons resultados renderam uma parceria com a HBO para a produção do primeiro noticiário do canal.

“No que se refere ao jornalismo, estamos nos tornando definitivamente mais aventureiros em termos de gêneros do que estamos fazendo agora”, declarou Sarandos. O serviço de streaming já vem demonstrando a afinidade com a área nos últimos anos, após demonstrar apoio a diversos documentários, como ‘Our Planet’, que vai explorar a vida selvagem em localidades remotas ao redor do mundo.

Além disso, o talk-show é outro gênero tem chamado atenção dos executivos do Netflix A primeira produção neste sentido está prevista para 2016, com o comando da comediante americana Chelsea Handler, que é apresentadora do canal E -Entertainment Television. “Estamos interessados em ser capazes de melhorar a experiência de consumo de qualquer tipo de conteúdo que as pessoas estejam assistindo”, disse Sarandos.

Fonte: Comunique-se

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ABTA acredita que crise econômica pode incentivar acesso clandestino

O brasileiro já tem um fraco pela pirataria. Imagine o que pode acontecer com crise econômica, falta de dinheiro, emprego e preços altos…

Tv por assinaturaPessimismo e crise econômica. É isso que mostra os recentes levantamentos feitos pelo Ibope sobre o cenário no Brasil. Com isso, poucos são os setores que não sentiram, ainda, o impacto da situação. No mercado de TV por assinatura, outro ponto, somado à realidade, é motivo de preocupação: o roubo de sinal. O tema foi abordado nesta terça-feira, 28, em encontro com a imprensa promovido pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA). Presidente-executivo da entidade, Oscar Vicente Simões de Oliveira acredita que a condição do país pode incentivar o acesso clandestino à programação fechada.

Na edição de 2015 do congresso, a ABTA vai apresentar a versão atualizada do estudo realizado no ano passado sobre o acesso clandestino à TV paga. Estima-se, de acordo com o executivo, que quase 5 milhões de casas possuem este tipo de conexão atualmente. Em 2014, o número já alcançava 4,2 milhões de domicílios. “Quando a pessoa tem hábito de ter o serviço em casa e, de repente, não pode mais pagar, ela se sente atraída a cair em tentações”, explicou Simões de Oliveira. Ele disse que as mais variadas ofertas facilitam esse tipo de situação e que o crime envolve o mercado internacional e pessoas competentes no esquema.

“O tema é de extrema preocupação para nós da ABTA. Vamos tratar do assunto no congresso deste ano, pois é uma ameaça ao nosso mercado. Esses milhões de usuários piratas poderiam impulsionar o crescimento do setor se fossem assinantes do serviço. Isso nos preocupa demais”, ressaltou o executivo.

Previsto para acontecer no primeiro dia de evento, o painel que fala sobre o furto de sinal terá a participação do deputado federal Nelson Marchezan Filho (PSDB-RS) e de Rubens Hannun, da H2R Consultoria, empresa responsável pelo levantamento, além dos debatedores Marta Ochoa (DirecTV LA), Daniel Ackerman (Departamento de Justiça dos Estados Unidos), Renata Santoyo (Anatel) e André Muller Borges (PLKC Advogados). A conversa será moderada por Antônio Salles Neto, da Seta.

Qual era o cenário em 2014?

TV por aasinatura IIINo ano passado, o Brasil tinha mais de 22 milhões de domicílios com TVs conectadas ao serviço de conteúdo por assinatura. Do montante, 18,4%, o que representa mais de 4 milhões de casas, tinham conexão à TV paga de maneira clandestina. O levantamento mostrou que, se levar em consideração todos os domicílios com aparelhos de televisão, conectados ou não ao serviço de assinatura de conteúdo, a penetração clandestina era de 6,1% (numa base de 68.373.809).

No interior, o roubo de sinal aparecia de maneira mais agressiva, alcançando 45% das casas conectadas. As áreas metropolitanas registravam 32% dos casos. Segundo a H2R, os clandestinos tinham, praticamente, o mesmo perfil de quem assina. Eram predominantemente de 40 a 50 anos, tinham o mesmo nível de instrução e assistiam a TV com frequência semelhante ao restante da população.

Fonte: Comunique-se

Netflix supera HBO em receita por assinantes

 

Netflix HBOReed Hasting, CEO da Netflix, publicou um post no Facebook em comemoração ao “pequeno marco” da empresa. Estatísticas do último trimestre revelaram que a plataforma ultrapassou a HBO em receita por assinantes.

Enquanto a Netflix faturou US$ 1,146 bilhão, a HBO alcançou US$ 1,141 bilhão. Apesar da diferença, o acontecimento é de grande valor para a empresa, visto que a concorrente está há muito mais tempo no mercado. Ainda assim, Hasting ressaltou em sua postagem: “Eles ainda detonam com a gente em renda [no geral] e em prêmios Emmy, mas estamos progredindo”.

Fonte: ProXXIma

Universal Channel é Universal Channel

Universal ChannelA vida sem TV a cabo é praticamente impossível, porém a quantidade de decisões de marqueteiros e do próprio governo no intuito de deixá-la tão pobre e irritante quanto a TV aberta é inacreditável. Caso não chegasse a imposição do governo de obrigar a veiculação de programação de produção nacional em horário nobre, nos obrigando a aturar uma repetição infindável de filmes, nem sempre de boa qualidade, nos deparamos com os próprios canais se auto mutilando. O exemplo mais recente é o do Universal Channel, que depois de anos no ar, trazendo boas séries e criando uma identidade realmente universal, sucumbiu ao brilhantismo da mente de algum marqueteiro retardado, que achou que o nome era muito complicado para o brasileiro comum e resolveu rebatizar o canal para Canal Universal!

Pausa – respira fundo – fim da pausa

Logo Universal ChannelSerá que os executivos da Universal não se tocaram de que o nome que escolheram (o atual) remete a outra empresa, que tem bem menos credibilidade que a maioria e que, para muitos, significa um câncer social, que só serve para extorquir recursos de almas atormentadas e normalmente sem muita cultura?

Sou contra o delivery no lugar do entregas, mas sou contra a perda de identidade ou a falta de opção em vermos nossos programas favoritos no idioma que preferirmos.

Espero (mas não acredito) que a decisão seja revertida, mas….para todos os com um mínimo de senso crítico, Universal Channel será sempre Universal Channel.