Empresa quer trocar janelas de aviões por telas inteligentes

Empresa- trocar-janelas-avioes-telas-inteligentesQuem viaja de avião e sofre nas apertadas poltronas das classes econômicas do mundo, sabe que uma das coisas que podem amenizar o desconforto das viagens longas, da comida ruim, do atendimento deficiente, dos passageiros barulhentos e da falta de opções de entretenimento é ficar olhando a paisagem, mesmo que sejam apenas nuvens ou a escuridão da noite. Bem, já querem acabar até com isso. Querem melhorar as aeronaves diminuindo seu peso e aumentando a aerodinâmica. O problema é acabar com a vista, já que no lugar das paisagens teríamos vídeos e imagens escolhidas pelas empresas aéreas.

Será que custaria muito umas câmeras transmitido o que acontece do lado de fora do avião?

Em dez anos os aviões comerciais podem perder as janelas e, no lugar, entraria em cena uma série de telas que transformariam toda a sua extensão em uma enorme vitrine para exibir o que se passa do lado de fora.

A ideia foi apresentada pela companhia britânica Centre for Process Innovation (CPI) e tem como objetivo não só dar certa inteligência às paredes ao cobri-las com telas sensíveis ao toque, mas também reduzir o peso dos aviões, tornando-os mais sustentáveis.

Isso porque as janelas exigem uma engenharia complexa para garantir que elas aguentem a pressão do voo e, ao tirá-las do desenho, é possível deixar o avião mais fino. Com menos peso, usa-se menos combustível.

Em entrevista ao The Mirror, o dr. Jon Helliwel, representante da COI, explicou que a cada 1% de redução de peso, o avião economiza 0,75% de combustível.

Ao invés das janelas, então, seriam instaladas telas de OLED. Essa tecnologia já está pronta para assumir a forma arredondada do interior dos aviões, mas é preciso vários ajustes para que a ideia saia do papel. Por isso, espera-se que os aviões sem janelas estejam no ar só daqui a dez anos.

Fonte: Olhar digital

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Banda larga: Brasil perde posições e tem velocidade média de 2,9 Mbps

Continuando a falar da banda larga que sempre me faz sofrer….

Fiber optics background with lots of light spotsO Brasil é a 7ª maior fonte de ataques do mundo no trimestre, sendo que no trimestre passado o país estava na 8ª posição, revela o estudo ‘State of the Internet’, da Akamai, divulgado nesta terça-feira, 30/09. O levantamento mostra ainda que o País apresentou maior crescimento em endereços IPv4 no último período de um ano, com 43% de aumento em relação ao segundo trimetre de 2013.

A pesquisa apura ainda que, entre abril e junho, a média global de velocidade de conexão registrou aumento de 21%, atingindo pela primeira vez 4,6 Mbps – velocidade média superior à considerada “banda larga” (4 Mbps). Oito dos 10 países ou regiões com maior velocidade média apresentaram crescimento de dois dígitos percentuais em comparação ao primeiro trimestre de 2014.

A Coreia do Sul manteve-se em primeiro lugar com 24,6 Mbps e crescimento de 4%. Em segundo lugar, Hong Kong apresentou pico de 15,7% Mbps, com crescimento de 18%. No comparativo ano a ano, quatro dos 10 melhores países do ranking – que considerou 136 participantes – apresentaram aumento de velocidade média de conexão superior a 50%, liderados pela Coréia do Sul, com 84% aumento.

No que diz respeito à média global de picos de conexão, houve no período um significativo aumento de 20%, atingindo os 25,4 Mbps. Dos 139 países ou regiões presentes neste ranking, apenas a Zâmbia apresentou queda de velocidade (55%), com 3,8 Mbps. Os demais registraram aumento que variou de 2,3% no Iraque, com 30,4 Mbps, a 65% em Jersey, com 43,2 Mbps. Em primeiro lugar do ranking está Hong Kong, com pico de 73,9 Mbps e crescimento de 12% em relação aos três meses anteriores. Ano a ano, a média (25,4 Mbps) continua a apresentar um sólido crescimento, com evolução de 34% em relação ao segundo trimestre de 2013.

O estudo também segmenta a análise por regiões – Américas, Ásia-Pacífico e EMEA (Europa, Oriente Médio e África). Com base nisso, identifica que na América Latina a velocidade média de conexão variou, trimestre a trimestre, de 5,6 Mbps, no Uruguai, a 1,1 Mbps, na Bolívia. No ranking global, os países estão na 51ª e 137ª colocação, respectivamente. O material destaca Uruguai, Chile e Argentina, com taxas superiores a 30% de crescimento, com 5,6 Mbps, 4,4 Mbps e 4,2 Mbps, respectivamente. Já o Brasil apresentou velocidade média de 2,9 Mbps e, mesmo com o crescimento de 11% em relação ao trimestre anterior, ficou na 89ª posição – caindo duas posições no ranking. Se comparado ao 2T13, cresceu 19%.

No que diz respeito à média de picos de conexão, o Brasil registrou 20,2 Mbps, aumento de 13% em relação ao primeiro trimestre de 2014 e de 8,1% em relação ao último ano. Mesmo assim, o país deixou o 82º lugar e caiu para a 89ª posição no ranking global de picos de conexão. Na América Latina, os picos do trimestre variaram de 49,7 Mbps no Uruguai a 8,9 Mbps na Bolívia, países que ficaram nas posições 13ª e 134ª, respectivamente.

O maior crescimento foi apresentado pelo Chile, com 36%, enquanto o Paraguai registrou o menor índice, com 6,6%. No comparativo ano a no o Uruguai foi o país que registrou o maior crescimento, de 225%, ficando a frente dos Estados Unidos e Canadá, países que geralmente apresentam o maior pico das Américas. A Argentina foi o país que apresentou o segundo maior aumento, de 63%.

No segundo trimestre, 56 países ou regiões qualificaram-se para o ranking de internet móvel. A Coreia do Sul manteve sua posição de liderança, com velocidade média de 15,2 Mbps. Já o Vietnã atingiu o menor índice global, de 0,9 Mbps. O Brasil registrou média de 1,5 Mbps. Em relação à adoção de banda larga móvel (> 4 Mbps), a Dinamarca teve a maior taxa, 92%, enquanto Brasil, Croácia, Paraguai, Bolívia e Vietnã tiveram taxas abaixo de 1%, sendo 0,5%, 0,4%, 0,2%, 0,0% e 0,2%, respectivamente.

Fonte: Convergência Digital

Banda larga: Na móvel, Brasil cresce. Na fixa, país perde para a Bósnia

O Brasil é mesmo um país de contrastes!

Banda-LargaMais da metade – 51,6% – da população brasileira tem acesso à Internet, mas o país aparece apenas e 74º no ranking mundial de conectividade, uma vez que há 48,4% da população sem acesso à Rede Mundial, revelam dados da União Internacional de Telecomunicações. Celulares e tablets são o grande impulso do acesso à Internet e, pelas contas da UIT, em 2017, mais da metade da população mundial terá acesso à Rede Mundial, 20 anos depois do começo da operação comercial da Internet. Desigualdade ainda é alta e preocupa.

Com relação ao Brasil, a UIT divulga que o país alcançou a taxa de 51,6% da população com acesso à Internet, mas apenas 10% dos brasileiros têm acesso à banda larga, uma espécie de medida do avanço tecnológico de um país. O grande motivador de acesso à Internet é o celular, com mais da metade dos internautas brasileiros acessando a Rede Mundial por meio dos celulares. Ao final de 2013, mais de 40% da população mundial estava conectada na Internet, com 2,3 bilhões de pessoas. Até o final de 2014, esse número chega a 2,9 bilhões.

Dos mais de 194 países no mundo, 77 hoje têm mais de 50% de sua população online. Todos os dez países líderes do ranking estão na Europa. Na Islândia, a taxa é de 96%. Uma situação radicalmente diferente é a da África. Em países como Etiópia, Nigéria, Guiné e Serra Leoa, a taxa de penetração da Internet não chega nem a 2% da população. Na Eritreia, ela é de 0,9%.

No Brasil, 2013 terminou com 51,6% da população conectada. Como quase metade dos brasileiros ainda não ter internet deixa o País na modesta 74ª posição no ranking mundial da conectividade. Entre os países em desenvolvimento, o Brasil aparece apenas na 34ª posição. A penetração nas residências é ainda de apenas 42%, contra 98% na Coreia do Sul, país que nos anos 80 tinha o mesmo PIB per capita que o Brasil.

No que se refere à Internet de banda larga em casa, a liderança é de Monaco, com uma penetração de 44%, contra 43% na Suíça e 40% na Dinamarca. O Brasil vem apenas na 73ª posição, com 10,1% de penetração e abaixo da Geórgia, Moldova ou Bósnia.
Mobilidade
Se o acesso residencial ainda é falho no Brasil, o acesso dos brasileiros à banda larga em celulares, porém, é elevado. Com 51% de penetração, o Brasil aparece na 37ª posição entre os países com o maior uso dos smartphones com banda larga. Nos dez primeiros lugares do ranking, todos os países apresentam taxas de penetração acima de 100%. Cingapura, por exemplo, soma mais de 135 assinaturas de banda larga para cada 100 pessoas.

Para a UIT, a realidade é que a tecnologia da Internet nos celulares e smartphones definirá o futuro da rede. Hoje, existem três vezes mais pessoas com o acesso móvel que banda larga fixa e, segundo a UIT. Isso permitiu que a popularidade das redes sociais atinjam 1,9 bilhão de pessoas. No Brasil, a penetração das redes sociais atingem 48% dos usuários da Internet, acima da média mundial.

A entidade aponta que 2,3 bilhões terão esse benefício ao final de 2014 em celulares e tablets. Em cinco anos, essa taxa chegará a 7,6 bilhões. Ainda assim, a ONU alerta que o acesso continua sendo desigual. “Apesar do crescimento fenomenal da Internet, ainda existem muitas pessoas que continuam desconectadas”, alertou a diretora da Unesco, Irina Bokova.
Investimentos
O estudo constata que 40% da população mundial estão conectados, com o número de acessos saltando de 2,3 bilhões em 2013 para 2,9 bilhões até o final deste ano. A previsão é de que mais do que 50% da população estejam online até 2017. Para a UIT, até 2015, todos os países “devem” ter um plano ou estratégia de banda larga nacional ou incluir a conectividade em definições de acesso e serviço universais (UAS).

Atualmente, 71% dos países (140 nações) contam com um plano, 22% (43) não têm nenhuma política relacionada e 7% (13) estão planejando implantar um programa. A UIT estima ainda que a região da América Latina e Caribe precisará de US$ 340 milhões para instalar redes de próxima geração, que deverão promover a expansão dos serviços de telecom. Na banda larga móvel, mais de 2,3 bilhões terão acesso até o final deste ano (três conexões 3G ou 4G para cada uma conexão fixa) no mundo, número que subirá para 7,6 bilhões nos próximos cinco anos. A UIT prevê 2,6 bilhões de acessos LTE até o final de 2019.

Fonte: Convergência Digital

R.I.P. Jack Bruce

Jack-BruceAs eleições ofuscaram um pouco o destaque que a morte de Jack Bruce merecia. O sábado (25/10) ficou mais triste e a música mais pobre. Jack, um escocês de gênio não muito fácil, era um músico brilhante, principalmente quando empunhava um baixo elétrico.

Tendo passado por várias importantes bandas de jazz e blues do início dos anos 60 na Inglaterra, Jack se torou um mito ao se juntar com Ginger Baker e Eric Clapton e formar o Cream, um power trio com status de supergrupo. Com eles, criou clássicos como Sunshine of Your Love e, para muitos, a melhor linha de baixo de todos os tempos (Crossroads ao vivo). Só isso já seria suficiente para colocá-lo no Olimpo do rock. Porém, apesar de não ter obtido um sucesso comercial com sua carreira solo, Jack produziu sempre música de alta qualidade – para os não iniciados eu recomendo a coletânea Willpower.

Abaixo alguns vídeos para relembrar a música de Jack.

Mapa final dos governadores eleitos em 2014

O resultado do segundo turno não modificou muito o cenário encontrado após a primeira rodada de votações nos estados brasileiros. O que isso significa? Um país bem mais difícil de governar, com forças políticas pulverizadas com partidos pequenos com destaque em algumas regiões, apesar da força de PSDB, PT e PMDB continuar grande.

Continuo achando que o brasileiro vota mais (não importa se isso seja bom ou ruim) em pessoas do que em ideias e projetos políticos, coisas que são inexistentes na maioria dos partidos.

No fim das contas, o PMDB ficou com sete estados; o PSBD e o PT, 5; PSB elegeu 3, PSB e PDT, 2; PC do B e PROS, 1.

Feliz com o seu governante?

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Android está em 91% dos celulares vendidos no Brasil. iOS está em apenas 2%

Coxinhas x Corruptos?

Android x iOSMuitos Applemaníacos podem estar no hype por causa dos últimos lançamentos da Maçã, incluindo os iPhones 6 e 6 Plus. Mas quando o assunto é sistema operacional móvel, não tem para ninguém: o Android se mostra consolidado como a plataforma mais usada em smartphones em todo o mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, o software está em 91,6% dos celulares inteligentes.

Os dados, que correspondem ao primeiro semestre de 2014, são de um estudo recente da Nielsen Ibope feito em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA) e divulgado nesta terça-feira (23). Segundo o G1, aparelhos com iOS representam apenas 2% das vendas no país, seguidos pelos dispositivos com Windows Phone (1,8%) e Symbian (0,9%). Os outros 3,7% são de outros sistemas pouco usados ou desconhecidos.

A supremacia do Android tem um motivo: a variedade de celulares disponíveis, uma vez que são fabricados por várias empresas, e os modelos de entrada, mais baratos que os aparelhos topo de linha, que podem chegar a custar mais de R$ 2.000, como é o caso do iPhone 5S e do Galaxy S5. “Há variedade e preços convidativos”, comenta Thiago Moreira, diretor da área de digital da Nielsen Ibope.

Vendas

Não é só o Android que tem conquistado um grande número de usuários, mas o varejo brasileiro como um todo também cresceu. Na primeira metade deste ano, as vendas de smartphones subiram 47% em relação ao mesmo período de 2013. Em julho, esses mesmos aparelhos responderam por 67% do total de telefones comercializados no país, superando os dispositivos comuns. De acordo com a pesquisa, o consumidor gasta, em média, R$ 615 por aparelho.

Com 211 modelos diferentes, os tablets são outra categoria de eletrônicos que viram seu negócio aumentar neste ano. No primeiro semestre de 2014, as vendas de tablets cresceram 118% em relação ao ano passado. Lembrando que tal porcentagem foi calculada com base nos produtos comprados pelos consumidores finais – ao contrário da IDC, que divulgou nesta segunda-feira (22) um estudo que mostra que as vendas de tablets aumentaram 21% nos seis primeiros meses do ano. Neste caso, a entidade levou em consideração as unidades enviadas para os varejistas.

Classes

Outro dado interessante do levantamento da Nielsen mostra a taxa de impacto dos smartphones em diversos públicos. Cerca de 53% dos usuários de telefones inteligentes no Brasil são da Classe B, seguidos pela Classe C, com 34%. A maioria está na faixa etária de 25 a 34 anos, com 28% do montante total, enquanto os grupos de 18 a 24 anos e 35 a 49 anos empatam no segundo lugar, cada um com 23%. Na terceira posição aparecem os jovens entre 10 e 17 anos, com 15%.

Tratando-se de aplicativos mais usados pelos brasileiros, não deu outra: Facebook e WhatsApp dominam com folga o topo do ranking. Em agosto deste ano, o app da maior rede social do mundo estava instalado em mais de 70% dos aparelhos. Já a ferramenta de mensagens – que também pertence à empresa de Mark Zuckerberg – tinha mais de 60% de participação. Em terceiro lugar aparece o Viber, um dos principais concorrentes do WhatsApp, com 30% da audiência.

Os games mais jogados pelos donos de smartphones no Brasil são o hit “Candy Crush Saga”, que está instalado em 19% dos dispositivos, seguido pelo “Pou” (11%), “Angry Birds Epic” (10%) e “Subway Surfers” (9%).

Fonte: Canaltech

 

 

Jornal publica capa da Playboy em matéria sobre “revista íntima” em presídios

Quem trabalha muito, erra muito. A sentença é velha e verdadeira, mas há casos de erros jornalísticos que nem essa máxima justifica. Não gosto muito de divulgar esses vacilos, mas há alguns que são imperdíveis (confira outro histórico).

Revista íntima
Há 84 anos no mercado, o jornal O Imparcial de Araraquara, interior de São Paulo, cometeu um equívoco ao usar a capa da Playboy, da Editora Abril, para ilustrar uma reportagem de seu impresso. Ao falar sobre revista íntima nos presídios, que é aquela típica fiscalização pela qual as pessoas passam ao visitar alguém que está preso, o jornal, ao fazer a arte, confundiu o assunto e acreditou estar noticiando algo sobre publicações para adultos.

Veiculado na quarta-feira, 17, com o título “Conselho recomenda fim da revista íntima em presídios”, o jornal escreveu texto de três colunas explicando que a resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, que é ligado ao Ministério da Justiça, recomendou o fim da fiscalização a fim de evitar situações “vexatória, desumana ou degradante”.

A resolução não se trata de uma lei, mas sim de orientação para que os estados comecem a abolir a revista íntima nos presídios. A ideia é que o procedimento comece a ser feito por meio de detectores de metais, aparelhos de raios-X, scanner corporal ou identificadores de armas, explosivos e objetos ilícitos.

O problema com a reportagem de O Imparcial está na ilustração. Ao fazer a arte, a informação foi confundida com “revistas de conteúdo adulto”, o que acabou trazendo para a diagramação a capa da Playboy com a ex-panicat Aryane Steinkopf.

Na edição de hoje, o impresso resolveu falar sobre o assunto na coluna ‘Quebra Queixo’ e explicar o que aconteceu. “Nós aqui do jornal rimos da confusão promovida pelo montador de página que perguntou ao editor como deveria ilustrar a matéria no que este, tirando o sarro, respondeu: com uma Playboy. E não é que saiu!!! Resultado: se cobrir vira circo e se cercar vira hospício”.

Veja, abaixo, a íntegra da nota

A matéria “Conselho recomenda fim da revista íntima” que saiu junto com uma capa da revista Playboy ganhou as redes sociais pela analogia, ou seja, proibida revista íntima sendo que a referida revista é voltada para o público masculino. Experientes e competentes jornalistas ressaltavam que não sabiam se rolavam de rir ou se rasgavam o diploma, e muitos outros, com o objetivo talvez de dar um up na vida sem graça que levam, compartilharam o post para os coleguinhas que como espelhos deveriam estar ávidos por um erro alheio e muitos sedentos, pois com a estiagem, muitos estão economizando a fonte do respeito e da compreensão. Nós aqui do jornal rimos da confusão promovida pelo montador de página que perguntou ao editor como deveria ilustrar a matéria no que este, tirando o sarro, respondeu: com uma Playboy. E não é que saiu!!! Resultado: se cobrir vira circo e se cercar vira hospício.

Fonte: Comunique-se

Aplicativo da ABL permite tirar dúvidas de português com rapidez

Não são poucos os dicionários e aplicativos que se dispõem a tirar dúvidas de português. Os usuários (seja lá de qual sistema) podem optar por qualquer um e, eventualmente, acabar utilizando algum que não seja lá dos mais confiáveis. Bem, a ABL (Academia Brasileira de Letras) acaba de lançar o seu aplicativo que, imagino, deva seguir todas as regras do atual estágio da língua portuguesa, com suas diversas modificações.

É só ir na loja de aplicativos do seu sistema e procurar pela sigla ABL.

A Academia Brasileira de Letras (ABL) lançou aplicativo gratuito de consulta ao Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp). Com ele, é possível ter acesso em smartphones e tablets aos quase 400 mil verbetes que já seguem as novas regras previstas no Acordo Ortográfico. É uma solução rápida para tirar dúvidas de como se escreve alguma palavra.

O aplicativo pode ser baixado em dispositivos Android, pelo Google Play, e em dispositivos da Apple, pela App Store. Um dos recursos do aplicativo é o de autocompletar-se. Quando a pessoa começa a digitar uma palavra, automaticamente aparece uma listagem de possíveis resultados na tela, e ela poderá encontrar a exibição do vocábulo antes mesmo de terminar a redação de tal termo. É possível também aumentar a letra, para facilitar a leitura.

volp-abl“A vantagem é que tendo uma dúvida qualquer a respeito de ortografia, pode-se estar no metrô, na rua, onde estiver, com um celular ou tablet, em poucos segundos tem-se a resposta de como se escreve a palavra”, explica o presidente da ABL, Geraldo Holanda Cavalcanti. Segundo ele, a tendência do mundo é a composição entre o que é impresso e o que é digitalizado. Utilizando-se dessa ferramenta, a Academia poderá “prestar serviço a um número cada vez maior de usuários, especialmente os estudantes”.

A expectativa é grande em torno da nova ferramenta. De acordo com Cavalcanti, aproximadamente 1,6 mil perguntas sobre gramática ou ortografia são feitas mensalmente no espaço online ‘ABL Responde’. “Todos aqueles que tiverem questões de ortografia poderão obter agora a resposta rapidamente”.

Há poucos dias no ar, o aplicativo tem avaliação 4,7 de uma potuação máxima 5, no Google Play. Os comentários são elogiosos: “Sempre usei no site, mas essa opção é maravilhosa”, diz uma usuária. Outra, ressalta: “Esperava há muito tempo por esse aplicativo”. Há também sugestões de melhora, como a possibilidade de se copiar, no próprio dispositvo, as palavras com a ortografia correta.

O sistema de busca do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa está na quinta edição, de 2009, e contém 381 mil verbetes, com as respectivas classificações gramaticais e outras informações conforme descrito no Acordo Ortográfico. Trata-se, em uma definição simples, da ortografia oficial das palavras da língua portuguesa.

Sobre se antecipar a obritatoriedade das novas regras ortográficas, que só poderão ser cobradas a partir de 1.º de janeiro de 2016, Cavalcanti diz que as mudanças já são uma realidade. “Todos já adotaram a nova ortografia, os jornais, os livros escolares, os livros editados. Todos fazem constar que seguem a nova ortografia”.

Fonte: Comunique-se

Carrefour confirma volta ao e-commerce em 2015

 

Era mesmo muito estranho que numa época onde o comércio eletrônico ganha cada vez mais força nas redes de supermercados – mesmo nas mais populares – um gigante como o Carrefour ficasse de fora de uma fonte de renda tão promissora, para ser bastante conservador.

A volta do Carrefour é uma ótima noticio para os consumidores e para o mercado brasileiro.

carrefourSegundo maior varejista do Brasil, o Carrefour confirmou para 2015 o relançamento de sua operação de comércio eletrônico no Pais. A volta da plataforma de vendas online, suspensa em dezembro de 2012, foi anunciada pelo presidente-executivo da operação local da companhia, Charles Desmartis.

A decisão é parte do processo de retomada dos investimentos do grupo francês para a expansão de seus negócios no Brasil, após um período para “colocar a casa em ordem”, como os próprios executivos do grupo definem o processo de reestruturação da empresa, que durou três anos. Em agosto, o varejista voltou a abrir novas lojas da bandeira Carrefour, com a inauguração da primeira loja no formato de proximidade no País.

Em 2015, além da volta ao e-commerce, o Carrefour planeja também abrir novas lojas de hipermercados – já com o novo lay-out para o formato, que vem sendo implementado por meio de reformas em alguns pontos de venda.

Fonte: Meio & Mensagem

Palavra do dia: sermão

Sermões são momentos que podem ir do extremamente desagradável a leveza espiritual total. Particulamente, não sou fã de nenhum tipo de sermão, mas há momentos nos quais eles são necessários.

broncaNa oratória religiosa, discurso para ser proferido durante culto religioso, com o objetivo de comentar uma citação ou passagem bíblica, suscitando nos ouvintes uma reflexão moral a fim de que mudem de atitude ou adotem novos comportamentos. Entre os elementos do sermão estão exortação, exposição e aplicação prática.

Definição:

(ser.mão)

sm.

1  Rel.  Discurso de natureza religiosa feito num púlpito, em igrejas católicas, protestantes etc.; PRÉDICA; PREGAÇÃO.

2  Fig.  Censura ou repreensão verbal: Passou um sermão nos filhos.

3  Fig.  Qualquer discurso longo e enfadonho.

[Pl.: -mões.]

[F.: Do lat. sermo, onis.]

Google cria serviço de chamadas para celulares e fixos

google11No início de setembro o Google apresentou um serviço de chamadas para telefones fixos e celulares. Parecida com o Skype, a novidade está integrada ao aplicativo de bate-papo Hangouts da empresa. Nos EUA e no Canadá, as ligações são gratuitas.

No Brasil, as ligações para telefone fixo custam o mesmo valor das chamadas realizadas no Hangouts: um centavo de dólar por minuto. Nas ligações para celular, a taxa custa 6 centavos de dólar a cada minuto de conversa. Confira as taxas aqui.

Por enquanto, o novo serviço está disponível apenas para iOS.

Fonte: ProXXIma

Um terço das empresas sofre perdas financeiras significativas por causa de aplicativos lentos

Se há uma coisa que pode ser considerada verdade absoluta em tecnologia é a afirmação de que não há verdades absolutas. Porém, algumas coisas chegam bem perto dessa classificação. Uma delas é que a conjunção de má qualidade da gerência de tecnologia, pouca disposição para investimentos na área e falta de foco, geralmente causa resultados que impactam negativamente na produtividade.

Embora a falta de dinheiro seja um problema grave, nada é tão ruim quanto profissionais pouco qualificados em cargos-chave, onde se decide em que e com quem aplicar seus recursos.

Ter aplicativos lentos e pouco inteligentes é algo que tira mesmo a gente do sério e acaba com a produtividade.

Dumb TI managersA SolarWinds realizou uma pesquisa que enfatiza o impacto do desempenho e da disponibilidade de aplicativos para usuários finais corporativos no Brasil, e suas experiências e expectativas em relação à TI quando surgem problemas. Uma das principais descobertas é o fato de que, embora o aplicativo seja agora o centro de empresas de todos os tamanhos e seu desempenho seja o segredo do sucesso, a TI ainda luta para garantir seu desempenho e sua disponibilidade.

A proliferação das tecnologias BYOD, de Nuvem, de SaaS e de consumo no local de trabalho transformou os aplicativos na tecnologia disruptiva que vai impulsionar a TI corporativa nas próximas décadas. Ao mesmo tempo, o suporte da cadeia de entrega de aplicativos fica mais complexo à medida que aplicativos se tornam mais conectados à rede, que a virtualização leva à convergência e abstração da infraestrutura de TI e que os usuários finais se tornam mais móveis.

Aplicativos como o Microsoft Exchange, SharePoint, NetSuite e outros estão agora no centro de praticamente todas as funções essenciais aos negócios e de muitas outras. Grandes fornecedores como o Cisco reconheceram essa realidade ao projetarem ofertas de centros de dados como algo focado no aplicativo. Com isso, o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos se tornaram mais importantes do que nunca; a produtividade, a satisfação do usuário final e as receitas são afetadas.

Na verdade, 99% dos usuários finais corporativos que responderam à pesquisa disseram que o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos afetam sua capacidade de fazer o trabalho, com 70% afirmando que esses aspectos são absolutamente essenciais e 83% que a questão se tornou mais importante nos últimos cinco anos.

Além disso, 81% dos usuários finais corporativos já tiveram um problema crítico de desempenho ou de disponibilidade de aplicativo para os negócios, e 52% disseram que aplicativos lentos ou indisponíveis trazem perda financeira significativa para suas empresas anualmente.

Dumb TI managers IIA qualidade da experiência que o usuário final tem com o aplicativo é fundamental para o sucesso. Usuários finais esperam que os aplicativos funcionem, e bem. Quando surgem problemas de desempenho e disponibilidade, os usuários finais esperam um tempo de resposta rápido para a resolução do problema pelo setor de TI, até poucos minutos em alguns casos.

Por exemplo, 71% dos entrevistados disseram que esperam que os problemas de desempenho ou disponibilidade sejam resolvidos em no máximo uma hora depois de relatados, e 37% esperam uma resolução em meia hora ou menos.

Apesar do aumento da percepção de que os aplicativos são o ponto mais importante da infraestrutura de negócios, aplicativos e algum tipo de ferramenta de gestão para seu suporte vêm sendo usados há décadas nas empresas. No entanto, a luta para a TI garantir o desempenho e a disponibilidade dos aplicativos essenciais aos negócios continua. Para ilustrar esse ponto, 86% dos entrevistados disseram que entraram em contato com o departamento de TI no ano passado devido a problemas de desempenho ou disponibilidade de aplicativos, e 46% afirmaram terem feito isso seis vezes ou mais.

A complexidade da pilha de aplicativos modernos (AppStack) ou a cadeia de entrega de aplicativos composta pelo aplicativo e toda a TI de backend que lhe serve de suporte – software, middleware e infraestrutura mais necessária para o desempenho –, aumenta o desafio de identificar problemas e o tempo necessário para resolvê-los. Por exemplo, 41% disseram que esperaram um dia inteiro ou mais para que problemas de disponibilidade ou desempenho com aplicativos essenciais aos negócios fossem resolvidos, enquanto 21% aguardaram vários dias ou mais.

Realizada em junho de 2014, a pesquisa entrevistou 207 usuários finais de aplicativos empresariais no Brasil, atualmente empregados em tempo integral e trabalhando em escritórios de empresas de pequeno, médio e grande porte, dos setores público e privado.

Fonte: iMasters

A influência do digital na vida dos brasileiros

Sempre digo que o Brasil é um país muito peculiar. O gosto do brasileiro pela internet e pelas redes sociais é imenso e, diria eu, surpreendente para um país ainda pobre, assim como é surpreendente o medo do comércio online. O estudo abaixo tem algumas informações interessantes.

Brazil onlineProtestos registrados e compartilhados nas redes sociais, influência do futebol, e-commerce em alta e força da TV vinculada à internet. Características do comportamento digital brasileiro foram mapeadas no estudo Digilats JWT 2013, realizado pela JWT ao longo do ano passado e início deste, em nove países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Porto Rico e Venezuela. “Em cada um dos mercados analisados pela pesquisa foram entrevistados mil adultos usuários de internet. O resultado do estudo é uma combinação dos dados com interpretações das áreas de estratégia dos diferentes mercados em que atuamos”, afirma Patrice Lamiral, diretor de design de serviços da JWT.

Entre as conclusões comparativas, fica nítida a afinidade dos brasileiros com as plataformas sociais conectadas. Em comparação com os demais países avaliados, as principais diferenças dos brasileiros, segundo o relatório, são:

  1. Brasileiros passam mais tempo assistindo à TV enquanto estão online

A TV no Brasil tem um papel muito importante. A publicidade na TV ainda representa 68% do total de gastos com marketing, o terceiro maior percentual no mundo. “Na maioria dos países desenvolvidos, o surgimento do digital fez com que o percentual de publicidade na TV caísse bem abaixo de 50% (38% nos EUA, 42% no Japão, 27% no Reino Unido). Um único canal de TV — a TV Globo — detém mais de 50% de toda a receita de TV no Brasil. É justo dizer que a audiência das novelas diárias equivale à audiência de um Super Bowl quase todos os dias”, diz o estudo.

 

  1. As críticas são mais importantes no Brasil que em outros países da América Latina

Os brasileiros estão mais inclinados a lê-las… e a criá-las. Os brasileiros querem ser ouvidos… e querem ouvir as experiências de outros. “Antes de 2013, o Brasil não era exatamente um lugar onde você imaginaria que as pessoas protestassem nas ruas. Obviamente, isso está mudando. À medida que a classe média cresce, os brasileiros estão exigindo mais dos produtos e serviços que compram”, afirma a JWT no relatório.

 

  1. Os brasileiros são os menos dispostos a trocar qualquer coisa por valor online

“Isto pode ser explicado pelo Jeitinho Brasileiro, um jeito muito peculiar com que cada brasileiro lida com todos os aspectos de suas vidas diárias — da resolução de problemas às interações sociais — que invoca a criatividade das pessoas para superar a adversidade. Em geral, o Jeitinho é positivo. Mas, às vezes – quando não causa dano direto a outros — os brasileiros encontram maneiras não convencionais – algumas vezes ilegais – de tirar vantagem”, diz o estudo. Como resultado, a pirataria se tornou um problema no Brasil.

 

De música, filmes e TV a cabo a cosméticos, os brasileiros invocam o “Jeitinho” para obter produtos e serviços. Assim, quando se trata de pagar ou de ter que compartilhar informações pessoais em troca de conteúdo online.

 

  1. Socialmente abertos, mas preocupados com a privacidade

“Os brasileiros se preocupam com a privacidade e com o excesso de exposição online. De fato, o Brasil é uma cultura governada por interações sociais e, portanto, estar conectado é crucial para se sentir socialmente incluído. As redes sociais fazem parte da rotina dos brasileiros, com 76% acessando-as diariamente. Este uso levou uma porção significativa dos brasileiros (dois em cada cinco) a ficarem “viciados” na web. Não é surpresa que este sentimento seja encabeçado pelos jovens”, analisa o documento.

 

E-commerce

O Brasil também se destaca na área em relação aos demais mercados avaliados pela JWT. Segundo o estudo, os brasileiros fazem mais pesquisa online antes de fazerem uma compra. Ainda de acordo com o documento, os internautas nacionais têm menos pontos de contato para pesquisa off-line do que qualquer outro país na região. Além disso, lojas exclusivamente online são mais populares no Brasil do que no resto da América Latina.

 

O que os resultados sinalizam para o mercado

 

Esteja online

A penetração da internet no Brasil ainda está abaixo da média regional, mas obviamente mostra potencial para um crescimento muito rápido, principalmente impulsionada pela explosão do acesso móvel. Ainda existem muitos desafios de infraestrutura, mas para as marcas, é fundamental estar online e oferecer respostas rápidas ao consumidor.

 

Tenha mobilidade

Com mais celulares conectados, as marcas precisarão investir em interfaces e adaptar seu conteúdo às telas menores. O sentimento geral é que o comportamento e necessidades do consumidor estão mudando rapidamente e as marcas estão lutando para acompanhar. Oferecer as ferramentas e aplicativos certos aos consumidores certamente impulsionará as vendas.

 

Privilegie o conteúdo

Como em muitos outros países, o conteúdo é uma importante alavanca para o envolvimento no Brasil. A questão agora é: Como conseguir o conteúdo certo, na hora certa, na tela certa? Ter uma equipe dedicada internamente e dentro da sua agência é uma solução. Alguns marqueteiros podem contratar profissionais com habilidades jornalísticas, outros estão testando soluções de crowdsourcing ou fazendo parcerias com empresas de mídia. Os custos de produção são um desafio chave, mas também precisamos pensar a respeito de estratégias ideais de distribuição.

Fonte: ProXXIma

Confira sete coisas que você não deve dizer ao pedir demissão de um emprego (ou que deve)

Pé na bundaAlgumas vezes gosto de publicar aqui alguns textos que vão diretamente contra muitos de meus pensamentos. Já disse que não coloco em alta consideração as ideias dos profissionais de RH (sorry, folks) e as dicas abaixo são daquelas altamente contestáveis. Afinal, você acredita que as empresas farão o mesmo com você (principalmente a primeira frase)?

A especialista em carreira, Dana Manciagli, explica que as pessoas comumente se arrependem durante a demissão por estarem agitados, nervosos ou inconscientes das consequências que uma palavra mal colocada pode vir a ter.

Confira abaixo uma lista com coisas que você não deve dizer ao pedir demissão:

“Estou deixando o emprego…hoje”

Nunca saia sem oferecer um tempo amplo para a companhia completar os procedimentos da transição.

“Esta é a pior empresa para a qual já trabalhei”

Aqui, a especialista fala que você está anulando qualquer possibilidade de voltar para a empresa, ou fazer com que aquela companhia tenha boas referências a seu respeito.

“Você não sabe gerir pessoas”

Insultos não levam a lugar algum, diz Dana. E também, segundo ela, são necessárias duas pessoas para se ter uma boa relação gestor-empregado.

“Ninguém é feliz aqui”

Não tente sugerir que as coisas estão indo mal pra você, mesmo que estejam.

“O valor pago pela empresa não é competitivo com o mercado”

Não faça isto questão de dinheiro. Mesmo que seja, tal atitude não será vista de modo positivo na sua carreira futura.

“Estou preocupado com o futuro da empresa”

“Eu não tinha nada para fazer”

Isto acaba soando como falta de iniciativa.

Fonte: Agência IN

Paul McCartney – Brasil 2014

Os rumores se confirmaram: Paul McCartney dia 12 de novembro na HSBC Arena.

Out There TourDesde 2010 que Sir Paul McCartney vem brindando os brasileiros com sua presença e sua música. Ele já passou pelo Recife (duas vezes), Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Goiânia e Belo Horizonte, por exemplo. Porém, para essa nova fase da turnê Out There (que foi iniciada no Brasil ano passado), Paul está exagerando (no bom sentido). Já há shows confirmados em Cariacica (Espírito Santo), Brasília, São Paulo (duas apresentações) e no Rio de Janeiro na aconchegante HSBC Arena.

Serão os primeiros shows após o lançamento das novas versões de seus discos Venus and Mars (1975) e Wings at Speed of Sound (1976). São grandes as chances de novidades no repertório, que já contará com as canções do disco NEW, de 2013, e que nunca foram tocadas em palcos brasileiros.

Bem, segue abaixo a lista de shows confirmados até agora e um vídeo gravado por Paul para o show do Espírito Santo.

A diversão e o rombo nas finanças são garantidos para todos!

Mais informações aqui!

Segunda – 10 de novembro: Estádio Kléber Andrade – Vitória
Quarta – 12 de novembro: HSBC Arena – Rio de Janeiro
Domingo – 23 de novembro: Estádio Nacional – Brasilia
Terça – 25 de novembro: Allianz Parque – São Paulo
Quarta – 26 de novembro: Allianz Parque – São Paulo 

Roger Hodgson – Vivo Rio – 18/10/14

Roger Hodgson0001Roger Hodgson é sempre sinônimo de ótima música. Por mais que muitos achem o finado rock progressivo chato e a música feita pelo Supertramp como uma espécie de pop/rock farofa, não dá para negar que a voz e as composições desse inglês de Portsmouth, que já virou habitué do Rio e do Brasil. São turnês quase contínuas desde 2008 por várias cidades do país (leia como foram os shows de 2008 e 2012, com entrevista). A paixão, sempre reafirmada em todos os shows, pode ser conferida em várias faixas de seu último CD ao vivo – Classics Live I -, que conta com várias faixas gravadas em Belo Horizonte.

Com estrutura azeitada e uma banda excelente – Aaron Macdonald (sax, gaita, teclados e backing vocals); Bryan Head (bateria); Kevin Adamson (teclados e backing vocals) e David J Carpenter (baixo e backing vocals) – Roger desfila sua coleção de hits e belas canções, interpretadas por uma voz que parece conservada em formol.

Se fechar os olhos é como se estivéssemos ouvindo um disco do Supertramp – dizia um fã durante a apresentação. Verdade absoluta!


Público barulhento

Roger Hodson 2014 IA configuração do Vivo Rio usada para o show foi um misto de mesas e plateia em pé, o que proporcionou que muitos tenham ido até a casa de espetáculos para azarar, beijar, dançar como se estivessem em um Woodstock retardatário, numa micareta gay e, infelizmente, muitos, mas muitos mesmo, apenas para conversar e serem vistos. Com isso, quem estava querendo ouvir as nuances das canções teve muitas dificuldades. Ouvir o que o artista dizia entre as canções era quase impossível. Somente nas canções mais conhecidas o som das vozes que cantavam conseguiam abafar o som dos mal educados.

Fica a questão: vale a pena lucrar um pouco mais e sacrificar a excelência de um ótimo espetáculo? Será que é interessante ter ingressos mais baratos para esse tipo de comportamento?


O show

Roger Hodson 2014 IIIBem, voltando ao que interessa – a música – podemos, mais uma vez, dizer que Roger Hodgson fez um dos melhores shows do ano na cidade. Do primeiro acorde de Take the Long Way Home até a última nota de It’s Raining Again, nenhuma falha pôde ser apontada. Essa volta ao Rio – depois de passagens por Florianópolis (16/100 e Curitiba (17/10) – confirma que alguns artistas têm o dom da longevidade e de se eternizarem nos corações das pessoas. Impossível não se emocionar ao ouvir Hide in Your Shell, The Logical Song ou Fool’s Overture. Houve até um momento guitar hero, quando Roger empunhou uma guitarra para arriscar alguns solos em Had a Dream, algo que nunca aconteceu em suas vindas anteriores. Mas, o mais importante é quem foi ao Vivo Rio não viu (mais uma vez) efeitos especiais de última geração, palcos hi-tech ou coreografias. Apenas um cenário com algumas árvores, o sorriso, simpatia e talento de um grande músico, que como todo bom inglês, respeita sua plateia e não admite mais de 15 minutos de atraso par o início das quase 2h de viagem por melodias que fazem parte da vida de milhões de pessoas.

Torço para que ele seja um homem de palavra. Afinal, suas últimas palavras foram: “Vejo vocês em breve. Prometo!”.

PS: Quem não foi ao Vivo Rio ainda pode se arriscar a ver algum show do músico pelo país: Vitória (dia 21), São Paulo (dia 23), Brasília (dia 24) e Belo Horizonte (dia 25)

Roger Hodson 2014 IVSetlist

Take the Long Way Home

School

In Jeopardy

Lovers in the Wind

Hide in Your Shell

Sister Moonshine

Breakfast in America

Lady

Lord Is It Mine

The Logical Song

Death and a Zoo

If Everyone Was Listening

Child of Vision

Dreamer

Fool’s Overture

Bis:

Had a Dream

Give a Little Bit

It’s Raining Again

Governo chinês desenvolverá seu próprio OS para competir com Windows e Android

É bom abrir o olho com os chineses!

Google-AndroidJá não é de hoje que a China declarou guerra a grandes companhias norte-americanas da informática como Microsoft, Google e Apple e seus sistemas operacionais. Há algum tempo, o governo do país chegou até mesmo a incentivar a utilização do Linux após saber que a gigante de Redmond não estenderia o suporte ao Windows XP, amplamente utilizado nos gabinetes governamentais do país.

Agora, ao que tudo indica, o país asiático quer ir além e desenvolver seu próprio sistema operacional para bater de frente com as gigantes. Segundo informações divulgadas pela Reuters, o governo chinês primeiramente quer atacar os desktops e depois investir no campo dos dispositivos móveis.

MicrosoftAinda de acordo com a agência de notícias, a iniciativa já está sendo trabalhada desde março deste ano e tem sido liderado por Ni Guangnam, um proeminente profissional de tecnologia da informação do país. A informação foi confirmada por um jornal oficial do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China, o MIIT.

“Nossa expectativa é lançar um sistema operacional chinês voltado para computadores até outubro deste ano”, disse Guangnan à publicação. Segundo ele, o grande diferencial do novo sistema, que ainda não tem nome, é que ele terá todos os recursos das alternativas estrangeiras, inclusive uma loja virtual de aplicativos.

Se tudo sair conforme o planejado, a expectativa do governo chinês é que em até cinco anos os novos sistemas possam liderar o mercado local tanto no segmento de computadores quanto no mobile. Para alcançar tal objetivo, os planos incluem continuar restringindo o acesso ao Windows.

Apple-LogoEm maio deste ano o governo chinês proibiu as repartições públicas de utilizarem o Windows oito. Além disso, a companhia norte-americana está sendo investigada no país acusada de violar leis antitrustes. Medidas semelhantes foram tomadas em relação ao Google no ano passado, quando o país julgou que a empresa poderia representar perigo à nação pela enorme quantidade de smartphones que possuem o Android instalado.

Assim como o governo local, Guangnan acredita que tais atitudes representem uma grande oportunidade para a indústria do país. “Estamos criando um ambiente que nos permitirá competir com Google, Apple e Microsoft. Essa é a chave para o sucesso”, disse.

Fonte: CanalTech

Coca-Cola Life chegará em massa aos EUA – Brasil fica de fora da novidade

Coca LifeBurocracia e regras mal feitas geralmente não geram bons resultados. Falta de um mínimo de visão também. Dito isso, vamos ao que realmente interessa: em tempos onde todos se preocupam com o bem estar, vida saudável e em consumir alimentos menos nocivos à saúde, o Ministério da Agricultura barra um refrigerante que parece ser uma alternativa aos sabores tradicionais (com muito açúcar) e aos diets/light, que são compostos por substâncias muitas vezes controversas.

O caso poderia passar batido caso não tivesse o nome Coca-Cola. O refrigerante em questão é a Coca-Cola Life, que vem com uma mistura de açúcar com extrato de folhas de stevia, um adoçante natural. A bebida já existe até em países vizinhos como a Argentina e Chile.

Não sei se o goto é bom ou ruim, mas tenho certeza que privar os brasileiros que consomem refrigerantes de uma opção mais saudável não é inteligente.

Leia a matéria abaixo e entenda mais a questão.

Coca-Life3-1024x771Os consumidores começaram a ver a Coca-Cola Life, dona de uma embalagem verde que a diferencia, nas prateleiras das lojas dos Estados Unidos nesta semana, afirmou a Coca-Cola.

A versão de cola com calorias reduzidas, adoçada com açúcar de cana e stevia, já foi lançada na Argentina (veja comerciais abaixo), Chile e Grã-Bretanha. Nos Estados Unidos, o produto será inicialmente distribuído em unidades do The Fresh Market na Georgia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e partes da Flórida. A Life estará disponível nacionalmente em outubro, garantiu a companhia.

A Coca planeja realizar fortes ações de sampling do novo produto, com mais de quatro mil eventos planejados pelo país. A Life também será promovida pela rede de painéis digitais da Coca-Cola. Uma porta-voz da marca se recusou a dar detalhes sobre os planos de marketing da marca ou relacionamento com agências.

“Fundamentalmente, queremos ser líderes nesse segmento emergente e a Life é nosso primeiro esforço para tornar isso realidade”, declarou Andy McMillin, vice-presidente da marca Coca-Cola para a América do Norte, referindo-se ao desejo dos consumidores por refrigerantes de baixa caloria.

Fonte: Meio & Mensagem

A estupidez da biometria

Urnas biométricas IApesar desse espaço ser democraticamente meu, tendo sempre (quando eu quero) lugar para opiniões divergentes, evito falar de política, principalmente numa época onde todos os especialistas do Brasil entram em cena, até porque os candidatos (todos) têm defeitos. Entretanto, um pequeno comentário sobre um episódio das eleições se faz necessário.

Moro em Niterói e voto no Rio de Janeiro. Mesmo assim, vi o tumulto que a utilização das urnas biométricas causou na cidade sorriso. Filas enormes e muito sofrimento para os eleitores que são obrigados a votar. Isso sem contar que o problema fez com que o Rio de Janeiro fosse o último estado a ter o início dos resultados divulgados. Por conta disso, o TRE informou que não iria usar esse tipo de equipamento no 2º turno, já que a biometria veio “resolver um problema que não existia”! Aí começou o problema que pode muito bem ser caracterizado com um certo tipo de crise de ego.

Urnas biométricas IIO Ministério Público Eleitoral resolveu entrar com uma ação contra a decisão do TRE, alegando que somente o TSE poderia tomar tal decisão e o TSE, ontem, decidiu, por unanimidade, que a decisão do TRE era nula – que sopa de letrinhas chata. Não entro no mérito da alegação, mas apenas nas consequências que ela vai gerar. O presidente do TSE diz que vai mandar mais dez (10) técnicos para ajudar na votação da cidade e que apenas um pequeno percentual de eleitores não teve suas digitais reconhecidas.

Ora, senhor presidente (me nego a citar o nome da figura), esses eleitores foram responsáveis (indiretamente) pela perda de tempo de grande parte da população da cidade e vocês ficam discutindo competências? E dizer que a culpa foi dos mesários e dos eleitores?

Sinceramente? Está tudo errado.

Conheça as 50 empresas mais inovadoras do Brasil

Inovação é assim tão importante? Bem, mal não deve fazer.

A DOM Strategy Partners, consultoria 100% nacional focada em estratégia corporativa, realizou uma pesquisa com as 500 maiores companhias do País em diferentes setores da economia para identificar as suas práticas mais inovadoras no relacionamento com o cliente.

O estudo detalha qual é o foco da inovação gerada pelas organizações, como é percebida pelo público, além da maneira que é traduzida em práticas e modelos de negócios. O resultado deu origem ao ranking inédito “As 50 empresas mais inovadoras do Brasil”, que traz a avaliação em 14 segmentos distintos.

Para qualificar e tangibilizar o valor produzido pela inovação, sob a ótica de seus usuários e clientes, a DOM se baseou nas premissas de inovação apresentadas na metodologia IAM AIR – Adequação, Incremento e Ruptura.

O método, desenvolvido pela consultoria, combina a mensuração do valor e resultados potenciais das inovações em três dimensões, classificadas por Clayton Christensen, professor e autor do livro “O Dilema da Inovação”, são: Adequação – as empresas buscam se equiparar aos padrões do mercado para simplesmente não serem passadas para trás; Incremento – quando criam vantagem competitiva, mirando novos nichos pouco explorados; e Ruptura- aquela em que uma empresa nova no mercado, ao invés de tentar vencer os concorrentes, muda as regras da competição de um determinado setor, abrindo novo caminho.

Com isso, a pesquisa não se restringe ao conceito de inovação no que tange à tecnologia, mas como objeto de fortalecimento da empresa com os seus stakeholders. “Uma boa ideia não é suficiente. Ela precisa criar valor – intangível e tangível – para que possa ser propagandeada e comercializada, e assim, ser considerada uma inovação. Este é o conceito central que distingue a inovação da invenção e investigação científica”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Srategy Partners.

A partir de um recorte inicial privilegiando as companhias que mais investem e se diferenciam pela inovação no relacionamento com seus clientes e da condução de pesquisas de campo com clientes para confirmação de que essas inovações são efetivamente relevantes e percebidas, a consultoria refinou critérios para compor o ranking das maiores empresas inovadoras, tais como oferta de produtos e serviços inovadores, interatividade no ponto de contato com o cliente, colaboração e interação on-line com clientes, disponibilização de formatos e modelos de atendimento, qualidade da gestão do relacionamento com o cliente e experiência de marca durante o consumo.

Desse levantamento, saíram as 50 empresas mais bem pontuadas. Conforme aponta o estudo, os setores bens de consumo não duráveis – em que estão listadas diversas fabricantes – e o varejo são os que mais se destacaram como inovadores. O grupo de empresas mais bem pontuados com notas acima de nove, possui estratégia planejada de inovação a partir da percepção, avaliação e recomendação de seus consumidores. No top 10 geral da lista estão: O Boticário, NetShoes, Chilii Beans, Dilleto, Nespresso, Albert Einstein, Wine, Bradesco, Whirlpool e Habib’s.

Segundo Domeneghetti, a constatação do estudo ressalta que não existe inovação sem compreender o mercado em que as companhias atuam. “Cada empresa tem o modelo, a demanda e o tamanho do investimento para ser destinado a inovação, de acordo com o seu segmento ou sua estratégia de negócios. A inovação, assim, não é regra, mas uma equação de sucesso”, pontua o executivo.

A pesquisa “As 50 empresas mais inovadoras do Brasil” avaliou as empresas entre os meses de março e junho deste ano por meio de uma pesquisa com mais de três mil consumidores e informações primarias, dentre releases, relatórios, informações para investidores, assim como, secundárias, ou seja, notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas publicas nos últimos 12 meses.

50empresasmaisinovadorasdobrasil

Fonte: Agência IN

Pesquisadores afirmam invadir o Gmail em 92% das tentativas

gmail-logoHá notícias que cheiram mal. Essa é uma daquelas que parecem direcionadas a causar pânico ou promover o não uso de certos serviços. Esse estudo me lembra as notícias sobre o aumento de fraudes e problemas com comércio eletrônico. Ora, claro que esses problemas vão aumentar enquanto o número de pessoas usando esses serviços também aumentar.

Anyway, aí está o registro.

Pesquisadores americanos alegam ter sido capazes de invadir vários aplicativos móveis em smartphones, depois que disfarçaram um malware como app e a partir daí exploraram vulnerabilidades na memória dos aparelhos. Um dos mais “fáceis”, segundo eles, foi o Gmail, invadido em 92% das tentativas. O mais difícil teria sido o app da Amazon.com, que teve taxa de sucesso de 48%.

A experiência foi apresentada por pesquisadores das universidades da Michigan e da Califórnia, nos Estados Unidos, em um evento sobre segurança cibernética na cidade de San Diego. Também houve sucesso em invadir outros aplicativos como do Chase Bank e Hotels.com.

A invasão envolve o acesso à memória compartilhada de um smartphone através do software malicioso disfarçado como um app inofensivo, como um ‘papel de parede’. A memória compartilhada é usada por todos os apps e pela análise de seu uso permitiu acesso a logins e senhas.

“Sempre se assumiu que os aplicativos não conseguem interferir facilmente uns com os outros. Mostramos que essa concepção está errada e que um app pode impactar significativamente com consequências prejudiciais para o usuário”, afirmou o professor assistente da Universidade da Califórnia Zhiyun Qian.

A experiência foi feita em um aparelho com sistema Android, mas os pesquisadores sustentam que ela também funcionaria em smartphones da Apple ou nos com Windows porque nesses os aplicativos compartilham dados da mesma maneira.

Fonte: Convergência Digital

O mapa eleitoral brasileiro – Governadores 2014 (1° Turno)

mapa dos governadores 2014Esse é mais um daqueles textos da série “Especialistas eleitorais comentam”, que andam infestando as redes sociais (embora esse seja escrito para um blog). Que me desculpe os coleguinhas que acham que podem interpretar o “recado das urnas”, mas não creio que eles ou qualquer outro ser vivo possa compreender o que aconteceu após esse 1º turno e a eleição de senadores e deputados.

O que me deixou mais feliz foi a constatação – que espero estar certa – de que o brasileiro se liga muito mais em pessoas do que em partidos. A prova disso é a divisão de forças nos governos estaduais. O PMDB acabou com quatro estados, o PT com 3, o PSDB com 2 e PSB, PDT, PSD e PCdoB com um cada. Claro que ainda faltam as definições do segundo turno e as mudanças que podem acontecer nessa divisão de forças, mas é uma tendência.

Aliás, tendência é um conceito que não foi muito exercido nessas eleições. A disparidade entre os eleitos varia (de análise para análise) entre esquizofrenia e diversidade. Só para lembrar alguns fatos, mais de 70% da população disseram que queriam mudanças, mas acabou votando nos filhos e netos de figuras carimbadas, além de nomes como Collor. Ou seja, não dá para entender muito (e eu nem citei os dois candidatos que vão para o 2° turno das eleições presidenciais).

Outro ponto interessante – apenas para ficar no universo do Rio de Janeiro – é a diferença de postura e orientação dos dois deputados (estadual e federal) campeões de voto no estado: Marcelo Freixo (PSOL) e Jair Bolsonaro (PP), respectivamente.

Se o povo mudou de ideia ou não encontrou alternativas verdadeiras, não sei. Sei que – novamente no Rio – o número de abstenções, votos brancos e nulos foi surpreendente e maior que a soma de muitos dos votos obtidos pelos principais candidatos ao governo do estado.

Esquizofrenia? Diversidade? Não sei.

* Veja como ficou o mapa final das eleições para governador.

Os 10 empregos mais bem pagos em 2014

Podólogo 2014Sei que muitas vezes pensamos: “Por que não estudei isso ou aquilo?” Bem, a tabela abaixo vai ser um prato cheio para as lamentações e reflexões. Podólogo?

Será que a faculdade realmente vale a pena? Se você quer um caminho seguro de fazer muito dinheiro, sim.

Quase todos os postos de trabalho bem remunerados em 2014 exigem um grau avançado, de acordo com um ranking recente do portal de emprego Careercast.com. Sete das dez posições mais lucrativas estão nas indústrias de cuidados com a saúde.

No topo da lista deste ano está o cirurgião, com uma renda média anual de US$ 233.150. Ainda de acordo com a pesquisa, clínico geral, médicos, psiquiatras, dentistas, farmacêuticos e podólogos também apareceram no top dos 10.

Veja os 10 empregos mais bem pagos em 2014, como avaliado pelo CareerCast:

  1. Cirurgião

Média de salário anual: US$ 233.150

Crescimento projetado em 2022: 18%

 

  1. Médico (Clínico Geral)

Média de salário anual: US$ 187.200

Crescimento projetado em 2022: 18%

 

  1. Psiquiatra

Média de salário anual: US$ 178.950

Crescimento projetado em 2022: 18%

 

  1. Ortodontista

Média de salário anual: US$ 149.310

Crescimento projetado em 2022: 16%

 

  1. Dentista

Média de salário anual: US$ 146.340

Crescimento projetado em 2022: 16%

 

  1. Engenheiro de Petróleo

Média de salário anual: US$ 130.28

Crescimento projetado em 2022: 26%

 

  1. Controlador de tráfego aéreo

Média de salário anual: US$ 122.530

Crescimento projetado em 2022: 1%

 

  1. Farmacêutico

Média de salário anual: US$ 116.670

Crescimento projetado em 2022: 14%

 

  1. Podólogo

Média de salário anual: US$ 116.440

Crescimento Projetado em 2022: 23%

10.Procurador

Média de salário anual: US$ 113,530

Crescimento projetado em 2022: 10%

Fonte: Agência IN

Veja 20 palavras e frases que você não deve pôr no seu perfil do LinkedIn

linkedin_rede_social_corporativaRedes Sociais são cheias de cascas de bananas. Na hora de procurar um emprego todo cuidado é pouco, já que muitas empresas ainda têm valores ultrapassados e podem usar tudo o que você disser contra você.

Não garanto que a lista abaixo seja 100% confiável, mas não custa segui-la.

Seu perfil no LinkedIn é, na maioria das vezes, a primeira impressão que os possíveis empregadores terão de você. É importante ficar atento, pois isto pode representar a diferença entre ser entrevistado para um emprego ou ser ignorado pra sempre.

Para ter certeza de que tanto você quanto seu futuro empregador saiam com o pé direito, é fundamental evitar alguns chavões sem sentido como uma espécie de estratégia, o que faz parecer que não deu a devida atenção ao seu perfil.

Confira abaixo a lista de 20 palavras e frases que devem ser evitadas:

  1. Eu- De quem mais este perfil seria?
  2. Eu- Veja acima.
  3. Meu- veja acima.
  4. Ela- somente narcisistas falam na terceira pessoa
  5. Ele- veja acima.
  6. Salário- não liste isto, a menos que o empregador peça
  7. Meta- jargão (ninguém gosta de jargão.)
  8. Sinergia- jargão.
  9. Submisso- jargão.
  10. Autodidata- jargão.
  11. Estratégico- usado em demasia.
  12. Criativo- usado em demasia.
  13. Eficaz- usado em demasia.
  14. Expert- se você realmente é.
  15. Induzido- você pode parecer focado nas suas próprias realizações pessoais em detrimento do seu empregador.
  16. Inovador- usado em demasia.
  17. Analítico- usado em demasia.
  18. Referências- Se eles quiserem, irão perguntar. Ao contrário, está só perdendo espaço.
  19. Dedicado- chato.
  20. Detalhista- Quem não é?

Fonte: Agencia In

Um ano do cara a cara com Paul McCartney

Paul roundtable 4Hoje faz um ano que estive cara a cara com Sir Paul McCartney em Londres. Não que já não tivesse tido contato como ex-beatle com direito até a aperto de mão, mas nada que pudesse se comparar com a emoção de ser convidado oficialmente para entrevistar o astro e ainda por cima na cidade mais emblemática da Terra (em termos musicais).

Já havia entrevistado personagens importantes, como Emerson Fittipaldi, diversos músicos brasileiros e figuras internacionais (em coletivas). O evento foi, sem dúvidas, o mais importante da minha carreira e trouxe mudanças na minha vida (algumas necessárias outras nem tanto) e marcou mais uma mudança de nível no que diz respeito ao hábito de colecionar música e, principalmente, a música relacionada com os Beatles. Afinal, receber cartões do John Lennon é uma coisa, mas participar de uma entrevista com o músico mais importante do planeta é algo totalmente diferente.

Paul roundtable 3Infelizmente não permitiram fotos (só enviaram algumas oficiais) e o único documento desse encontro é a gravação da entrevista (com direito a elogio de Sir Paul).

Hoje é dia de sair, comemorar e torcer pela confirmação de mais uma vinda de Paul & banda ao Brasil (dessa vez no Espírito Santo).

Obrigado Kélita, Jo e ao universo, que conspirou a favor.

A epopeia da entrevista você pode ler aqui.