Amazon lança loja de aplicativos Android no Brasil para concorrer com Google

Agora é esperar a venda de CDs, DVDs e afins!

Com acesso via web e aparelhos móveis, Amazon Appstore permite que usuários paguem por compras em reais. Lista de apps inclui Facebook, Netflix e games famosos.

A Amazon anunciou na última quinta-feira (21/11), o lançamento da sua loja de aplicativos no Brasil. Agora, os clientes brasileiros poderão comprar apps Android pela Amazon Appstore pagando em reais. A chegada da loja significa um rival de peso para a Google Play, da gigante de buscas.

Amazon BrasilCom aplicativos para smartphones e tablets Android, a Amazon Appstore pode ser acessada diretamente pelo dispositivo móvel com sistema do Google ou por meio do site oficial em computadores. Segundo a empresa, a maioria dos aplicativos disponíveis na loja podem ser usados em mais de um aparelho Android.

Entre as opções oferecidas neste lançamento estão aplicativos conhecidos como Facebook e Twitter, games consagrados como Candy Crush Saga e Angry Birds, e ainda apps brasileiros, a exemplo do Banco do Brasil e jogos da Coquetel. A lista ainda inclui app do Netflix e títulos da produtora Gameloft.

Além disso, uma sessão chamada App Grátis do Dia permite que os usuários baixem gratuitamente um aplicativo chamado premium (que é pago normalmente). Nesta primeira semana de lançamento, a relação de apps disponíveis de graça inclui os games Angry Birds Seasons, Cut the Rope e o app de rádios TuneIn Radio Pro.

Para baixar os aplicativos da loja, os usuários precisam primeiramente acessar o site oficial da Amazon Appstore e então baixar o seu aplicativo oficial.

Fonte: IDG Now!

 

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A nova do U2 – Ordinary Love

U2-OrdinaryLoveO U2 compôs uma nova canção para o filme Mandela: Long Walk To Freedom, que contará a vida do líder sul-africano. A música (Ordinary Love) é, para variar, de primeira linha, mas só foi lançada em vinil. Você pode ouví-la aqui no playlist do F(r)ases da Vida e assistir ao vídeo dessa nova pequena obra prima irlandesa.

Enjoy!

 

 

Dinâmicas de grupo e RH: servem mesmo para algo?

dinamica_de_grupoDe tempos em tempos eu me deparo com pessoas discutindo a eficácia e importância das empresas de RH e seus métodos de seleção de pessoal para as empresas. Já disse algumas vezes que uma entrevista de emprego tanto serve para que a empresa avalie o candidato quanto para que o pretendente avalie as práticas da empresa. Afinal, algumas delas ainda têm ideias totalmente retrógradas e que só se sustentam por conta das mentes (pequenas) que as comandam.

A última moda nas dinâmicas de grupo – onde até infiltrar gente para que os verdadeiros candidatos demonstrassem seus preconceitos em relação a coisas bizarras, já foi feito – é incluir perguntas totalmente sem sentido e sem uma resposta lógica, para compreender a personalidade do futuro empregado. Claro que os profissionais responsáveis por essa tendência afirmam que só assim podem tirar a pessoa de sua zona de conforto e ver realmente como ela pensa ou agiria em determinadas situações. Perguntas como: “Quanto você cobraria para lavar todas as janelas de Seatle?” ou “Quantas bolinhas de golfe você consegue colocar dentro de um ônibus?” ou ainda “Se a cidade do Rio de Janeiro tivesse que ser evacuada, qual seria o seu plano?”.

dinc3a2mica-de-grupoEsse tipo de questionamento – que na minha opinião só serve mesmo para provar que mentes ociosas acabam pensando em merda – ganhou uma importância grande nos processos seletivos, engordando os orçamentos dos departamentos de RH. Porém, empresas como Microsooft e, principalmente, o Google finalmente chegaram a conclusão de que essas perguntas em nada ajudavam na hora de encontrar o melhor candidato e que, por muitas vezes, só servia para descobrir pseudo-gênios, que tinham dificuldade em se relacionar com outras pessoas. Afinal, só uma mente supercriativa poderia responder alguma dessas perguntas sob a pressão de uma entrevista de emprego, certo?

Bem, ma empresa do tamanho e importância do Google chegar a conclusão de que esses métodos são uma “tremenda perda de tempo” é algo que deveria levar outros profissionais (não os de RH) a refletir sobre como escolher um trabalhador. Afinal, as aparências enganam.

Governo brasileiro testa balões para expandir acesso à internet

Realmente o Brasil não é um país sério. Balão para internet e condenado sendo contratado por R$ 20 mil.

Balão internetOs ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Marco Antonio Raupp (Ciência e Tecnologia) e o presidente da Telebras, Caio Bonilha, acompanharam na última quinta-feira o lançamento de um balão troposférico equipado com aparelhos de telecomunicações para levar sinal de internet banda larga a comunidades isoladas, onde não chega a rede de fibra óptica convencional.

Segundo comunicado, o primeiro teste foi positivo, com o ministro Paulo Bernardo estabelecendo conexão de vídeo da unidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista (SP), com dois usuários – um na sede da igreja Canção Nova, a 8 km de distância, e outro próximo à rodovia, em uma distância aproximada de 30 km.

Trata-se do projeto Conectar, desenvolvido pela Telebras, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e Ministério das Comunicações. A ideia é agregar tecnologia espacial de fronteira a um sistema de telecomunicação embarcado em um balão troposférico, permitindo a oferta de banda larga a localidades carentes de infraestrutura de redes do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

O balão foi içado a 240 metros de altitude e está sendo usado para a realização de ensaios com a finalidade de avaliar a qualidade da cobertura de sinais WiFi. Seu raio de cobertura (radiohorizonte) é de aproximadamente 70 km.

Para o ministro Bernardo, esse sistema será fundamental para levar internet banda larga de alta qualidade a comunidades distantes e de difícil acesso para a chegada de rede terrestre de fibra óptica. “Será fundamental para cidades isoladas da região Amazônica, que ainda não são atendidas pelas operadoras”, ressaltou.

O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, considerou o teste um passo importante para o desenvolvimento de unidades industriais com maior capacidade de cobertura e maior potência de banda larga. “Vamos aperfeiçoar o sistema, desenvolvendo equipamentos mais potentes para chegar com melhor qualidade de banda aos usuários. Como primeiro teste, está excelente e superou as expectativas”, disse, ressaltando a importância das parcerias com empresas nacionais, que forneceram equipamentos para o teste com o balão troposférico.

O ministro Marco Antonio Raupp também considerou um avanço o teste desta quinta-feira e disse que os engenheiros do INPE, da Telebrás e do CPqD irão agora avaliar o que precisa ser melhorado e definir as configurações necessárias dos equipamentos para se habilitar financiamentos junto a instituições como a FINEP – Financiadora de Estudos e Pesquisas.

“Essa parceria com instituições de ponta é fundamental para o desenvolvimento de tecnologias avançadas e que resultem em benefício de comunidades mais isoladas”, destacou.

O projeto Conectar será desenvolvido em duas fases. A primeira foi o teste em Cachoeira Paulista, com o balão transportando transreceptores. A próxima etapa será o desenvolvimento de protótipos industriais e levados a todas as regiões carentes do País, incluindo a cobertura da região Amazônica.

Fonte: Olhar Digital

O Dia volta ao passado

Jornal O Dia capaDepois de mudar o logo e, em 2009, modernizar seu parque gráfico e adotar um novo e moderno formato – o berliner – o jornal O Dia anuncia que vai voltar ao tradicional formato standard e que sua gráfica será vendida.

A mudança de 2009 acarretou em demissões – o formato diminuiu em muito o espaço editorial – e um incompreensível aumento no preço de capa. Claro, que na época, udo foi anunciado com pompa e circunstância, como sendo um avanço, que levaria a uma melhora de qualidade do produto. Infelizmente, nada disso aconteceu e o buraco onde o jornal se meteu somente aumentou, mesmo com a venda para um grupo português.

Engraçado que os responsáveis por essa decisão seguem (fora da empresa) em postos conceituados, apesar da cagada. Lembro bem do dia no qual apresentaram o projeto aos jornalistas. Um olhava para a cara do outro com aquela cara de vai dar merda. Bem, deu merda!

Espero que o jornal volte aos seus melhores dias (principalmente em termos de vendas) e que a equipe seja reforçada.

O Dia é muito legal!

Jornal O Dia capa IIAno novo, vida nova: O Dia volta ao formato standard, descontinua gráfica e passa a rodar na Infoglobo

Está prevista para o início de 2014 a volta de O Dia ao formato standard. O jornal prepara um novo projeto gráfico, o que vai acarretar algumas mudanças editoriais. A Ejesa – também detentora dos títulos Brasil Econômico e o popular Meia Hora – decidiu vender a gráfica O Dia, e as publicações serão impressas no parque gráfico da Infoglobo.

Fonte: Jornalistas & Cia

A Vida é Feita de Recomeços – From the Beginning

Recomeçar pode cansar, mas serve também para oxigenar nossa passagem pela Terra. E, se é para mudar, que seja desde o início!

 

There might have been things I missed, but don’t be unkind
It don’t mean I’m blind
Perhaps there’s a thing or two I think of lying in bed
I shouldn’t have said

But, there it is

You see, it’s all clear
You were meant to be here from the beginning

Maybe I might have changed and not been so cruel
Not been such a fool
Whatever was done is done – I just can’t recall
It doesn’t matter at all

You see, it’s all clear
You were meant to be here from the beginning

Starbucks condenada a pagar US$ 2,7 bilhões

Por romper acordo com a então Kraft Foods, rede de cafeterias terá de depositar o valor na conta da Mondelez

A Starbucks teve uma grande perda na disputa com a Kraft sobre como seus cafés seriam comercializados em lojas do varejo.

starbucksNa última terça-feira, um árbitro independente determinou que a gigante do café deve pagar US$ 2,7 bilhões por “rompimento inadequado” do acordo de distribuição de seus produtos pela Kraft. A questão ocorreu há dois anos com as duas empresas apontando dedo na cara uma da outra, de acordo com comunicado da Mondelez International. A Mondelez foi formada quando a Kraft Foods se dividiu em duas empresas, em outubro de 2012, e receberá a recompensa em dinheiro como resultado do acordo de separação do Grupo Kraft Foods.

“Estamos satisfeitos que o árbitro tenha validado nossa posição de que a Starbucks violou nosso bem sucedido e longo relacionamento contratual sem uma compensação apropriada”, afirmou em comunicado Gerd Pleuhs, vice-presidente para assuntos jurídicos e conselheiro geral da Mondelez International.

A Kraft começou a comercializar os cafés da Starbucks em lojas em 1998. E a Starbucks passou a se desligar do acordo em 2010, alegando que a Kraft falhou em comercializar com efetividade suas marcas. A Kraft discorda, afirmando que a Starbucks retrocedeu na parceria ao “negar sem motivos razoáveis” à Kraft a oportunidade de vender novos produtos introduzidos em seu portfolio nas cafeterias aos clientes das lojas do varejo.

Troy Alstead, diretor financeiro e presidente do grupo Starbucks para serviços globais, afirmou também em comunicado que a empresa está “satisfeita que a arbitragem tenha chegado ao fim”, mas acrescentou: “Discordamos veementemente da conclusão do árbitro e de que a Kraft tenha direito a US$ 2,23 bilhões em prejuízos mais US$ 527 milhões em correções e custos com advogados”.

“Acreditamos que a Kraft não tenha entregue suas responsabilidades em relação à nossa marca sob o acordo, a performance do negócio sofreu em consequência disso, e por isso tínhamos o direito de terminar o acordo sem pagar a Kraft”, disse Alstead.

A própria Starbucks assumiu o controle do comércio de seus cafés em outros pontos de venda depois que o acordo com a Kraft entrou em colapso. “Os resultados nos últimos dois anos e meio demonstraram que o portfolio em cafés é significativamente mais saudável que antes de assumirmos o controle direto, tirado da Kraft em 2011”, acrescentou Alstead.

Erin Lash, analista da Morningstar, definiu a decisão do árbitro como “uma vitória considerável para a Mondelez”. Já a Mondelez afirmou que após os procedimentos de impostos, usará o recurso remanescente para comprar ações ordinárias. Lash afirmou em um e-mail que é notável que a Mondelez vá usar os recursos em ações porque “em termos de prioridades, recompra de ações estão abaixo de reinvestir no negócio e em aquisições”. Ela ainda afirmou: “Pensamos que isso reflete uma tentativa de dar retorno adicional aos acionistas e manter investidores ativos (como Nelson Peltz que tem sido fundamental na inabilidade da empresa em gerar o nível de rentabilidade de seus concorrentes em alimentos embalados)”.

A Kraft, enquanto isso, selou um novo acordo de distribuição de café com o McDonald’s, que envolve vender a marca McCafe em lojas do varejo. Espera-se que o negócio comece em breve, em mercados-teste não especificados.

Fonte: Meio & Mensagem

“Brasil está indo longe demais” com segurança da internet, diz Financial Times

O excesso de leis, uma boa dose de covardia e, principalmente, a preguiça em trabalhar, chega em mais um lado da vida do brasileiro: a segurança online. Pode ser que isso pareça um assunto de pouca importância em um país com tantas deficiências na vida da sua população, mas a verdade é que criar alicerces de boa qualidade pode ser a diferença entre um futuro brilhante e mais um caso de total incompetência do nosso Congresso.

Querer regulamentar é uma coisa, mas querer proibir tudo é daquelas atitudes que mostram o quão preguiçosos e inconsequentes são os nossos brilhantes políticos e homens de TI. Bem, melhor que eu, quem faz uma boa análise da situação é o Financial Times.

google11O governo brasileiro está colocando o país num caminho perigoso quanto ao uso da internet e, pior, pode levar outros mercados importantes consigo, na visão do Financial Times. Segundo o jornal britânico, o “Brasil está indo longe demais” quanto à segurança da rede.

Em artigo publicado no último dia 12 o veículo explicou as medidas tomadas no Brasil em resposta ao escândalo da espionagem promovida pelos Estados Unidos. Tratou da intenção de se criar uma rede interna e um serviço de e-mail seguro, além do Marco Civil da Internet, o ponto principal da crítica.

Não é o projeto todo, em si, que preocupa o FT, mas o trecho que obriga empresas como Google, Facebook, Twitter etc. a guardar no Brasil os dados que tiverem sobre os brasileiros. Elas teriam de fazer grandes investimentos para duplicar a infraestrutura que já possuem em seus países de origem – que nem sempre são os EUA.

“Isso, inevitavelmente, fará essas empresas se perguntarem se deveriam restringir suas operações no Brasil”, aponta o jornal, ressaltando que a medida seria negativa para o setor de tecnologia do país, além de ferir a liberdade global da rede.

twitter_logoAcontece que hoje a internet se divide entre os países que estão com os EUA e os que criaram intranets, como China, Rússia e Irã. O Brasil ainda está do lado norte-americano da balança e, por conta de sua importância (é o segundo maior no Facebook, por exemplo), pode levar outros para o lado de lá, caso decida migrar.

Lembrando que os únicos culpados por essa situação são os americanos, o FT ressalta que certas medidas a serem tomadas pelo Brasil podem piorar as coisas. “Dilma precisa pensar novamente”, diz.

Fonte: Olhar Digital

Frase: A ilusão nos engana justamente fazendo-nos passar por uma percepção autêntica

A ilusão nos engana justamente fazendo-nos passar por uma percepção autênticaMaurice Merleau-Ponty

Ilusão que enganaPercepção da realidade é algo tão ilusório quanto a certeza de que um fato aconteceu de determinada maneira. Estaremos sempre a mercê do nosso ponto de vista ou do ponto de vista de quem agiu e transformou a realidade em algo cheio de ângulos e desvios.

As razões para uma ação, são sempre intrigantes, desconhecidas, suspeitas. Saber avaliá-las é um exercício que pode iludir, assim como ilude sempre a melhor maneira de reagir a essas ações. Traição, falta de confiança e respeito, são coisas que podem estar na nossa frente, mesmo sem passar perto da intenção original da tal ação.

Ilusão que engana II

O mundo é uma constante ilusão que nos faz pensar em amores, amizades e obrigações que muitas vezes não existem. A ilusão também serve para amenizar e, muitas vezes, amplificar a dor. A ilusão é mestre em nos levar aos caminhos menos seguros e muitas vezes errados, que só nos deixam sem rumo ao vermos que a percepção autêntica só existe em nossas mentes.

Coleguismo não é amizade, competência não se anuncia, comprometimento não se mede só por fidelidade. Sonhe, viaje, mas tenha sempre a certeza de que o que você vê não é uma verdade definitiva.

Um beijo na minha (e em todas) as mães

Aniversário Edy 2013 IMãe – aquela pessoa que te ama incondicionalmente,  te perdoa sempre e vai sempre te tratar como uma criança – é a pessoa mais especial da vida da maioria das pessoas. Ter o privilégio de comemorar um aniversário é sempre algo que deixa a gente alegre, não importa se foi possível dar um presente, levá-la para uma refeição especial ou apenas dar um beijo na testa.

Aniversário Edy 2013 IIEsse 17 de novembro marcou mais uma primavera de D. Edy de Oliveira e aqui fica a minha homenagem a essa pessoa incrivelmente doce. Que (quase) todas as mães do mundo se sintam beijadas e ganhem um parabéns do fundo do coração.

“Desktop está longe de morrer”, defende Intel Brasil

Mesmo com os smartphones, tablets e outros gadgets, o C vai sempre sobreviver (espero).

PC desktopAo mesmo tempo em que investe para competir no mundo dos processadores para dispositivos móveis – dominado pela inglesa ARM – a Intel não abandona seu carro-chefe, os PCs, mesmo que as vendas mundiais estejam em constante declínio. Para a companhia de Santa Clara, o computador ainda tem vida longa no Brasil.

“O desktop está longe de morrer, o PC ainda é indispensável”, assegurou o presidente da Intel Brasil, Fernando Martins. Segundo ele, em palestra realizada no Intel Summit, que acontece em Florianópolis, 55% dos brasileiros dispostos a comprar um computador ainda optam pelo formato, mesmo diante do avanço dos tablets.

Martins quer popularizar o conceito de ultrabooks no Brasil e “levá-los às massas”, com destaque para os aparelhos “dois-em-um”, híbridos de PC e tablets. Segundo ele, a empresa pretende oferecer opções em todas as faixas de preço para atender a públicos variados e, para isso, vai aumentar a opção de formatos diferenciados, como os modelos destacáveis.

Mobilidade

Para o ano que vem, a Intel deverá intensificar os experimentos com os chips de 14 nanômetros para tablets. Com maior densidade de transistores, os processadores têm ganho em consumo de energia, melhoram o desempenho e se tornam até um terço menores em relação à concorrência — o que facilita o desenvolvimento de dispositivos mais finos e poderosos.

Enquanto o SoC (sistema em um chip) de 14 nanômetros não chega, a Intel comemora os resultados obtidos com iniciativas testadas com a produção em 22 nanômetros. Segundo Fernando Martins, o Razr i, primeio smartphone equipado com um processador da empresa, conquistou o terceiro lugar em vendas no país. Assim como ele, o Asus Fone Pad, misto de telefone e tablet, também foi lembrado como exemplo bem-sucedido.

Fonte: Olhar Digital

Crime eletrônico gerou perdas de US$ 117,4 bilhões

Essa é daquelas notícias que, isoladamente, podem parecer uma grande informação. Se levarmos em conta o óbvio e contínuo crescente da internet como pataforma de comércio, essa notícia se revela um daqueles factóides bem fracos.

e-commmerceOs crimes eletrônicos geraram perdas de US$ 117,4 bilhões no mundo todo nos últimos 12 meses, transformando-se em “um dos negócios mais lucrativos que não sofreu a crise”. Foi o que explicou o diretor de marketing da companhia de antivírus Norton by Symantec, Roberto Testa, que tornou público seu relatório anual sobre crimes eletrônicos.

Roberto revela que os ataques informáticos afetaram 378 milhões de vítimas e significaram um custo médio de US$ 309 a cada uma.

As vítimas do crime eletrônico costumam ser homens (64%) e os países mais afetados pelos ataques são Rússia, China e África do Sul.

Estados Unidos lidera o custo a escala mundial do crime eletrônico com US$ 39,146 bilhões seguido da China, com 37,79 bilhões e Europa, com 12,14 bilhões.

A companhia destacou que quase uma de cada duas pessoas não tomada as precauções básicas em tabletes e smartphones como são a proteção com contra-senhas, o software antivírus ou a cópia de segurança de seus arquivos.

e-commmerce IIO relatório também sustenta que 38% dos usuários sofreram um ataque em seu dispositivo móvel nos últimos 12 meses.

“Os usuários móveis se esqueceram da segurança em nome da comodidade. Joga-se com esses dispositivos, compra-se com eles e até se consultam dados financeiros, mas se esquecem de protegê-los”, manifestou Roberto.

O porta-voz insistiu que o perfil do criminoso mudou: “É silencioso, móvel e social. Quer passar despercebido para obter mais informação e poder lucrar. Sabe do aumento dos dispositivos móveis e quer aproveitar a confiança emocional que oferecem as redes sociais para suplantar a identidade e poder enganar mais facilmente”.

Ao todo, 62% dos entrevistados pela Norton concordam que atualmente não existe privacidade em linha e 40% desejariam poder eliminar permanentemente algum conteúdo pessoal presente na rede.

As redes sociais continuam sendo um dos canais para realizar ataques: 12% de seus usuários afirmam que foram hackeados em alguma conta e uma de cada dez pessoas acessa as contas de seu parceiro e de amigos sem permissão.

Além disso, quase quatro em cada dez usuários das redes sociais não desliga sua sessão quando terminam de utilizá-las – o que facilita as invasões.

e-commmerce IIIO relatório indica que 49% dos internautas utilizam seus dispositivos tanto para o trabalho como para o uso pessoal.

“Estão sendo utilizados dados profissionais e pessoais na mesma conta, o que está construindo uma estrada vulnerável para acessar ambos”, concluiu o diretor de marketing do Norton by Symantec.

O estudo se baseia em uma pesquisa “online” com 13.022 usuários de 24 países com idades compreendidas entre 18 e 64 anos.

Fonte: Info

London Eye – A Roda Gigante dos Sonhos

london-eye-pictureOutro dia falei do prédio The Shard, uma das novidades para quem quer ver Londres do alto, mas também citei a tradicional London Eye, a roda gigante que permite uma visão de 360° da capital londrina, faça sol ou faça chuva. Às margens do Tâmisa, a atração causa inveja a todos que moram em cidades turísticas sem um mínimo de estrutura para tratar bem os visitantes que querem ver suas belezas naturais.

London Eye 2013 IIIVisitei a London Eye novamente, depois de 11 anos, e admito que gostei. Por mais que seja daqueles ícones modernosos criados para tirar dinheiro de turistas, as possibilidades que a experiência pode proporcionar são mais que satisfatórias. Para começar, é impressionante a quantidade de opções que eles oferecem aos que pretendem passear por cima de Londres. Você pode comprar um ingresso comum (com ou sem horário marcado), ingressos VIPs (com direito a fila especial, que na pratica significa falta de fila), além de experiências com taças de champanhe, chocolates especiais e até mesmo um combo com direito a jantar em um restaurante italiano.

A dica é: compre pela internet (é mais barato) e escolha um bilhete que o deixe longe da fila comum. Ela é sempre enorme e, nos dias de chuva ou de muito sol, pode ser extremamente desconfortável. O passeio com direito a champanhe, cápsula reservada e a um guia que fica explicando os pontos mais importantes da cidade, é muito legal, principalmente se o dia estiver claro.

London Eye 2013 II

A London Eye é ótima para casais ou famílias com crianças (menos para quem ficar na mesma cápsula e não gostar de crianças). Os 30 minutos do passeio voam, mas dá para tirar muitas fotos e ter uma noção da geografia da cidade e dos seus pontos turísticos.

A estrutura de atendimento é fantástica, embora não entenda o porquê da área reservada não ter lugar para sentar, enquanto a dos mortais tem, e alguns ingressos ainda dão direito a uma apresentação em 4D de um filme muito interessante sobre a cidade.

Infelizmente não é possível montar uma estrutura dessas no Rio de Janeiro, cidade cercada de morros por todos os lados, mas bem que poderíamos copiar a maneira com a qual se vendem ingressos, se recepcionam os clientes e o padrão de qualidade dos produtos oferecidos, e que não são absurdamente caros. Aspectos como limpeza e sinalização, então, melhor nem comentar.

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

32% dos brasileiros não se protegem ao usar pontos de acesso sem fio

Segurança e backup serão sempre o calcanhar de Aquíles dos usuários de computadores. Isso serve também para empresas de pequeno porte.

wireless-hotspot-tips-tucson-azMais de um terço dos usuários (34%) não se protegem ao acessar redes Wi-Fi públicas, de acordo com a pesquisa global divulgada pela Kaspersky Lab.

O estudo mostra que 14% dos entrevistados estavam satisfeitos em usar bancos ou fazer compras online usando qualquer rede disponível. Apenas 13% se preocuparam em verificar o padrão de criptografia dos pontos de acesso.

No Brasil, 32% dos usuários pesquisados afirmaram não tomar nenhuma providência de proteção enquanto utilizam a Internet via hotspot. Já 10% disseram que se sentem confiantes em fazer compras on-line ou usar o Internet Banking a partir de qualquer rede e apenas 9% dos brasileiros se preocuparam em verificar o padrão de criptografia dos pontos de acesso.

Faz sentido ter um cuidado extra ao usar um Wi-Fi público?

A resposta é sim. Você nunca sabe o que “o cara com o laptop na mesa ao lado” pode estar fazendo. Talvez, como você, ele esteja apenas lendo e-mails ou em um chat com amigos. Mas ele também pode estar monitorando o tráfego de Internet de todos à sua volta, inclusive o seu.
Isso é possível por meio de um ataque “man-in-the-middle”. Qualquer ponto de acesso sem fio é uma janela para a Internet usada por todos os dispositivos conectados. Cada solicitação de um dispositivo passa pelo ponto de acesso e somente depois chega aos sites que os usuários querem visitar.

Sem a criptografia da comunicação entre os usuários e o ponto de acesso, é bastante simples para o cibercriminoso interceptar todos os dados inseridos pelo usuário. Isso pode incluir informações enviadas para um banco ou uma loja virtual. Além disso, esse tipo de ataque é possível mesmo que o ponto de acesso seja protegido por senha e que seja estabelecida uma conexão segura (https) entre o site desejado e o navegador do usuário.

Segurança

Para se proteger recomenda vale usar apenas conexões seguras com os pontos de acesso. De acordo com a empresa de segurança, isso reduz o risco do tráfego ser interceptado por criminosos virtuais. Porém, quando os usuários planejam usar sites que solicitam informações pessoais, como nomes de usuário e senhas, essa precaução básica deve ser complementada por ferramentas adicionais de proteção.

Fonte: IDG Now!

Justiça aponta fraude no caso do rato em Coca-Cola

Pelo relato do juiz, a mulher é louca!

Requerente da indenização terá que arcar com os custos processuais

Coca-ColaO Tribunal de Justiça de São Paulo julgou improcedente a acusação de Wilson Batista de Resende, que afirma ter encontrado um rato dentro de uma garrafa da Coca-Cola, alegação negada pela empresa em um post no Facebook. A juíza Laura de Mattos Almeida, da 29ª Vara Cível, declarou na sentença divulgada na quarta-feira 13, que há “fortes indícios de fraude”.

O pedido de indenização feito por Resende no valor de R$ 10 mil foi negado. No entanto, por ordem do TJ, o requerente terá que arcar com R$ 2,5 mil de custos referentes aos honorários de advogados e custos processuais.

Durante a repercussão do caso, que teria acontecido em 2000, mas que ganhou notoriedade nos últimos meses, a Coca-Cola convidou os consumidores a conhecerem suas fábricas.

Leia o último trecho da sentença abaixo:

“Os médicos atestaram que o requerente é portador de transtornos de personalidade e do comportamento, devido a alguma doença, lesão ou disfunção cerebral (fls. 450). Os problemas psiquiátricos do autor ficaram evidenciados em seu depoimento pessoal, notadamente pela extensão dos problemas que ele atribui ao incidente. O autor afirmou que desde os problemas com o refrigerante, “passou a dedicar-se a prender gerentes do Carrefour pela venda de produtos defeituosos” e que “vai até o fim do mundo contra a Coca Cola”. Além disso, confirmou ter lavrado boletim de ocorrência por conta de garrafas de água da marca Cristal, que é da Coca Cola, quando constatou que elas continham um dígito a mais na numeração, o que indicaria falha nos equipamentos da ré. Vê-se que não se trata de um comportamento normal, o que prejudica a credibilidade de suas afirmações. Pelo exposto, julgo IMPROCEDENTE o pedido inicial, extinguindo o processo, com resolução do mérito, na forma do art. 269, I, do Código de Processo Civil. Por sucumbente, arcará o autor com o pagamento das custas e despesas processuais, além de honorários advocatícios, que fixo em R$ 2.500,00. Entretanto, por ser o vencido beneficiário da justiça gratuita, as verbas de sucumbência só poderão lhe ser exigidas na hipótese e no prazo do art. 12 da Lei nº 1.060/50. P.R.I. Advogados(s): Jose Manoel de Arruda Alvim Netto (OAB 12363/SP), Carlos Celso Orcesi da Costa (OAB 36015/SP), Eduardo Pellegrini de Arruda Alvim (OAB 118685/SP)”

Fonte: Meio & Mensagem

DVD conta a história dos Eagles

eagles-blog480A maioria das pessoas não sabe, mas o disco mais vendido nos Estados Unidos no Século XX não foi Thriller, de Michael Jackson, mas sim Their Greatest Hits (1971–1975), dos Eagles. Thriller é o disco mais vendido da história, mas contando apenas os Estados Unidos, perde para o grupo hoje formado por Glenn Frey, Don Henley, Joe Walsh e Timothy B. Schmit, mas que também teve em sua linha de frente Bernie Leadon, Randy Meisner e Don Felder.

HistoryoftheEaglesO DVD (duplo) History of the Eagles – The Story of an American Band, conta, desde o seu início, a saga dos criadores de canções como Take It to the Limit, Life in the Fast Lane e, claro, Hotel California. Além do documentário – dividido em duas partes – o DVD ainda conta com a histórica apresentação da banda no Capital Center, em 1977.

Ao contrário da maioria das biografias oficiais – termo em voga – o filme não esconde os desentendimentos entre os membros da banda e revela até um áudio onde, durante uma apresentação, alguns deles praticamente marcam uma briga para depois do concerto. Outro ponto alto do documentário é contar com depoimentos de todos os músicos que fizeram parte do grupo, além do seu empresário (Irving Azoff), um dos grandes responsáveis pelo sucesso e reaproximação da banda, após sua separação, em 1980.

the-eagles-8Apesar do grande sucesso, os Eagles – confirmando o título de banda norte-americana – só foi conhecer os palcos da Europa depois de ter resolvido voltar a ativa, em 1994. Mas, para eles, o que importa é que venderam milhões de discos, fazem parte do Hall da Fama do Rock, criaram canções que jamais sairão da mente das pessoas e ficaram muito, muito ricos. Hoje, eles ainda fazem turnês e, embora seu último trabalho de estúdio tenha sido o apenas razoável Long Road Out of Eden (2007), seus concertos continuam lotando em todos os lugares pelos quais passam.

Se você nunca prestou atenção neles, essa é a hora de conhecer um dos pesos pesados do rock nos anos 70.

http://vimeo.com/26099738

Rio de Janeiro está entre as 21 cidades mais inteligentes do mundo

As ideias são boas, mas juro que considero a indicação um pouco demais. Anyway, parabéns Rio.

rio-de-janeiro-4O Rio de Janeiro foi escolhido, pelo segundo ano consecutivo, como uma das “21 Comunidades Mais Inteligentes do Mundo” e será a única cidade da América Latina a concorrer ao “TOP 7”, em janeiro, na cidade de Taichung, em Taiwan, vencedora em 2013, quando serão escolhidas as sete finalistas ao prêmio da Inteligent Community Forum (ICF), entidade internacional responsável pelo levantamento. O anúncio da cidade campeã será feito em junho de 2014, em Nova York, durante a Cimeira Anual de Banda Larga da ICF, encerrando o ciclo de 12 meses de pesquisa sobre comunidades inteligentes.

O Rio de Janeiro conquistou seu lugar na lista das 21 cidades mais inteligentes implantando projetos como o das Praças e Naves do Conhecimento, o Centro de Controle de Gestão Urbana (COR), a Central de Atendimento ao Cidadão 1746, o Rio Datamine (base de dados pública), as Casas “Rio Digital” (são 26 em funcionamento em toda a cidade), o Forsoft (curso de programação de Sistemas e de Infraestrutura de Rede com inglês técnico), os concursos “Rio Ideias” e “Rio Apps” de desenvolvimento de aplicativos para os cariocas e visitantes, as Caravanas da Ciência, entre outros.

Este ano, a Smart21 é composta por seis comunidades do Canadá, quatro da Austrália e dos Estados Unidos, três de Taiwan e cada um, do Quênia, Grécia, Brasil e Nova Zelândia. As comunidades variam em tamanho de 15 mil pessoas em Mitchell (EUA), para mais de seis milhões no Rio de Janeiro. Quinze das comunidades estão voltando para a lista Smart21, enquanto Coffs Harbour, Montreal, Nairobi County, Parkland County, Sunshine Coast e Walla Walla foram classificadas pela primeira vez.

No continente americano, além do Rio de Janeiro, foram classificadas as cidades canadenses de Kingston (Ontário), Montreal Metropolitan Area (Quebec), Parkland County (Alberta), Quebec City (Quebec), Toronto (Ontário) e Winnipeg. Nos EUA foram classificadas Arlington County (Virginia), Columbus (Ohio), Mitchell (Dakota do Sul) e Walla Walla (Washington). Em Taiwan foram três as comunidades inteligentes eleitas: Hsinchu, New Taipei City e Taoyuan County.

Cristo Redentor 2013Na Austrália foram as cidades de Coffs Harbour (New South Wales), Prospect (South Australia), Sunshine Coast (Queensland) e Whittlesea (Victoria). A Grécia classificou Heraklion, em Creta. A Nova Zelândia incluiu a cidade de Wanganui e Quênia entrou na lista com sua capital, Nairobi County.

De janeiro a junho deste ano, o Forum apresentou para uma empresa de pesquisa independente dados detalhados fornecidos por cada cidade. Esta empresa realizou uma análise quantitativa das informações sobre dezenas de fatores e produziu uma pontuação para cada comunidade, elegendo as 21 finalistas. Para a escolha das “TOP 7”, especialistas do ICF visitarão cada uma das sete cidades finalistas para validar os dados fornecidos e preparar relatórios de avaliação, que serão analisados por um júri internacional de Comunidades Inteligentes. Ao final, esta análise qualitativa é confrontada com a pontuação quantitativa. Após o cruzamento destes dados, os organizadores escolhem a cidade campeã.

A Cimeira ICF, que ocorrerá em junho de 2014, em Nova York, e escolherá a cidade campeã, é um encontro internacional de prefeitos, diretores administrativos, diretores de informação e agentes de desenvolvimento econômico de cidades, estados e regiões ao redor do mundo.

Produzido em parceria com o Instituto Politécnico da Universidade de Nova York, é uma oportunidade única de aprender com as comunidades mais dinâmicas do mundo como usar tecnologias de informação e comunicação para construir cidades prósperas, inclusivas e sustentáveis.

O co-fundador do Intelligent Community, Louis Zacharilla, ressalta que apenas 126 comunidades ao redor do mundo têm sido nomeadas Comunidades Inteligentes ao longo dos últimos 16 anos. “Mais uma vez as cidades e vilas na lista Smart21 nos impressionam com a sua capacidade de utilizar ideias inovadoras, recursos de banda larga e trabalho duro para melhorar as condições econômicas e sociais locais. Não surpreendentemente, há muitas repetições na lista, o que significa que as melhorias contínuas e sustentadas estão ocorrendo”, afirma.

Sobre o Fórum Comunidade Inteligente

Os estudos do Fórum Comunidade Inteligentes promovem as melhores práticas de Comunidades Inteligentes do mundo à medida que se adapta às exigências e aproveita as oportunidades oferecidas pela tecnologia da informação e comunicação (TIC). Para ajudar as comunidades a construir economias prósperas, resolver os problemas sociais e enriquecer as culturas locais, o Fórum da Comunidade Inteligente realiza pesquisa, palco de eventos, newsletters e publica livros e produz seu alto perfil do programa internacional de premiação.

Ao longo de mais de uma década, o Fórum da Comunidade Inteligente tornou-se um movimento internacional que atrai a atenção dos líderes mundiais, pensadores e observadores da mídia. A Fundação Comunidade Inteligente é composta por 126 cidades e regiões que tenham sido designadas como Comunidades Inteligentes e que participam de um diálogo global em curso para fortalecer as economias locais. Para mais informações, acesse http://www.intelligentcommunity.org.

Site: Convergência Digital

Onde foi parar o sorriso do McDonalds?

McDonalds smile IUma das principais características da principal cadeia de fast food do mundo parece ter se perdido, pelo menos no Brasil. Não importa se você gosta ou não da comida do McDonalds ou se acha um desperdício ir até uma dessas lanchonetes espalhadas pelo mundo, enquanto pode desfrutar de delícias locais, uma coisa é certa, o sabor (bom ou ruim) é sempre o mesmo e o atendimento é sempre simpático, certo? Errado!

Pelo jeito foi-se o tempo no qual o McDonalds era case de sucesso e o livro com a sua história obrigatório nas faculdades (até mesmo nas de jornalismo). Também foi-se o tempo no qual os sanduíches eram realmente gigantes e eram servidos em embalagens de isopor. O Quarteirão existia sem queijo e o atual McFish era (adequadamente) chamado de Filé de Peixe. O padrão de qualidade – registrados em vários filmes de cinema e televisão – também parecem ser coisa do passado. Era impossível ir até uma lanchonete e não ser atendido por adolescentes (ou idosos) com um sorriso nos lábios e a eterna impressão de que estavam se divertindo.

McDonalds smile IINos últimos tempos tem sido muito difícil encontrar esses sorriso perdido, em quase todo o mundo e, em muito particular, no Brasil. Hoje fui até um McDonalds em Niterói e fiquei assustado com as carrancas que falavam frases mecânicas tentando fazer você gastar mais com batatas e refrigerantes maiores ou que agradeciam com um ar de sofrimento, de falta de prazer e insatisfação que tornam a tarefa de comer muito menos prazerosa. Não sei se o salário piorou, se os benefícios acabaram, mas o sorriso não existe mais.

Não bastasse a concorrência cada vez maior de outras grandes cadeias, o Mc vai perdendo terreno no único terreno onde era imbatível: a simpatia. Uma pena para os que não vivem sem um Big.

Eu? Vou de Fish and Chips, Burger Kink, Wendy’s, Jack in the Box, Taco Bell, etc.

Wi-Fi: Brasil soma apenas 0,71% dos hot spots públicos no mundo

wireless-hotspot-tips-tucson-azO número de hot spots públicos no país cresce muito lentamente, segundo dados do portal Teleco, divulgados nesta segunda-feira, 11/11. Oficialmente, a JiWire, consultoria que faz esse tipo de análise, diz que o Brasil conta com 4.225 hotspots. O Teleco é um pouco mais otimista e contabiliza seis mil. São Paulo lidera amplamente com 2580 hot spots. O Rio de Janeiro que fica na segunda posição aparece com apenas 494. No mercado privado, a Oi dispara na liderança com mais de 61.835 hot spots. Somadas, Vivo e TIM ficam com 425 hot spots. A Net aparece com 3503 hot spots, mas não há números relativos a outras empresas do grupo América Móvil – Claro e Embratel.

Os números, fornecidos pelo portal Teleco, mostram que a Linktel, operadora privada, alcançou, em outubro, 2056 hot spots e, com isso, ficou com a terceira posição no ranking das operadoras. No total, segundo dados da Anatel, em outubro, o Brasil somava 67.953 hot spots. A Oi aparece com larga vantagem em função da parceria com a rede global Fon. As teles privadas têm usado o wi-fi para desafogar o tráfego do 3G.

Nos hot spots públicos, os números são desalentadores. O Brasil soma apenas seis mil e fica bem distante de outros países onde a banda larga foi usada como fomento do desenvolvimento econômico. Segundo os dados do Teleco, hoje, apenas 795 municípios brasileiros têm wi-fi disponível para a população, inclusive, para a área rural, a mais carente de acesso aos serviços de telecomunicações.

No ranking das cidades São Paulo lidera fácil com 2580 hot spots. O Rio de Janeiro aparece com 494. O Paraná com 167 e o Distrito Federal com 159. A diferença do Brasil para outros países é gritante no levantamento do JiWare. Na Coreia do Sul, por exemplo, em outubro, eram 186.758 hot spots públicos. Nos Estados Unidos chegam a 147.372 mil. Na China, 104.106 mil. Na Rússia, 16.829 mil. O estudo, que engloba 140 países, os hot spots chegam a 835.704.

Fonte: Portal Teleco

Google perde mais uma na justiça do Brasil

google11Se possui tecnologia suficiente para excluir do resultado de suas buscas as empresas que tentam burlar o sistema, o Google tem condições técnicas de cumprir decisão judicial que determina a remoção de resultados de busca feitos com determinado termo. Este foi o entendimento da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo para acolher Agravo de Instrumento ajuizado por uma mulher contra o Google.

Ela teve o nome citado nos autos da operação satiagraha, promovida pela Polícia Federal, e pedia que fosse removida do sistema de buscas do Google a referência a um site que continha documentos publicados ilegalmente. A mulher afirmou que os autos da operação eram sigilosos, o que significa que a veiculação das informações viola seus direitos.

Além disso, de acordo com ela, a referência ao seu nome nos documentos, publicados de maneira ilícita, faz com que seu nome seja indexado na ferramenta de buscas. Por fim, a mulher apontou que a reprodução dos documentos causou ataque aos direitos de crianças cujas imagens são reproduzidas.

Após a concessão de liminar, o Google recorreu alegando que o URL (sigla em inglês para Uniform Resource Locator, ou Localizador Padrão de Recursos) que tinha a exclusão dos resultados de busca solicitado pela mulher já foi removido.

No entanto, a defesa do site disse que seria impossível cumprir a determinação para que sejam removidos resultados de buscas que informem sub-páginas e outros arquivos hospedados no site. Além disso, o pedido também foi impossibilitado pela ausência nos autos de indicação dos URLs do conteúdo que deveria ser removido, segundo os advogados do Google.

Relatora do caso, a juíza convocada Ana Lúcia Romanhole Martucci afirmou que o próprio Termo de Serviço do Google indica a possibilidade de remoção dos resultados da busca por termo. Isso ocorre porque, ao definir o Google Search, o site de buscas indica que pode “pré-selecionar, marcar, filtrar, recusar, modificar ou remover qualquer conteúdo que esteja disponível” por meio de seus serviços. Um exemplo citado no termo de serviço é a possibilidade de filtrar conteúdo sexualmente inadequado para menores de 18 anos, de acordo com a decisão.

A juíza apontou que, se o serviço de buscas possui tal capacidade, então o site pode remover o conteúdo disponível na área de buscas. Outro exemplo citado por ela para comprovar a tese é exatamente a censura a empresas que tentam burlar o sistema de algoritmos matemáticos utilizado para pautar a busca e o ordenamento dos resultados. Um mecanismo possível, segundo a juíza Ana Lúcia Martucci, é a valorização de determinada marca por meio de citação em “páginas-fantasma”.

Isso melhoraria sua colocação durante a busca, mas a política é censurada pelo Google, apontou a relatora. Se o site pode excluir dos resultados as marcas que optam por tais artifícios, não se sustenta o argumento de que a retirada não é possível por insuficiência ou incapacidade técnica. A posição da relatora foi acompanhada pelos desembargadores Francisco Loureiro e Vito Guglielmi.

Fonte: Portal Conjur

Leia mais sobre a batalha do Google no Brasil

Algumas frases falam por si mesmas

Geralmente  as frases publicadas aqui vêm acompanhadas de um texto – normalmente inspirado por elas. Essa – cortesia da companheira Querida Debinha Thomé – fala por si mesma.

Não espere que alguém entenda a sua jornada, principalmente se ela nunca tiver que caminhar pelo seu caminho“.

Frase Metrô de Londres

Jack Johnson – From Here to Now to You ou Músicas para Ouvir Deitado em uma Rede

Jack Johnson - From Here to Now to YouO havaiano Jack Johnson chega ao seu sexto álbum relaxando enquanto vê as ondas deitado confortavelmente em uma rede na beira de alguma praia. Pelo menos é essa a impressão que temos ao ouvir From Here to Now to You, que longe da surf music original dos Beach Boys, segue a onda segura de canções acústicas com cheiro de praia. E olha que nem é preciso saber nadar, surfar ou ser rato de praia, para navegar no som de Johnson.

O sol brilha nas 12 faixas do disco, deixando de lado quase todo sinal de eletricidade encontrado em To the Sea (2010). O primeiro single do disco (I Got You) tem a cara e a personalidade de tudo o que se ouve no álbum: melodia agradável, guiada no assobio, com um arranjo sem frescuras. Nem mesmo a presença da guitarra de Ben Harper, em Change, muda o rumo da jangada do artista.

Da abertura (a já citada I Got You) até o término (com a ótima Home), podemos colocar os óculos escuros, fechar os olhos e aproveitar a brisa ao som de Washing Dishes, Never Fade ou Radiate. Jack Johnson pode até não voltar a pegar a onda mais alta da sua vida, embora From Here to Now to You não tenha feito feio nas paradas mundo afora.

Barry Gibb – O2 Arena – 3/10/2013

Barry Gibb ISei que já faz tempo e que uma crítica sobre esse show poderia ser considerada dispensável. Porém, como esse foi o último show do ex-Bee Gees até o momento e como o concerto coroou um dia inesquecível (entrevistei Sir Paul, lembram?), além de ter tido uma carga emocional acima da média, vale o registro.

A última noite da The Mythology Tour, a primeira sem a presença de seus irmãos e sem o nome Bee Gees nos cartazes, foi recheada de emoção. Talvez por contar com a presença de vários parentes e amigos na plateia e até mesmo gente vindo do Japão e da Alemanha especialmente para vê-lo, seja pela presença da sobrinha (Samantha) e do filho (Stephen) no palco com ele, além, claro, das lembranças dos irmãos e família, tive até medo de que o astro da noite não conseguisse terminar a apresentação, tantos foram os momentos nos quais chorou e teve dificuldade para completar as canções.

Mas vamos começar do começo.

A O2 Arena

Barry Gibb IILondres é uma cidade que se reinventa a cada ano, a cada dia. A construção da O2 Arena – onde também funciona um museu do rock – é um dos exemplos de modernização que se encaixa na tradição. Localizada perto da London Bridge, a arena é, para quem mora no Rio, extremamente parecida com a HSBC Arena, com a pequena diferença de que você sai do metrô ou do terminal de ônibus, dá uns 5 passos e está no local do show, sem sofrer nem mesmo com uma chuva, caso ela aconteça.

O espaço (amplo) é bem sinalizado e conta com uma quantidade inimaginável de pessoas para orientar o público (pensando em padrões brasileiros). Outro destaque é que mesmo os locais mais baratos e que deveriam ter uma visão pior, permitem uma experiência muito satisfatória. Claro que, comprados aos 44 do segundo tempo, só consegui ingressos com uma visão lateral do palco, que me surpreendeu pela qualidade e conforto. Some-se bares e banheiros impecáveis, e temos um espaço dos mais adequados para shows para até 20 mil pessoas.

O show

Barry Gibb IIIBarry entrou no palco carregando nos ombros o legado dos Bee Gees e, como vocalista da maior parte dos grandes sucessos da banda, a responsabilidade de manter a bola quicando. A presença de parente e amigos, que, teoricamente, poderia facilitar as coisas, acabou transformando a noite em um emaranhado de emoções difíceis de segurar. O repertório, recheado de hits, seguia a gangorra habitual dos grandes astros, mesclando baladas com canções mais agitadas.

Abrindo com Jive Talkin’, Lonely Days e You Should Be Dancing, o cantor deixou claro que iria jogar pesado, não dando chance para que alguém pudesse sair do clima do concerto. How Can You Mend a Broken Heart? e How Deep Is Your Love? seguiram mantendo o teor emocional, que se acentuou de maneira realmente comovente quando ele começou a cantar I Started a Joke, que contou com a segunda parte sendo interpretada (no telão) pelo irmão Robin. Se Barry já havia chorado algumas vezes antes desse momento, nessa hora grande parte da plateia não aguentou e caiu nas lágrimas. Porém, o momento mais comovente aconteceu mesmo na última canção da noite* (Words) que dedicou a esposa e quase não conseguiu finalizar, já que a emoção e um coro inacreditavelmente afinado do público quase não permitiram que Barry cantasse. Arrepiante.

Barry Gibb IVAinda tive a grata surpresa de saber que o filho de um Bee Gees é metaleiro e que sua sobrinha tem voz para pensar em seguir a carreira dos tios e do pai., o que tornou a noite mais única ainda. Aliás, pouco antes das 22h uma cena estranha para mim aconteceu. Hordas de pessoas levantaram e SAÍRAM da Arena. Isso, no meio do show! Seria algo relacionado com o horário de funcionamento do metrô ou dos ônibus? Será que só eu estava gostando da apresentação? Estaria o local pegando fogo? Paul McCartney estava fazendo um concerto surpresa do lado de fora? Não. Era apenas a chegada do horário limite para a venda de bebidas. Cerca de 5 minutos após a debandada, as mesmas horas de pessoas (agora munidas de muitos e grandes copos) voltavam para os seus lugares. Foi engraçado.

Infelizmente o website de Barry Gibb está desatualizado e não há informações sobre novas datas. Esse é o tipo de concerto que cairia muito bem em um festival brasileiro.

* Ainda houve a apresentação de Massachusetts, com os Bee Gees no telão.

O setlist

Jive Talkin’
Lonely Days
You Should Be Dancing
First of May
To Love Somebody
How Can You Mend a Broken Heart? (com Samantha Gibb)
How Deep Is Your Love?
On Time (vocal de Stephen Gibb)
I’ve Gotta Get a Message to You
Morning of My Life
New York Mining Disaster 1941
Run to Me
With the Sun in My Eyes
Every Christian Lion Hearted Man Will Show You (com Stephen Gibb)
I Started a Joke (com Robin Gibb)
Spicks and Specks
Chain Reaction (vocal de Samantha Gibb)
Islands in the Stream
Guilty
Woman in Love (vocal de Beth Cohen)
Too Much Heaven
Fight the Good Fight
(vocal Stephen Gibb)
Stayin’ Alive
If I Can’t Have You (vocal de Samantha Gibb)
Night Fever
More Than a Woman
Immortality

Bis:
Ordinary Lives
Words
Massachusetts

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

Vídeos: Jo Nunes

The Diving Board – Elton John em grande estilo

Elton John - The Diving BoardAlguns artistas se destacam não apenas pelo sucesso comercial, pelo trabalho de qualidade, mas também pelo longevidade. Sir Elton John é um deles. Apesar do tempo de grande fazedor de sucessos já ter passado, de sua voz ter perdido quase que totalmente os agudos e seus álbuns mais recentes tenham sofrido com escolhas duvidosas de repertório e uma dose acima do recomendável de pretensão, ninguém duvida de que Elton ainda é capaz de criar boas melodias para acompanhar os sempre belos e densos poemas escritos por Bernie Taupin. Talvez faltasse encarar o desafio da modernidade olhando para trás, sem querer soar solene. The Diving Board – 31° álbum de estúdio do ex-Capitão Fantástico – consegue soar relevante, moderno e com ecos do melhor da produção musical do pianista nas décadas de 70 e 80.

Posso até correr o risco de soar repetitivo, mas The Diving Board guarda semelhanças (em produção e relevância) com New, disco lançado a pouco por outro Sir, Paul McCartney. Os dois álbuns foram lançados após um razoável tempo longe dos estúdios (mais no caso de Elton) e contaram com uma ótima produção, para poder destacar o talento dos artistas, colocando-os em conexão com suas qualidades e deficiências atuais.

EltonJohnStreamimage._V358412848_Depois de vários discos onde as intenções foram melhores que os resultados – Peachtree Road (2004), The Captain & the Kid (2006) e The Union, com Leon Russell (2010) – Elton parece ter redescoberto que valorizar o básico sempre lhe fez bem. Na verdade, desde Songs from the West Coast (2001) o músico não lançava uma coleção de canções com tanta qualidade e coerência. Logo na faixa de abertura, Oceans Away – uma homenagem ao pai de Bernie, que foi um veterano herói de guerra -, onde apenas a voz e o piano de Elton dão peso a uma melodia e a uma linha de piano que muito bem poderiam estar em Goodbye Yellow Brick Road ou em algum dos discos que lançou no início dos anos 80, graças a produção de T-Bone Burnett, que conseguiu trabalhar a voz de Elton e fazê-la soar décadas mais jovem e fazer com que sua banda (sem os membros originais/tradicionais) soasse como há muito não fazia. O pandeiro de Ray Cooper está lá, mesmo não sendo tocado por ele!

Os mais novos podem não saber – e o próprio Elton parece ter esquecido – o quão bom ele é ao piano. A Town Called Jubilee é um dos momentos onde o talento como pianista se destaca e deixa claro que quando bem orientado e focado, ele ainda pode jogar em altíssimo nível. Até mesmo os três temas instrumentais – Dream #1, Dream #2 e Dream #3 – têm uma aura que foi se diluindo em produções cheias de sintetizadores, teclados elétricos e baterias eletrônicas, que não tem espaço aqui.

Elton-John-1024x819Não há mais Saturday Night’s Alright For Fighting, Candle in the Wind ou Your Song. As canções estão mais mid-tempo e, na verdade, é até mesmo difícil pensar em uma canção de The Diving Board que se encaixe na definição de single. Mesmo assim, do início ao fim, com a belíssima música-título, o disco segue de maneira que deixa os fãs mais antigos com a (boa) sensação de que podem reconhecer traços de arranjos e melodias antigas em alguns pontos específicos de cada faixa e permite aos mais jovens entender o porquê dele ter alcançado um prestígio e fama que se mantém por mais de 40 anos.

A versão lançada no Brasil é a deluxe, que incluí, além das 15 faixas do disco normal, mais quatro gravadas ao vivo nos estúdios da Capitol, nos Estados Unidos, onde fica clara a diferença entre a produção de estúdio e a verdade de uma apresentação ao vivo.

Mas depois de todos esses elogios fica a pergunta: Quão bom é esse disco? Bem, ele é melhor que Blue Moves e A Single Man, mas pior que qualquer outro disco da década de 70. É superior a Too Low for Zero e Breaking Hearts, assim como é bem mais inspirado que Songs from the West Coast (mesmo sem singles de sucesso).

Animaram-se?

 

Esses Ingleses Maravilhosos e suas Pesquisas Voadoras XIX – Mulheres com a bunda grande vivem mais e são mais inteligentes

Essa me foi enviada há algum tempo pelo companheiro Mario Hugo Monken e fiquei esperando uma boa hora para publicá-la. Afinal, nem sempre temos motivos para chamar alguém de bindão ou simplesmente descobrir que a falta dela (bunda) pode ser a razão de algum ato estúpido.

bunda grande IUma pesquisa da Universidade de Oxford, concluiu que mulheres com bumbum grande, vivem mais e são mais inteligentes. De acordo com os pesquisadores, ter nádegas de tamanho grande previne o desenvolvimento de diabetes e com as mulheres que além de ter o bumbum grande, tem a cintura fina são mais inteligentes que as outras.

Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com a das pernas e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, devido à quantidade e tipo de hormônios que contém.

bunda grande IIAs gorduras das nádegas produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídios de forma mais simples, diferente da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.

A inteligência que os cientistas defendem, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam e que intervêm no desenvolvimento do cérebro.

Fonte: Diário do Nordeste