Grupo Globo teria faturado R$ 16 bilhões

logo-rede-globoO Grupo Globo (conglomerado que compreende a TV Globo, Globo Filmes, Globosat, Infoglobo, Editora Globo, Som Livre, Sistema Globo de Rádio e portal Zap), teria obtido uma receita de R$ 16,2 bilhões no ano passado, quantia 11% maior do que a registrada em 2013. As informações foram divulgadas pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL.

De acordo com a nota, o lucro líquido do grupo em 2014 teria alcançado o montante de R$ 2,35 bilhões. Este valor é 6% inferior do que o lucro registrado no ano anterior.

Segundo o colunista, o Grupo Globo teria conseguido angariar R$ 280 milhões apenas com a venda dos direitos de transmissão de conteúdo esportivo, principalmente da Copa do Mundo, torneio do qual a Globo foi a emissora oficial. O valor teria sido obtido com o repasse das transmissões dos jogos a outras emissoras.

Por determinações internas, o Grupo Globo não comenta sobre seus resultados financeiros e nem esclarece, dentre a receita total, qual fatia corresponde a cada uma de suas empresas. Apesar disso, sabe-se que a maior parte do faturamento provém da operação de TV.

No início de janeiro, a coluna Radar, da revista Veja, já havia antecipado que o faturamento total do Grupo Globo em 2014 poderia ultrapassar os R$ 16 bilhões. No final do ano passado, o portal Notícias da TV publicou que a TV Globo havia terminado o ano com um aumento de 8% em seu faturamento publicitário, alcançado um total de R$ 12,4 bilhões. A publicação creditou essa informações a fontes do mercado, ressaltando que esse valor R$ 900 milhões a mais do faturamento registrado em 2013.

Fonte: Meio & Mensagem

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Nova extensão para Chrome deixa acesso à internet mais rápido

Chrome badO Google lançou uma versão para desktops da sua ferramenta de análise e compressão de dados. O serviço funciona por meio de uma extensão do Chrome e ajuda a diminuir o consumo de internet e aumentar a segurança da navegação.

 

Isso porque o navegador usa os servidores do Google para compactar as páginas que o internauta quiser ver antes de fazer o download. “Páginas no modo anônimo e em SSL não são incluídas”, avisa a empresa.

 

A ferramenta ainda está em modo beta, mas está disponível plenamente no Android e no iOS através do menu de configurações do Chrome para dispositivos móveis.

 

Para baixar no desktop, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

Quarenta e um por cento dos jovens brasileiros desejam trabalhar em uma empresa flexível

Trabalho relaxadoUma pesquisa realizada pelo site 99jobs.com em parceria com a Oficina da Estratégia revela que os jovens procuram cada vez mais empresas inovadoras e que ofereçam flexibilidade no trabalho.

Chamado de “Jovens e o Sentido do Trabalho”, o estudo contou com 1 625 pessoas com idade entre 23 a 27 anos e busca mostrar os principais pontos de vista sobre os jovens em relação ao trabalho.

Segundo o levantamento, metade dos jovens entrevistados trabalha em ambientes corporativos tradicionais, como bancos e indústrias. No entanto, 41% deles sentem vontade de trabalhar em uma empresa flexível e inovadora, enquanto 32% desejam ter um negócio próprio.

Atualmente, apenas 15% dos jovens são donos de negócios e 23% trabalham em uma empresa com ambiente flexível.

Além de priorizar a inovação, outro ponto interessante levantado pela pesquisa fala sobre a definição de trabalho por esses jovens.

De acordo com o questionário, respondido por 1 305 pessoas, 79,9% dos entrevistados descrevem o trabalho como algo que agrega valor às suas vidas.

76,3% afirmam que trata-se de algo que fazem para ganhar dinheiro e 62,6% que têm a sensação de pertencimento ao trabalhar. Já para 61,8%, o trabalho é algo que contribui com a sociedade.

Ao falar sobre os aspectos mais valorizados pelos jovens, 46% acham que as tarefas a serem desempenhadas são o item mais importante. Enquanto isso, 45% priorizam as pessoas com quem irão trabalhar, e 43% dão importância para o tipo de profissão ou ocupação que desempenham.

Fonte: Info Abril

Má qualidade dos tablets reflete na queda das vendas no Brasil

Apesar dos xing-lings os tablets ainda estão vendendo. Será que é a qualidade mesmo que está determinando a queda ou seria a preferência por smartphones maiores?

Trabalhando com tabletO mercado brasileiro de tablets encerrou o ano de 2014 com alta de 13% em volume de vendas. Cerca de 9,5 milhões de aparelhos foram comercializados, ante 8,4 milhões em 2013. Desse volume, 96% das vendas foram para o consumidor final, 4% para o mercado corporativo e 0.3% (31 mil unidades) são de notebooks com telas destacáveis, revela estudo da IDC Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 23/03. Os resultados ficaram abaixo da projeção da consultoria, que esperava a comercialização de pelo menos 10 milhões de unidades no país no ano passado.

“O tablet já não é mais uma novidade e há uma ‘canibalização’ do mercado, principalmente pelos lançamentos de phablets. Isso, aliado a má experiência de uso de aparelhos de baixa qualidade, impactou o desempenho”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil.

O analista também destaca que o Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar no fim do ano refletiram nas vendas de tablet no ano passado. Com relação aos notebooks com telas destacáveis, Hagge diz que apesar dos vários lançamentos no fim do ano, a venda de 31 mil unidades ficou um pouco abaixo das expectativas. “Acredito, porém, que o mercado deve crescer naturalmente. Para 2015, projetamos a comercialização de 200 mil unidades, o que corresponde a um crescimento de 500% na comparação com o ano passado”, afirma o analista da IDC Brasil.

Em 2014, a faixa de preço que mais se destacou foi a de tablets de até R$ 500, com cerca de 85% dos aparelhos comercializados. Aparelhos que custavam entre R$ 500 e R$ 1000 representaram 10%, e os acima de R$ 1000, apenas 5% do volume total de vendas. Entre outubro e dezembro do ano passado foram comercializados cerca de três milhões de tablets.

Na comparação com o mesmo período de 2013  não houve crescimento, porém, considerando o desempenho do 3º trimestre de 2014, o mercado teve alta de 30%. Vale destacar que a venda de notebooks com telas destacáveis – no último trimestre de 2014 – atingiu 19 mil unidades – 0.6% do mercado de tablets no período.

Para 2015, a consultoria prevê retração de 3% do mercado e vendas de cerca de 9,3 milhões de tablets. “A nossa projeção está mais conservadora por conta das incertezas que rondam os projetos de educação que serão implementados pelo governo federal, da volatilidade do dólar e pela própria conjuntura econômica”, completa o analista da IDC Brasil.

Fonte: Convergência Digital

Brasil é o sétimo país no ranking global de uso da Internet

Internet around the WorldSocializar é o principal uso da Internet para a maioria das pessoas. Notícias, informações de saúde, serviços públicos e empregos aparecem em seguida em uma lista que ainda inclui serviços financeiros e compras online. Elaborada pelo americano Pew Research Center, o levantamento reúne dados de 32 países classificados emergentes ou em desenvolvimento.

As preferências podem variar um pouco, assim como o uso de certas ferramentas ou aplicativos. Afinal, o próprio acesso é muito desigual. O Chile se destaca como o país pesquisado com maior proporção de adultos que usam a rede mundial diariamente (83%). Nessa relação específica o Brasil aparece em sétimo (75%). Nicarágua e Uganda, ambos com 32% de uso diário pelos adultos, são os últimos da lista.

Entre os pesquisados, 86% dizem usar a rede para se manter em contato com amigos e familiares – sendo que 82% fazem isso através de algum aplicativo como Facebook, Twitter ou redes sociais locais (a proporção no Brasil é rigorosamente igual a média de 82%).

A busca por notícias aparece como segundo uso, com mediana de 54%. O Brasil aparece com 58%, mesmo percentual daqueles que costumam usar a rede para obter informações relacionadas à saúde. No geral dos países avaliados, saúde aparece com 46% das respostas para qual o uso da Internet.  Também no geral, 42% buscam informações sobre serviços públicos (47% no Brasil).

Em geral, música e filmes (72%), esportes (56%) e comentários sobre produtos comprados (37%) são os assuntos mais badalados das redes sociais. Política aparece na lanterna (34%). No Brasil, os percentuais são, respectivamente, 80%, 61%, 58% e 33%.

Ainda nos principais usos da rede, a busca por emprego aparece com 35%. Apenas 22% do total dizem usar a Internet para realizar transações financeiras, bancárias. E somente 16% fazem compras online. No Brasil, a preferência é invertida: 31% dizem adquirir produtos pela rede, enquanto 26% fizeram ou receberam pagamentos. Na Polônia (58%) e na China (52%) comprar pela rede é muito mais comum.

Entre a divisão de atividades proposta pela pesquisa do Pew Research Center, a atividade online menos frequente é o estudo. Em geral somente 13% dos usuários da Internet nos países analisados assistiram a uma aula pela rede ou fizeram algum curso que emite certificado. O índice é maior no Brasil, onde chega a 21%. O destaque é a Colômbia, com 30%.

Os dados da pesquisa podem ser acessados via www.pewresearch.org.

Fonte: Convergência Digital