Grupo Globo teria faturado R$ 16 bilhões

logo-rede-globoO Grupo Globo (conglomerado que compreende a TV Globo, Globo Filmes, Globosat, Infoglobo, Editora Globo, Som Livre, Sistema Globo de Rádio e portal Zap), teria obtido uma receita de R$ 16,2 bilhões no ano passado, quantia 11% maior do que a registrada em 2013. As informações foram divulgadas pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL.

De acordo com a nota, o lucro líquido do grupo em 2014 teria alcançado o montante de R$ 2,35 bilhões. Este valor é 6% inferior do que o lucro registrado no ano anterior.

Segundo o colunista, o Grupo Globo teria conseguido angariar R$ 280 milhões apenas com a venda dos direitos de transmissão de conteúdo esportivo, principalmente da Copa do Mundo, torneio do qual a Globo foi a emissora oficial. O valor teria sido obtido com o repasse das transmissões dos jogos a outras emissoras.

Por determinações internas, o Grupo Globo não comenta sobre seus resultados financeiros e nem esclarece, dentre a receita total, qual fatia corresponde a cada uma de suas empresas. Apesar disso, sabe-se que a maior parte do faturamento provém da operação de TV.

No início de janeiro, a coluna Radar, da revista Veja, já havia antecipado que o faturamento total do Grupo Globo em 2014 poderia ultrapassar os R$ 16 bilhões. No final do ano passado, o portal Notícias da TV publicou que a TV Globo havia terminado o ano com um aumento de 8% em seu faturamento publicitário, alcançado um total de R$ 12,4 bilhões. A publicação creditou essa informações a fontes do mercado, ressaltando que esse valor R$ 900 milhões a mais do faturamento registrado em 2013.

Fonte: Meio & Mensagem

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Nova extensão para Chrome deixa acesso à internet mais rápido

Chrome badO Google lançou uma versão para desktops da sua ferramenta de análise e compressão de dados. O serviço funciona por meio de uma extensão do Chrome e ajuda a diminuir o consumo de internet e aumentar a segurança da navegação.

 

Isso porque o navegador usa os servidores do Google para compactar as páginas que o internauta quiser ver antes de fazer o download. “Páginas no modo anônimo e em SSL não são incluídas”, avisa a empresa.

 

A ferramenta ainda está em modo beta, mas está disponível plenamente no Android e no iOS através do menu de configurações do Chrome para dispositivos móveis.

 

Para baixar no desktop, clique aqui.

Fonte: Olhar Digital

Quarenta e um por cento dos jovens brasileiros desejam trabalhar em uma empresa flexível

Trabalho relaxadoUma pesquisa realizada pelo site 99jobs.com em parceria com a Oficina da Estratégia revela que os jovens procuram cada vez mais empresas inovadoras e que ofereçam flexibilidade no trabalho.

Chamado de “Jovens e o Sentido do Trabalho”, o estudo contou com 1 625 pessoas com idade entre 23 a 27 anos e busca mostrar os principais pontos de vista sobre os jovens em relação ao trabalho.

Segundo o levantamento, metade dos jovens entrevistados trabalha em ambientes corporativos tradicionais, como bancos e indústrias. No entanto, 41% deles sentem vontade de trabalhar em uma empresa flexível e inovadora, enquanto 32% desejam ter um negócio próprio.

Atualmente, apenas 15% dos jovens são donos de negócios e 23% trabalham em uma empresa com ambiente flexível.

Além de priorizar a inovação, outro ponto interessante levantado pela pesquisa fala sobre a definição de trabalho por esses jovens.

De acordo com o questionário, respondido por 1 305 pessoas, 79,9% dos entrevistados descrevem o trabalho como algo que agrega valor às suas vidas.

76,3% afirmam que trata-se de algo que fazem para ganhar dinheiro e 62,6% que têm a sensação de pertencimento ao trabalhar. Já para 61,8%, o trabalho é algo que contribui com a sociedade.

Ao falar sobre os aspectos mais valorizados pelos jovens, 46% acham que as tarefas a serem desempenhadas são o item mais importante. Enquanto isso, 45% priorizam as pessoas com quem irão trabalhar, e 43% dão importância para o tipo de profissão ou ocupação que desempenham.

Fonte: Info Abril

Má qualidade dos tablets reflete na queda das vendas no Brasil

Apesar dos xing-lings os tablets ainda estão vendendo. Será que é a qualidade mesmo que está determinando a queda ou seria a preferência por smartphones maiores?

Trabalhando com tabletO mercado brasileiro de tablets encerrou o ano de 2014 com alta de 13% em volume de vendas. Cerca de 9,5 milhões de aparelhos foram comercializados, ante 8,4 milhões em 2013. Desse volume, 96% das vendas foram para o consumidor final, 4% para o mercado corporativo e 0.3% (31 mil unidades) são de notebooks com telas destacáveis, revela estudo da IDC Brasil, divulgado nesta segunda-feira, 23/03. Os resultados ficaram abaixo da projeção da consultoria, que esperava a comercialização de pelo menos 10 milhões de unidades no país no ano passado.

“O tablet já não é mais uma novidade e há uma ‘canibalização’ do mercado, principalmente pelos lançamentos de phablets. Isso, aliado a má experiência de uso de aparelhos de baixa qualidade, impactou o desempenho”, afirma Pedro Hagge, analista de pesquisas da IDC Brasil.

O analista também destaca que o Carnaval fora de época, a Copa do Mundo, as eleições e a alta do dólar no fim do ano refletiram nas vendas de tablet no ano passado. Com relação aos notebooks com telas destacáveis, Hagge diz que apesar dos vários lançamentos no fim do ano, a venda de 31 mil unidades ficou um pouco abaixo das expectativas. “Acredito, porém, que o mercado deve crescer naturalmente. Para 2015, projetamos a comercialização de 200 mil unidades, o que corresponde a um crescimento de 500% na comparação com o ano passado”, afirma o analista da IDC Brasil.

Em 2014, a faixa de preço que mais se destacou foi a de tablets de até R$ 500, com cerca de 85% dos aparelhos comercializados. Aparelhos que custavam entre R$ 500 e R$ 1000 representaram 10%, e os acima de R$ 1000, apenas 5% do volume total de vendas. Entre outubro e dezembro do ano passado foram comercializados cerca de três milhões de tablets.

Na comparação com o mesmo período de 2013  não houve crescimento, porém, considerando o desempenho do 3º trimestre de 2014, o mercado teve alta de 30%. Vale destacar que a venda de notebooks com telas destacáveis – no último trimestre de 2014 – atingiu 19 mil unidades – 0.6% do mercado de tablets no período.

Para 2015, a consultoria prevê retração de 3% do mercado e vendas de cerca de 9,3 milhões de tablets. “A nossa projeção está mais conservadora por conta das incertezas que rondam os projetos de educação que serão implementados pelo governo federal, da volatilidade do dólar e pela própria conjuntura econômica”, completa o analista da IDC Brasil.

Fonte: Convergência Digital

Brasil é o sétimo país no ranking global de uso da Internet

Internet around the WorldSocializar é o principal uso da Internet para a maioria das pessoas. Notícias, informações de saúde, serviços públicos e empregos aparecem em seguida em uma lista que ainda inclui serviços financeiros e compras online. Elaborada pelo americano Pew Research Center, o levantamento reúne dados de 32 países classificados emergentes ou em desenvolvimento.

As preferências podem variar um pouco, assim como o uso de certas ferramentas ou aplicativos. Afinal, o próprio acesso é muito desigual. O Chile se destaca como o país pesquisado com maior proporção de adultos que usam a rede mundial diariamente (83%). Nessa relação específica o Brasil aparece em sétimo (75%). Nicarágua e Uganda, ambos com 32% de uso diário pelos adultos, são os últimos da lista.

Entre os pesquisados, 86% dizem usar a rede para se manter em contato com amigos e familiares – sendo que 82% fazem isso através de algum aplicativo como Facebook, Twitter ou redes sociais locais (a proporção no Brasil é rigorosamente igual a média de 82%).

A busca por notícias aparece como segundo uso, com mediana de 54%. O Brasil aparece com 58%, mesmo percentual daqueles que costumam usar a rede para obter informações relacionadas à saúde. No geral dos países avaliados, saúde aparece com 46% das respostas para qual o uso da Internet.  Também no geral, 42% buscam informações sobre serviços públicos (47% no Brasil).

Em geral, música e filmes (72%), esportes (56%) e comentários sobre produtos comprados (37%) são os assuntos mais badalados das redes sociais. Política aparece na lanterna (34%). No Brasil, os percentuais são, respectivamente, 80%, 61%, 58% e 33%.

Ainda nos principais usos da rede, a busca por emprego aparece com 35%. Apenas 22% do total dizem usar a Internet para realizar transações financeiras, bancárias. E somente 16% fazem compras online. No Brasil, a preferência é invertida: 31% dizem adquirir produtos pela rede, enquanto 26% fizeram ou receberam pagamentos. Na Polônia (58%) e na China (52%) comprar pela rede é muito mais comum.

Entre a divisão de atividades proposta pela pesquisa do Pew Research Center, a atividade online menos frequente é o estudo. Em geral somente 13% dos usuários da Internet nos países analisados assistiram a uma aula pela rede ou fizeram algum curso que emite certificado. O índice é maior no Brasil, onde chega a 21%. O destaque é a Colômbia, com 30%.

Os dados da pesquisa podem ser acessados via www.pewresearch.org.

Fonte: Convergência Digital

Piratas continuarão sendo piratas após upgrade para Windows 10

Tomara que o programa de update realmente tenha preços atraentes para que todos os que usam cópias piratas possam entrar no mundo legal.

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Apesar de a Microsoft permitir que usuários de versões piratas façam upgrade para o Windows 10, a empresa não vai dar um passe livre para eles, confirmou nesta quinta-feira, 19/3, a companhia de Redmond.

As cópias ilegais do Windows 7, 8 e 8.1 que fizerem o upgrade para o Windows 10 continuarão sendo marcadas como “não-genuínas”, termo que a Microsoft usa para licenças piratas ou ilegítimas do seu sistema.

“Com o Windows 10, apesar de os PCs com sistemas não genuínos poderem fazer o upgrade para o Windows 10, a atualização não vai mudar o estado de legitimidade da licença”, afirmou uma porta-voz da Microsoft.

“Se um aparelho for considerado não genuíno ou não licenciado antes do upgrade, esse aparelho vai continuar a ser considerado não genuíno ou não licenciado após o upgrade”, afirmou a porta-voz da empresa.

Essa explicação da empresa chega após um anúncio publicado nesta quarta-feira, 18/3, de que a Microsoft ofereceria o upgrade gratuito do Windows 10 para PCs rodando cópias piratas do Windows 7 e versões posteriores. “Qualquer um com um aparelho qualificado pode fazer o upgrade para o Windows 10, incluindo quem possui versões piratas do Windows”, afirmou a empresa nesta quarta.

No entanto, outra frase no anúncio de ontem – “Nós acreditamos que, com o tempo, os usuários vão perceber o valor da licença do Windows e vamos facilitar para eles migrarem para cópias legítimas” – implicando que os upgrades do Windows 10 para piratas não se transformariam magicamente em uma situação “genuína”.

O esclarecimento de hoje significa que a Microsoft não vai afastar totalmente os piratas, mas vai continuar a estimular os usuários com Windows pirata a tornarem-se legais pagando por uma licença.

Atualmente, as licenças ilegais ou ilegítimas do Windows são marcados por um aviso permanente de que a cópia não é verdadeira.

O Windows 10 tem lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2015.

Fonte: Computerworld

‘WhatsApp’ privado já é usado por 1800 funcionários do governo

Tomara que não caiamos em um Big Brother ou rede de corrupção e propina. Tecnologicamente, é uma ótima notícia.

whatsapp-todesdrohungen_34808c42O ‘WhatsApp’ privado do governo, projeto, coordenado pelo Serpro, já está sendo testado por 1800 funcionários e deverá chegara a seis mil funcionários até o final do ano. A ideia, porém, é não abrir demais a ferramenta. Apenas 10 mil servidores com funções de Inteligência deverão ter uso contínuo do serviço de mensagem instantâneo próprio, revelou o gestor do  Rogério Bernardes Carneiro, do Ministério da Justiça. Mas haverá uma exceção: o produto será aberto aos responsáveis pela segurança das Olimpíadas 2016.

“Oferecemos a plataforma para os gestores dos Jogos Olímpicos, onde teremos dados sensíveis sendo trafegados na parte externa e interna do megaevento”, informou o executivo do Ministério da Justiça ao participar do Fórum Seminário Gestão de Segurança, promovido pelo jornal EL PAÍS em parceria com a FGV Direito SP, da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.

O WhatsApp, do Facebook, o OTT de mensagens mais usado, hoje, no país, não está proibido nas ações de segurança pública. “Quando o dado não é sensível, ele pode ser trafegado na rede pública e é uma ferramenta que está sendo usada pelos gestores de segurança. Mas com dados sensíveis é preciso ter um cuidado redobrado. A segurança é crucial para o sucesso da operação e eles trafegam pela nuvem privada. Não vão para a nuvem pública”, acrescentou.

O evento, realizado nesta quarta-feira, 18/03, com patrocínio da NEC Brasil, discutiu como a Tecnologia pode ajudar na elaboração de políticas na segurança pública e privada. Um dos projetos apresentados foi o SINESP – Sistema Nacional de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas – desenvolvida dentro da plataforma de comunicação segura Sikur, empresa 100% nacional, com o objetivo de bloquear vazamentos de dados e espionagem no mundo digital.

A plataforma inclui um pacote de aplicativos capaz de proteger o compartilhamento e armazenagem de arquivos; serviço semelhante ao oferecido pelo Dropbox, troca de e-mails e conversas on-line ao estilo do WhatsApp, do Facebook. O uso desta plataforma não se restringe apenas a desktops com o sistema operacional Windows. Ele também roda em tablets e smartphones Android ou iOS.

O executivo também falou do SINESP Cidadão, um aplicativo que surpreende pelos resultados. Lançado no ano passado, o app já registra mais de 4,6 milhões de downloads em smartphones e tablets. Na prática, a solução permite três tipos de buscas: sobre pessoas desaparecidas, pessoas com ordens de prisão expedidas e sobre a situação de veículos.

A próxima etapa é criar um app para os próprios policiais, que solicitaram ter uma versão própria para acessar dados mais diretos como se há mandato de prisão expedido, se há questões legais com a pessoa apreendida numa blitz, por exemplo. Carneiro não deu prazo para essa versão para policiais ficar pronta, mas garantiu que ela é está em desenvolvimento.

O uso da ferramenta segura de comunicação do governo nas Olimpíadas 2016 é considerado estratégico. Só para ter uma ideia, nesta quarta-feira, 18, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro anunciou o calendário completo de eventos-teste para a Olimpíada. No total, 44 competições serão realizadas na cidade entre julho deste ano e maio de 2016. Os jogos terão 159 instalações com diferentes características, com público, atletas e delegações.

Fonte: Convergência Digital

Facebook vai permitir transação financeira entre amigos

facebook-messenger-payments[1]O Facebook anunciou uma nova função para seu aplicativo de chat, o Messenger. Agora, a plataforma irá intermediar transações de dinheiro feitas entre os usuários. A novidade chegará aos Estados Unidos nos próximos meses e poderá ser usada tanto pelo computador como na versão do app para Android e iOS.

Segundo o que foi explicado pela companhia, para enviar uma quantia, o usuário seleciona um amigo da lista, clica no novo ícone “$”, digita o número do cartão e o valor, concluindo a operação com a opção “Pagar”.

Ao receber a transferência, o usuário insere o número de seu cartão de débito. Pronto. A operação é feita na hora. O recurso é gratuito e está sendo finalizado para inserir uma camada a mais de proteção, visando bloquear fraudes. A intermediação financeira é uma tendência para serviços do gênero. O Snapchat, mensageiro concorrente, já dispõe de função similar desde novembro de 2014.

Saiba mais sobre a novidade:

http://www.youtube.com/watch?v=-fyKMkm1Cc0

Fonte: Comunique-se

Inflação nos Supermercados em 12 meses atinge 8,93%

Essa é não é novidade para quem costuma fazer compras, mas é mais um retrato da triste realidade na qual se encontra o Brasil e sua população.

Supermercado IIIO Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE apresentou em fevereiro alta de 0,57%. Em 12 meses a alta nos supermercados atinge 8,93%. De modo geral, os motivos para a elevação em fevereiro continuam atrelados à pressão sobre os custos de produção e a menor disponibilidade interna de alguns produtos, sejam por redução de oferta ou aumento de demanda. Aliado a isto, a elevação do dólar também influencia nos valores de alguns produtos que possuem influência da moeda norte-americana na formação de seus preços, o que pressiona ainda mais a inflação.

A título de comparação, a inflação em fevereiro de 2014 foi de 2,02% (contra 8,93% em fevereiro de 2015), já a variação mensal dos preços em fevereiro de 2014 foi de -0,47% (contra 0,57% neste mês), ou seja, houve retração em fevereiro de 2014, e neste mês houve aceleração dos preços, sendo a maior elevação para o mês de fevereiro desde 2010. Desta maneira, pode ser observado que ao longo de 2014 o comportamento da inflação se manteve em trajetória de elevação de maneira persistente e de maneira generalizada com reflexos em toda a economia.

Por mais um mês, a alta nos preços verificada em fevereiro esteve diretamente relacionada, principalmente, ao aumento do valor dos Produtos In Natura com alta de 1,86%. O destaque para as categorias dos legumes (13,42%), que incluem entre outros itens, a cenoura e o tomate, com elevações de 16,72% e 9,88%, respectivamente. Houve elevação dos preços de Verduras (6,15%), com destaque para a elevação nos valores do repolho (15,54%) e da alface (5,48%). De modo geral, a elevação dos preços dos produtos in natura estão associadas a diversos fatores, entre eles o clima, que tem afetado a produção, e consequentemente, a disponibilidade e oferta destes itens. Assim, a estiagem prolongada, somada a elevação da energia, aliada a necessidade de irrigação e elevações nos custos de transporte, afetou diretamente o custo da produção. Em 12 meses a elevação dessa categoria de produtos foi de 14,77%.

Supermercado IIOs preços dos Produtos Semielaborados (carnes, leite e cereais) tiveram ligeira queda (-0,12%) impactada, principalmente, pela redução nos valores das carnes suínas (-4,44%) e do leite (-2,67%). A queda nos preços da carne suína está relacionada a dois principais fatores: a desaceleração das exportações, que favorece a disponibilidade no mercado interno e o aumento da produção (ou seja, do abate), que eleva a oferta do produto no mercado, fazendo com que os preços fiquem mais estáveis e em alguns momentos resulta na redução do valor desses produtos. Já a redução no preço do leite se deve ao volume de estoques que ainda permanecem elevados. Porém, a tendência é de redução diante de uma menor produção em janeiro e fevereiro, o que pode reverter a queda para os próximos meses.

No último ano, ocorreu também a elevação de 11,24% nos Produtos Semielaborados.

Os preços dos produtos industrializados apresentaram elevação, com variação de 0,55%. A variação esteve relacionada a alta nos valores de derivados de carnes (0,70%), panificados (0,54%) e óleos (2,25%). A alta dos panificados e óleos já refletem a alguns fatos pontuais que já afetam os preços dos alimentos. No caso dos panificados, a alta do dólar impacta a cotação do trigo, que pode pressionar os preços dos panificados e massas em geral para os próximos meses. Em relação ao óleo, a alta se deu principalmente devido a elevação no preço do óleo de soja, com o aumento da soja e diante da menor área de plantio do grão nos EUA, o mercado reduziu a oferta do produto, aliado a isso, a greve no setor de transporte no Brasil também contribuiu para uma pressão de alta nos preços.

Supermercado IEm 12 meses a elevação nos preços dos produtos industrializados foi de 5,86%, sendo a categoria com maior estabilidade ao longo dos últimos meses, registrando inclusive, variação abaixo da média do IPS (8,93%).

As bebidas alcoólicas apresentaram alta em fevereiro, com variação de 0,34%, reflexo da elevação do preço da cerveja (0,27%) e do vinho (1,06%). Em 12 meses a alta nos preços foi de 9,44%. As bebidas não alcoólicas registram alta de 1,23%, diante da elevação, principalmente, nos valores do refrigerante (1,72%). Em 12 meses a alta nos preços desta categoria foi de 9,97%.

Os produtos de limpeza apresentaram elevação de 0,73%, diante da elevação nos preços do sabão em pó (1,05%). Em 12 meses, a elevação nos preços dos produtos de limpeza foi de 10,33%. Os artigos de higiene e beleza apontaram alta de 0,63% impactados pela elevação nos preços do sabonete (1,38%) e do creme dental (2,26%). Em 12 meses, a elevação nos preços dos artigos de higiene e beleza foi de 9,18%. Em janeiro, as variações negativas estiveram presentes em cerca de 32% dos itens, de acordo com o índice de difusão (proporção das variações de preços negativas), ficando abaixo da média, que é de, aproximadamente 42%.

Fonte: Agência IN

Dell ‘rouba’ primeiro lugar da Positivo na venda de notebooks no Brasil

Dell[1]De acordo com recente relatório divulgado pela consultoria IDC Brasil, a Dell assumiu a liderança no mercado brasileiro de notebooks no quarto trimestre de 2014, com 17,5% de todas as unidades vendidas no período. Quando considerado o volume total de PCs, a empresa ocupa a segunda posição geral do setor, mas com o maior crescimento da indústria, com 15,9% de acréscimo sobre o trimestre anterior e com 33,2% de aumento na comparação ano-a-ano.

“Essa performance da Dell reflete uma agressiva estratégia da empresa de liderar esse setor no país, baseada em equipamentos e serviços que atendam às demandas dos usuários finais e corporativos, na ampliação e fortalecimento dos canais de vendas, bem como na oferta de um portfólio completo de soluções de TI”, afirma Luis Gonçalves, Presidente da Dell Brasil. “Em apenas um ano, saltamos da quarta para a primeira posição nas vendas de notebooks, bem como mantivemos a liderança em mercados-chave, como o de PCs para médias e grandes empresas”, complementa.

A Positivo foi a empresa que perdeu a ponta para a rival Dell. No último dia 5 de março, a fabricante nacional divulgou seus resultados e eles foram afetados pela queda do mercado nacional. O lucro líquido de 5,3 milhões de reais no quarto trimestre do ano passado, queda de 83% frente ao mesmo período de 2013, com baixa das vendas de PCs e tablets.

A receita líquida somou 618,3 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 19,6% ano contra ano. As vendas de PCs e tablets tiveram baixa de 15,9 por cento no período, enquanto as de smartphones subiram mais de 230%.A empresa admitiu a conjuntura adversa de mercado. “No varejo, a demanda esteve enfraquecida em função da queda da confiança do consumidor e do aperto no crédito às pessoas físicas, o que acarretou a diminuição do tamanho do mercado de hardware no Brasil”, disse em seu relatório de resultados.

De acordo com os dados da IDC, a venda de computadores foi 26% menor em 2014.. Ao todo foram comercializados 10,3 milhões de PCs em 2014, sendo 4 milhões de desktops e os demais notebooks. Vistos separadamente, os computadores de mesa tiveram queda de 31% nas vendas. Os portáteis, de 22%. Os números são da consultoria IDC.

“Tradicionalmente, março é um mês muito positivo para o mercado de PCs, porém, o Carnaval adiado fez com que o 1º trimestre fosse muito negativo em vendas. Logo em seguida houve a Copa do Mundo e os varejistas focaram em outras categorias de produtos, diz o analista da IDC Brasil, Pedro Hagge. Para 2015, nova queda, ainda que menos intensa do que a do ano passado. A IDC Brasil projeta recuo de 3% do mercado de PCs no Brasil. A avaliação é de que a alta do dólar vai dificultar a recuperação – em algumas lojas, os preços já estão de 15 a 20% mais caros do que custavam há seis meses.

Fonte: Convergência Digital

Band demite irmã de Patrícia Poeta e mais 10 funcionários no Rio Grande do Sul

A crise não poupa ninguém.

RedeBandeirantes1[1]

A redação da Band no Rio Grande do Sul está mais vazia. Por motivos ainda não revelados, a emissora precisou demitir aproximadamente 25 funcionários. Na lista, está a repórter Paloma Poeta, irmã da global Patricia Poeta. As informações são do site Na Telinha e do blog do jornalista Políbio Braga.

Paloma, que tem 22 anos, é considerada uma das promessas do jornalismo brasileiro, segundo o Na Telinha. Tanto é que, segundo o site, a Band pensava em mudar a jornalista de redação. O projeto era que ela estivesse, em breve, na base da emissora em São Paulo. A jovem estava no canal desde o início do ano passado e acabara de voltar das férias.

A reportagem do Portal Comunique-se apurou que os cortes realmente aconteceram, mas a emissora ainda não se pronunciou sobre o caso. O jornalista Políbio Braga explicou que outro nome que está na lista de demitidos é o do coordenador de esportes, Haroldo dos Santos, sendo que este foi desligado por “problema de gestão”. A jornalista Christiane Matos e alguns operadores também fazem parte do corte.

Fonte: Comunique-se

Música do Dia: Mary (Pete Townshend)

Pete Townshend ScoopMary, you are everything a man could want,
And I want you, Mary.
Did you know when you pushed me once away from you
The thing I knew grew inside me.

People are dancing for you now,
But I can’t see why.
Can’t they see that they can’t beat
Nothing I have for you.

Mary, you are everything a man could need.
How I need you, Mary.
Yeah.
How I need you.

When I look at the hole in your coat.
I have to love you more.
I remember when I was a child
And my brother slept on the floor.

Oh, I know that the sun don’t shine
Down on every man.
But when women let the my brother down.
I swore one day I’d land
Me one Mary
Swore I’d land me one Mary.
Oh, Mary.

When I look at the hole in your coat.
I have to love your more.
I remember when I was a child.
My brother slept on the floor.

Oh, I know that the sun don’t shine.
Down on every man.
But when the woman let my brother down.
I swore one day, I’d land me mary.
I swore I’d land me mary.

 

Balão do Google oferece sinal 4G a uma área de até 5 mil km²

A ideia parece boa, mas um tanto utópica.

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O Google revelou novos detalhes sobre o Project Loon, o projeto que usa balões para distribuir sinal de internet a áreas remotas. Segundo a empresa, um único balão é capaz de cobrir uma área similar a um pequeno estado americano como Rhode Island, que ocupa um espaço de 3,1 mil km² no mapa.

As dimensões não são suficientes para cobrir nenhum estado brasileiro por completo, nem mesmo o Distrito Federal. No entanto, o número subestima a real capacidade dos balões de internet da empresa, que, na verdade, podem cobrir um diâmetro de 80 quilômetros, com uma área de cobertura de até cerca de 5 mil km².

Para cobrir áreas maiores, será necessária a utilização de mais balões, o que não parece ser um problema para a empresa. Eles são capazes de se comunicar entre si para ampliar o alcance do sinal, e o projeto é bem barato.

Toda a ideia do Project Loon não é, na verdade, oferecer internet por conta própria, mas trabalhar com operadoras de telefonia móvel para levar conectividade a áreas onde a construção da infraestrutura necessária seria custosa demais, o que desencoraja o investimento.

A parceria com o Google permite que as operadoras apenas apontem sua infraestrutura já existente para o ar e se comuniquem com os balões para ganhar m alcance muito maior. “Se você já tem torres para cobrir uma cidade, você pode apontar uma parte delas para o céu e ser capaz de oferecer conexão para uma região inteira pela rede de balões”, explica Johan Mathe, um dos designers do projeto em entrevista ao Ars Technica.

Outra questão importante do projeto é a durabilidade dos balões. Já foi provado pelo Google: eles são altamente resistentes, e conseguem aguentar até seis meses (embora a média seja de cerca de apenas 100 dias) no ar em condições bastante desfavoráveis. O balão que mais tempo resistiu fez isso por 187 dias, com 9 voltas no globo terrestre aguentando temperaturas de até -75º Celsius e ventos com velocidades de até 291 km/h em uma altitude de até 21 quilômetros passando por mais de uma dúzio de países por quatro continentes.

Por enquanto, o Loon ainda está em fase de testes, atendendo poucas regiões no planeta. Um dos balões oferece conectividade 4G à escola Linoca Gayoso Castelo Branco, no Piauí; também há balões do Google na Nova Zelândia.

Fonte: Olhar Digital

Internet Explorer chega ao fim

Poucas notícias no mundo da tecnologia me deixam tão feliz quanto essa. Desde o tempo no qual o falecido Netscape era o líder de mercado, que já chamava o IE de Internet EXPLODER. Porém, devido a uma ótima tática de incorporar o IE ao Windows e a preguiça da grande maioria dos usuários, o IE se tornou o navegador mais utilizado do mundo. Graças a Deus, essa  situação foi modificada nos últimos tempos, já que nem o mais acomodado internauta aguentava mais o péssimo desempenho do browser. Agora, a própria Microsoft parece ter perdido a paciência.

VIVA!!

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O Internet Explorer está com seus dias contados. A Microsoft anunciou que irá descontinuar a marca de seu navegador assim que lançar ao mercado o Windows 10, nova versão de seu sistema operacional.

De acordo com o Estadão, o diretor de marketing da companhia, Chris Capossela, revelou que a Microsoft já trabalha na definição do nome e identidade visual de seu novo navegador que, provisoriamente, é chamado de Project Spartan.

Apesar do anúncio da substituição do browser, a Microsoft ainda deve preservar o ícone do Internet Explorer no Windows 10 para evitar problemas de compatibilidade com os softwares. A intenção da companhia seria atrelar o nome Microsoft junto à nomenclatura do novo navegador, para tentar desconstruir o desgaste que a marca Internet Explorer já vinha sentindo. Ainda não há previsão para a apresentação do novo navegador.

Fonte: ProXXIma

Grupo de jornalistas cria campanha em defesa da PEC do Diploma

Já que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro se preocupa mais em dar apoio aos criminosos responsáveis pela morte de jornalistas, vamos confiar na Fenaj,

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A Proposta de Emenda à Constituição 206/2012, mais conhecida como PEC do Diploma, que torna obrigatória a exigência da graduação do curso superior em comunicação social para o exercício da profissão de jornalista, está para entrar na pauta na Câmara dos Deputados desde terça-feira. Em apoio ao movimento da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), diversos profissionais estão fazendo campanha nas redes sociais em favor do projeto.

De acordo com previsão divulgada pela Fenaj, a PEC do Diploma prosseguirá na pauta da Câmara dos Deputados para esta semana. Aprovada em dois turnos no Senado, a matéria deverá ser aprovada também pela Câmara em dois turnos para que seja encaminhada para a promulgação da presidente Dilma Rousseff.

Confira publicações em apoio à PEC 206/2012:

Lutar pela valorização dos jornalistas diplomados! Lutar por novas conquistas! #jornalistacomdiplomapic.twitter.com/HxOE9wCzaK

— Marília Rocha (@Marilia__Rocha) 11 março 2015

Luta pela obrigatoriedade do diploma #AFavordaPECdoDiploma#JornalistacomDiploma#jornalistaporformacaopic.twitter.com/wa7G7ctLxG

— Heldon Simões (@HeldonSimoes) 10 março 2015

Fonte: Comunique-se

Meio digital estabiliza jornais em 2014

Pelo jeito, a crise é criativa. Falta encontrar um meio do mundo digital prover o mesmo lucro que o impresso, já que a circulação se mantém a mesma.

Um problema bem antigo esse!

jornaisA tendência de queda nos números de circulação não poupou as revistas e jornais impressos brasileiros em 2014. Mas, se o papel vem trazendo resultados não muito animadores, a área digital consegue, por outro lado, se provar como o novo meio de consumo para um público que ainda tem amplo interesse pela informação.

O balanço da circulação de jornais e revistas divulgados na terça-feira, 10, pelo IVC, mostram que o digital vem ganhando maior representatividade para o setor. No meio jornal, as vendas de assinaturas digitais foram responsáveis por deixar a média de circulação anual dos veículos brasileiros praticamente estáveis no ano passado, na comparação com 2013.

De acordo com os dados do Instituto – que considera o período entre janeiro e novembro de 2014 – os jornais brasileiros tiveram uma circulação média de 4.392.567 de exemplares. O número é praticamente o mesmo (com variação negativa de 0,02%) na comparação com o mesmo período de 2013, quando a média de circulação foi de 4.393.434. Nesse total, estão contempladas tanto as edições impressas quanto às digitais. Atualmente, as edições digitais já respondem pela fatia de 11,4% do total de exemplares em circulação no Brasil. Em dezembro do ano passado, essa fatia chegou a 15,1%.

Ainda em relação aos jornais, o IVC apontou um crescimento de 7,5% no total de assinaturas em 2014. Quando se analisa isoladamente a quantidade de assinaturas digitais, o aumento é ainda maior (118% mais na comparação com 2013). Em contrapartida, o número de vendas de exemplares em bancas caiu 7,6%.

“Os números consolidaram um movimento que já vínhamos observando há muito tempo. Os jornais que possuem modelo de assinatura digital já começam a se beneficiar dessa área, enquanto aqueles mais dependentes de venda avulsa enfrentam mais dificuldades”, explicou Pedro Silva, presidente executivo do IVC.

Revistas

A mesma força do segmento digital observada no meio jornal vem acontecendo com as revistas, de acordo com o IVC. Enquanto a circulação impressa das revistas sofreu uma queda de 9,6% no ano passado, a digital cresceu 42,3% no período, na comparação com 2013. Hoje, o digital responde por 5% do total de circulação das revistas no Brasil.

Na opinião de Pedro Silva, ainda é cedo para prever se se a circulação digital irá inverter a tendência de queda do meio, mas é certo que as plataformas digitais dos veículos ganhem maior importância e audiência com o passar do tempo. Apesar de sua força, o meio digital não conseguiu impedir que, na média geral, as assinaturas das revistas sofressem uma queda de 3,2% no período. As vendas avulsas também caíram, tendo uma retração de quase 20%.

Fonte: Meio & Mensagem

IVC amplia escopo de atuação com auditoria de app, webradio e TV online

Agora vai ficar bem mais difícil para portais, blogs e sites “inventarem” audiências e se colocarem em posições nas quais nunca estiveram.

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Além da mudança de posicionamento do IVC, que passa a ser reconhecido como Instituto Verificador de Comunicação, algumas novidades chegarão em 2015 com a ampliação de atuação da empresa. Na lista, vão passar a fazer parte dos serviços a aferição da audiência em aplicativos, webradios, TV na internet e eventos. Os novos projetos foram apresentados à imprensa na manhã desta terça-feira, 10, em encontro realizado em São Paulo.

Quem cuidou da apresentação foi o presidente-executivo do IVC, Pedro Silva, que explicou como vai funcionar cada atuação. Sobre aplicativos, ele afirmou que o serviço será uma análise da utilização desses programas com captação de dados armazenados no dispositivo do próprio usuário no momento da interação.

De acordo com o executivo, as informações serão confrontadas com dados reportados pela ferramenta de web analytics, levando em conta que a principal métrica será o unique device – que identifica o dispositivo único que está utilizando o app. Outras métricas a serem usadas serão: downloads, app page impression, app visit, app time spent e app ad impression.

Destinado às webradios e TVs na internet, a auditoria de streaming de áudio e vídeo também estão na cartela de novos serviços. A verificação pretende observar acessos como conexões únicas, seguindo os padrões recomendados pela Federação Internacional dos Institutos de Auditoria de Mídia (IFABC, da sigla em inglês).

O IVC vai fornecer dados com audiência por conexões e sua taxa de consumo, geolocalização da audiência por região e cidade, identificação dos dispositivos de acesso e determinação dos horários das conexões, os dayparts. “Cobrir websites, aplicativos e web rádios configura uma conquista importante. A presença da auditoria nos meios digitais é cada vez mais forte e nos permite ofertar dados multiplataforma de forma bastante abrangente. Isso cria cenário mais favorável aos investimentos seguros e o mercado publicitário ganha como um todo”, explicou Silva.

Por fim, eventos serão auditados pelo IVC, que vê neste mercado uma opção relevante em segmento com franca expansão e bastante explorado por publishers e agências especializadas. Este trabalho vai cobrir encontros sociais, empresariais, webinars e aqueles voltados ao consumo, bem como os de cunho técnico-científicocultural.

As métricas oferecidas ao mercado abrangem números de visitas pagas e gratuitas, além de um relatório de conversão de visitas e dados de qualificação de público, que incluem características como cargo e gênero. Atividades paralelas aos eventos como palestras, distribuição de brindes e shows, entre outras, também poderão ser auditadas e parametrizadas.

“Os eventos desempenham papel importante filiado à International Federation of Audit Bureaux of Circulations (IFABC) na construção de marcas por meio do relacionamento, entrega de conteúdo e debate de ideias. O serviço de auditagem de eventos se consolidou nos países onde foi implantado. Além disso, é apontado como tendência pela IFABC e tem tudo para ser bem sucedido no Brasil”, disse Silva.

Total View

O IVC lançou, ainda, o Total View, que chega junto da reformulação de seu site. A ferramenta de consulta vai fornecer ao usuário dados sobre participação e relevância de cada meio de comunicação em diferentes mercados. Os filtros permitem ao usuário visualizar dados de diferentes plataformas dos veículos (tablet, mobile, desktop ou impresso), segmentos de atuação, regiões geográficas e período.

O Total View permitirá que o usuário visualize as informações de mais de um veículo para criar, por exemplo, um banco de dados de uma campanha. Será possível exportar planilhas, gráficos e salvar o plano para execução de check in após a veiculação. “A necessidade de criar uma ferramenta como o Total View foi percebida pelo Instituto após estudos realizados no segundo semestre de 2014 com os profissionais de Mídia das agências”, afirmou o presidente do instituto.

Fonte: Comunique-se

Microsoft lança atualização do Windows que corrige falha dos anos 1990

MicrosoftAssim como fez a Apple em seus sistemas operacionais, a Microsoft lançou uma atualização de segurança para o Windows que evita problemas com a brecha apelidada de Freak (Factoring RSA Export Key).

A falha foi revelada nos últimos dias, mas existe desde a década de 1990. Até então falava-se mais sobre os problemas que ela poderia causar a usuários do Android e iOS.

Ao corrigir a questão, a Microsoft também abordou outro ponto sensível do Windows, um bug chamado Stuxnet. Como explica o Engadget, em 2010 a empresa já havia corrigido o problema, mas aparentemente a atualização daquela época não deu conta do recado.

Fonte: Olhar Digital

Status ” se sentindo gordo” é retirado do Facebook

Santa babaquice, Batman!!! Agora até os gordos não podem mais se sentir gordos!

facebook-feeling-fat-780x439Nesta semana, o Facebook removeu a opção “se sentindo gordo”, que estava disponível em suas atualizações de status na aba “O que você está fazendo?”. A decisão ocorre após uma série de protestos online, que alegavam que o recurso reforçava preconceitos e imagens negativas do corpo.

A ação teria sido proposta no final de fevereiro pelo grupo Endangered Bodies, que conseguiu recolher mais de 16 mil assinaturas de apoio em petições no site Change.org. Os ativistas da campanha “Fat is not a feeling” (gordura não é um sentimento) apontaram que a opção representava um problema para pessoas com distúrbios alimentares.

Em nota oficial, a rede social disse que ouviu as críticas da comunidade que definiu a remoção. “Nós pretendemos continuar a ouvir o feedback enquanto pensamos em formas de ajudar as pessoas a se expressarem no Facebook”.

Mesmo com a remoção da opção da lista, o emoji ligado a ela pode ser encontrado com a definição “se sentindo empanturrado”. Os usuários ainda podem inserir a expressão “se sentindo gordo” manualmente.

Fonte: Comunique-se

Coca-Cola revisa design na Europa

A Coca Cola está realizando mudanças significativas no seu design de suas embalagens em diversos mercados europeus que poderiam preparar o terreno para uma alteração nos Estados Unidos.

Por enquanto, a empresa fez modificações modestas em território americano (abaixo) que incluem mudar o logo da Coca-Cola de vertical para horizontal.

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A Coca e a Coca Zero fizeram essas alterações em janeiro, enquanto a nova lata da Coca Diet está no mercado há meses.

As mudanças mais radicais ocorreram na Espanha, onde a marca está usando a abordagem “split” (de divisão no desenho das latinhas). O estilo (abaixo) envolve usar a cor vermelha na parte de cima da lata, enquanto a parte de baixo muda de acordo com o produto, como a Coca Zero.

Coca+560+-+modify+(2)Outros onze mercados do nordeste europeu usarão o design “monocolor”, veja abaixo:

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Os Estados Unidos estão esperando os resultados das mudanças do piloto global, disse uma porta-voz da marca. “Nós estamos focados no design da embalagem em 2015, e outros aspectos do piloto serão explorados de acordo com os resultados globais e dos Estados Unidos.” Ela disse que o mercado continuará recebendo edições limitadas, por exemplo, as de datas comemorativas, como tem feito desde sempre.

A Espanha, onde as maiores alterações estão sendo feitas, faz parte da Coca Cola’s Iberia Business Unit, que é de onde veio o mais novo diretor global de marketing Marcos de Quinto.

As mudanças na Europa pretendem unificar os mais variados produtos da Coca-Cola em um design mais coeso, segundo uma nota divulgada pela Coca-Cola do Reino Unido. “A Coca Cola é uma das marcas mais amadas e icônicas do mundo. Com nossa abordagem ‘marca única’, nós estamos unificando quatro produtos embaixo do guarda-chuva da Coca-Cola,” disse Jon Woods, diretor geral da Coca-Cola no Reino Unido e Irlanda.

Os anúncios irão “mostrar todos os produtos que a Coca-Cola possui e comunicar aos consumidores as opções disponíveis a eles”.

A Beverage Digest foi o primeiro veículo a anunciar essas mudanças semana passada.

Fonte: Meio & Mensagem

Mais de 300 emissoras de rádio ganham aplicativos personalizados

A televisão ia matar o rádio, assim como a internet ia matar o rádio. No fim das contas, o rádio se modificou, modernizou e se adaptou, tornando-se mais forte e popular do que nunca. A integração das Mas e FMs com a grande rede é algo de bater palmas. Os jornais precisam encontrar uma maneira de se reinventarem como fez o seu primo.

AppRadio-logoA Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) financiou a criação de aplicativos personalizados para 305 emissoras de rádios de todo o país. Com foco na inclusão do meio no ambiente de smartphones e tablets, a iniciativa faz parte do projeto Mobilize-se, lançado na última semana em parceria com entidades estaduais.

Os aplicativos possuem diversas funcionalidades para interação com o ouvinte via chat, SMS e redes sociais, geolocalizador e espaço para publicidade. Os apps estão disponíveis para sistemas iOS e Android.

Segundo informações da Abert, das 4,6 mil rádios existentes no país, menos de 30% possuem aplicativos próprios para dispositivos móveis, ou seja, apenas 1.394. Com os apps customizados até agora, a associação atingiu 60% de sua meta.

As emissoras interessadas na iniciativa podem fazer cadastro no site http://www.mobilize-se.net.br. As primeiras 500 receberão um app exclusivo, de maneira gratuita. Além disso, as rádios passam a fazer parte do aplicativo integrador da Abert, com outras de todo o país.

Até o momento, canais de Minas Gerais e São Paulo têm o maior número de aplicativos custeados pelo projeto. Segundo o presidente da Abert, Daniel Slaviero, a meta é dobrar o número de emissoras brasileiras que possuem aplicativos até o fim do ano.

“Estamos vivenciando uma mudança brutal na maneira como as pessoas acessam o meio rádio. Por isso, o projeto visa à inclusão principalmente das pequenas e das médias emissoras no ambiente mobile digital”, afirma o executivo.

Fonte: Comunique-se

Waze poderá vir pré-instalado em dispositivos móveis

Waze IIO Waze, aplicativo focado em informações sobre o trânsito e navegação social, passa a integrar o Google Mobile Service, permitindo que as operadoras pré-instalem o app em seus aparelhos. O objetivo da operação é fazer com que mais pessoas tenham acesso as informações disponibilizadas pelo aplicativo, assim como ampliar a quantidade de dados compartilhados na plataforma.

O aplicativo permite o compartilhamento de dados em tempo real. Em 2013, o Waze lançou o programa Cidades Conectadas, que liga os departamentos de transporte, coordenação de trânsito aos usuários, em mais de 20 cidades diferentes.

Fonte: ProXXIma

Redes 4G vão cobrir 76% da população da América Latina em 2020

Pode até cobrir, mas será que vai funcionar?

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As Redes 4G LTE cobrirão mais de três quartos da América Latina em 2020, de acordo com estudo da GSMA Intelligence divulgado nesta terça-feira, 03/03, no Mobile World Congress (MWC). Os novos dados calculam que a cobertura 4G estará disponível para 76% da população latinoamericana até o final de 2020, bem acima dos 35% previstos no final de 2014, por conta de implantações 4G aceleradas em toda a região.

A tecnologia 4G responde atualmente por menos de 10% das conexões móveis na América Latina, mas a GSMA Intelligence acredita que o 4G deverá responder por 28% (245 milhões de conexões) em 2020. A previsão é de que o total de conexões móveis na América Latina alcance 709 milhões no final de 2014 e 889 milhões em 2020.

A tecnologia móvel é considerada o principal meio de acesso à Internet para grande parte da população latinoamericana, especialmente em áreas rurais. O número de conexões de banda larga móvel ultrapassou as conexões de banda larga fixa na região em 2011. Este é o caso dos cinco maiores mercados da América Latina, inclusive do Brasil, onde há mais de cinco vezes mais conexões de banda larga móvel do que de banda larga fixa.

Investimentos

As despesas de capital (Capex) por operadoras de telefonia móvel na América Latina estão aumentando significativamente, e a previsão é de que se chegue a um total acumulado de US$ 193 bilhões no período de sete anos entre 2014 e 2020.

As operadoras latinoamericanas investiram quase US$ 8 bilhões em licenças de espectro entre 2012 e 2015, principalmente para apoiar implantações 4G. A quantidade total de espectro atribuído a serviços móveis desde 2012 foi de 1472MHz, nas faixas de 700MHz, 850MHz, 1800MHz, 1900MHz, AWS (serviços avançados sem fio: 1700-2100MHz) e 2,6GHz.

Assim como a expansão do alcance da cobertura 3G/4G, a migração para redes de banda larga móvel de maior velocidade também está sendo impulsionada pela crescente adoção de smartphones. Os smartphones foram responsáveis por 32% das conexões da América Latina em 2014 e espera-se que sejam responsáveis por 68% do total em 2020. A essa altura, a América Latina terá a segunda maior base instalada de smartphones no mundo, atrás apenas da região Ásia-Pacífico.

Fonte: Computerworld

Twitter disponibiliza ferramenta para compartilhamento de vídeos

Twitter videoNa semana passada o Twitter anunciou que vídeos produzidos na plataforma poderão ser embedados em outros sites. A medida sinaliza a intenção do microblog de entrar na briga pelos vídeos online, território dominado por Youtube e Facebook.

Para publicar os vídeos, o usuário terá que baixar uma ferramenta de edição desenvolvida pelo próprio microblog, disponível para iOS e Android. Ao publicar, o link direcional para o conteúdo estará disponível embaixo do tuite.

Fonte: ProXXIma

Android fecha 2014 em mais de 80% dos smartphones

Isso surpreende alguém?

Google-AndroidO Android e o iOS aumentaram suas fatias combinadas no mercado global de sistemas móveis em 2014, fechando o ano em 96,3% de todos os smartphones. As informações são da IDC.

De acordo com a consultoria, esse resultado é superior aos 93,8% de participação registrados em 2013 pelas plataformas rivais.

Enquanto o Android aumentou sua fatia no mercado, subindo de 78,7% para 81,5% em 2014, o iOS, da Apple, viu sua presença encolher de 15,1% para 14,8%.

Apesar da queda, as vendas de aparelhos iOS cresceram 25,6% graças ao lançamento do iPhone 6, segundo o IDC. A Apple vendeu 192,7 milhões de smartphones em 2014 contra 153,4 milhões no ano anterior.

iphone-3g-de-8gbO Android, por sua vez, registrou vendas de mais de 1 bilhão de smartphones em 2014, superando a marca de 802 milhões no ano anterior. A Samsung manteve seu título como a maior fabricante da plataforma, comercializando mais unidades do que as cinco empresas seguintes. No entanto, o volume de vendas da Samsung ficou estável em 2014, segundo a IDC – a maior parte do crescimento do Android veio de fabricantes como Xiaomi, Huawei, LG e ZTE.

Com 34,9 milhões de unidades, a Microsoft aumentou levemente os envios de Windows Phones em 2014 – no ano anterior foram 33,5 milhões. A empresa focou em aparelhos mais baratos na última temporada, vendendo celulares básicos que adquiriu com a compra da Nokia e permitindo que parceiros como HTC e Samsung lidassem com o segmento top de linha. Mas o lançamento do Windows 10 neste ano deve fazer a Microsoft voltar as suas atenções novamente ao mercado de smartphones top de linha, aponta o IDC.

A BlackBerry foi a única fabricante a perder participação no ano passado, indo de 1,9%, em 2013, para 0,4% no ano seguinte.

Fonte: Computerworld