Sex Pistols remasterizado e com bônus

Sex Pistols - Never Mind The Bollocks Here's The Sex Pistols FrontOs Sex Pistols escreveram uma parte importante da história da música. O punk rock – dos quais, para muitos, são os pais – foi um movimento único e que ainda desperta curiosidade, mesmo que mais pela atitude do que pela música.

Sid Vicious & Cia precisaram apenas de um disco – Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols, relançado agora pela Universal em versão dupla, com lados B e gravações ao vivo de um show da banda na Suécia. Editado originalmente em 1977, Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols, é uma verdadeira porrada na cena musical do fim dos anos 70. A ferocidade da banda e o pouco respeito pelo establishment. Como disse uma das críticas da época do lançamento do disco: “os Sex Pistols não são uma banda para a qual você pode dar as costas”.

Fã ou não do punk (e do que ele permitiu produzir), Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols é uma obra, com um quê de nostalgia, para ser ouvida, estudada, entendida e, até, apreciada.

Uma versão desse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

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Guitarra que Clapton usou em Layla ganha nova versão da Fender

Brownie IA guitarra que deu o som característico do disco Layla and Other Assorted Love Songs vai ganhar uma edição limitada (100 cópias) feitas pela Fender. Embora Blackie (a Strato preta) tenha sido a marca registrada de Clapton durante a década de 70 e boa parte dos anos 80, Eric usou outra, Brownie (marron), um modelo fabricado em 1956. Agora, a Fender vai fabricar 100 replicas dessa guitarra – Fender Custom Shop Eric Clapton “Brownie” Tribute Stratocaster.

Quem quiser fazer a sue encomenda pode ir até o site da Fender.

Veja o que o próprio Clapton achou da nova versão da Brownie

Novo disco de Eric Clapton sai em março

Eric Clapton Old SockO ano parece que vai ser agitado para Eric Clapton e seus fãs, além do Crossroads Guitar Festival e de uma turnê mundial comemorando os 50 anos de carreira, Clapton anunciou o lançamento de mais um CD de carreia, Old Sock, que chega ao mercado no dia 12 de março.

Pelas informações de seu site, Old Sock vai seguir a mesma linha do disco anterior (Clapton, de 2010), juntando uma série de canções que fazem parte da memória musical do guitarrista e mais algumas inéditas. A novidade é que o disco vai trazer uma penca de participações especiais. Além dos fiéis escudeiros Steve Gadd (bateria), Willie Weeks (baixo) e Chris Stainton (teclados), foram confirmadas as presenças de JJ Cale (em Angel), Chaka Khan (em Gotta Get Over), Jim Keltner (em Our Love is Here To Stay), Steve Winwood (em Still Got The Blues) e Paul McCartney (em All of Me).

A lista de canções é:

1. Further On Down The Road
2. Angel
3. The Folks Who Live On The Hill
4. Gotta Get  Over
5.  Till Your Well Runs Dry
6. All Of Me
7. Born To Lose
8. Still Got The Blues
9. Goodnight Irene
10. Your One and Only Man
11. Every Little Thing
12. Our Love Is Here To Stay

Eric Clapton: Slowhand ganha edição comemorativa pelos 35 anos de seu lançamento

eric_clapton-slowhand-frontalUm dos principais discos da carreira de Eric Clapton e sua obra que mais tempo ficou no topo das paradas, o álbum Slowhand (um dos apelidos do “Deus da Guitarra”) chega, com um pequeno atraso ao Brasil, com sua edição comemorativa dos 35 anos de seu lançamento, em edição dupla, sobras de estúdio, um concerto ao vivo e som brilhantemente remasterizado a partir das fitas originais.

Se o início dos anos 70 foi marcado pela economia dos solos de seus discos solo, da produção de alguns clássicos – como o disco Layla and Other Assorted Love Songs, gravado sob o pseudônimo de Derek and the Dominos – e do pouco sucesso comercial, Slowhand serviu como um impulso na carreira do guitarrista. Embora não tão diferente no formato de seus lançamentos anteriores – 461 Ocean Boulevard (1974), There’s One in Every Crowd (1975) e No Reason to Cry (1976) -, uma coleção de canções country, blues e composições originais, Slowhand se destaca pela trinca de hits que abre o disco: Cocaine, canção de J. J. Cale – também autor de After Midnight, outro sucesso de Clapton, e que é até hoje um dos números mais esperados dos concertos do guitarrista; Wonderful Tonight, sua balada mais conhecida, escrita para a principal musa inspiradora do rock, Patty Boyd (sua esposa na época) e que já havia servido como figura central para composições como Something (escrita pelo então marido George Harrison, para o LP Abbey Road, dos Beatles) e para Layla, também de Clapton, e que se transformou em sua composição mais conhecida e tema central de sua melhor obra, o já mencionado Layla and Other Assorted Love Songs; e Lay Down Sally, um country que também foi um grande sucesso radiofônico. Não sei qual o borogodó dessa mulher, mas que ela sabia agradar aos maridos, sabia.

Slowhand 35 IAlém dos hits, Slowhand ainda tem uma das mais belas e melancólicas composições de Clapton, a instrumental Peaches and Diesel, que fecha o disco original, e bons riffs como The Core, onde divide os vocais com Yvonne Elliman. Mais os fãs têm mais para se deliciar. A edição deluxe lançada no Brasil traz quatro canções gravadas nas sessões do disco, mas não aproveitadas (Looking At The Rain e Stars, Strays And Ashtrays, não fariam feio se tivessem feito parte do line up original) e nove músicas gravadas em 27 de abril de 1977 no Hammersmith Odeon, em Londres – a maioria delas nunca lançadas -, com a banda formada apenas por músicos norte-americanos, que ainda produziria mais um LP (Backless, em 1978).

Os anos 70 podem ter sido de abusos (álcool e drogas), mas em nada atrapalharam Clapton e sua fiel escudeira Blackie (a Fender Stratocaster preta que aparece na capa do álbum) a produzir alguns dos melhores momentos do artista, que ainda viria a mudar de rumo, várias vezes, com a mesma naturalidade com que mudava de corte de cabelo, sem nunca deixar de lado suas raízes do blues.

Slowhand é um disco de momentos. Não tem a unidade de Another Ticket (1980) ou 461 Ocean Boulevard, mas supera em muito a produção solo de Clapton durante essa década. Essa nova versão abre um novo horizonte, tanto em relação ao som quanto em relação ao material inédito.

 

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Uma versão editada deste texto foi publicada no jornal O Fluminense

Piquet x Mansell – O duelo das pistas se repete 25 anos depois

piquet_mansell 2013 IINelson Piquet foi um grande (talvez o melhor) piloto brasileiro de todos os tempos na F-1. Além do seu conhecimento técnico e mecânico, que sempre lhe renderam alguma vantagem nas corridas, Piquet ainda tinha a qualidade de não ter papas na língua, de ser politicamente incorreto e de abusar da sinceridade. Depois de batalhas sensacionais com Allan Prost, Nigel Mansell e Ayrton Senna (sobre o qual fez a mais impressionante ultrapassagem de todos os tempos), Piquet, tricampeão como Senna, vale lembrar, voltou, depois de 25 anos, a se encontrar com o ex-companheiro de equipe e principal adversário em dois campeonatos, Nigel Mansell, ao qual chamou certa vez de “um idiota veloz“.

piquet_mansell 2013Piquet e Mansell foram reunidos para uma campanha publicitária de uma montadora de automóveis. O programa Linha de Chegada (do Sportv) fez uma excelente entrevista com a dupla, onde se mostraram mais amistosos, sem deixar de distribuírem farpas um ao outro. Tudo de maneira bem-humorada e civilizada.

Formula One World ChampionshipNão vou revelar o conteúdo do programa – veja na grade do canal quando haverá uma reprise -, mas apenas dizer que é muito bom relembrar os tempos nos quais os pilotos faziam a diferença e as brincadeiras; sacanagens eram mais genuínas e as rivalidades verdadeiras e duradouras.

A metralhadora de Piquet não para nunca e nem se preocupa com as vítimas. Perguntado se quem foi melhor, ele ou Senna, a resposta é seca: “bem, eu estou vivo“. As muitas sacaneadas em Mansell também renderam uma resposta afiada do inglês, que em certo momento diz: “O problema do Nelson é que ele sempre teve o cérebro na bunda“. Fora do contexto podem parecer declarações duras e pouco polidas, mas o clima amistoso (com direito a aperto de mão, aparentemente sincero), deixa de lado essa possibilidade.

Quem pôde ver essa geração nas pistas, sofre com a safra atual de pilotos.

Intel deixa o mercado de placas-mãe para desktops

intel-boardDepois de quase 20 anos vendendo placas-mãe com marca própria, a Intel irá iniciar sua saída deste mercado, disse um porta-voz da empresa, Dan Snyder, à PCWorld. A retirada começará assim que a próxima geração de processadores Intel, de codinome Haswell, for lançada, e a empresa planeja dissolver completamente a divisão responsável ao longo dos próximos três anos.

A decisão da Intel é uma resposta a pressões de mercado vindas de duas direções. Por um lado o mundo simplesmente não precisa mais de tantas placas-mãe para desktops quanto no passado. A demanda está migrando para notebooks e tablets, então a Intel está respondendo a esta mudança. Por outro lado, empresas como a ASUS, Gigabyte e ASRock atendem à demanda atual com uma ampla variedade de placas-mãe com recursos inovadores.

A Intel diz que irá redirecionar seus recursos para placas para “formatos emergentes” como o recém-lançado NUC (Next Unit of Computing, algo como “Próxima Unidade de Computação”), um diminuto PC autocontido com pouco mais de 10 x 10 cm. A empresa também irá focar no aprimoramento de projetos para Ultrabooks e sistemas All-In-One. Os fabricantes poderão licenciar os projetos inteiros, ou apenas parte deles, para integrá-los aos seus próprios produtos. Este tipo de integração já pode ser visto na recém-lançada linha de placas-mãe Thin ITX da Gigabyte, que permite que o usuário monte seu próprio computador All-In-One.

Além de formatos emergentes, a Intel também irá ampliar seus esforços na área de Form Factor Reference Design (FFRD), ajudando outros fabricantes a projetar novos designs de placas-mãe para PCs desktop.

Suporte às placas atuais continua

Snyder frisou que a Intel irá continuar a oferecer suporte às placas-mãe já existentes durante seus períodos de garantia. A empresa ainda irá oferecer placas-mãe com suporte aos processadores Haswell, que estarão disponíveis durante a vida útil dos novos chips. Isso significa que novas placas-mãe da Intel ainda estarão no mercado por cerca de 18 meses após o lançamento do produto, com suporte e garantia além deste período.

Snyder também disse que a Intel mantém seu compromisso com processadores e chipsets para desktops, citando os processadores da série K, que suportam overclocking, e a futura terceira geração de processadores Extreme como exemplos-chave. A empresa também continuará a suportar um amplo conjunto de soquetes, incluindo o LGA2011 para entusiastas, o LGA 1155/1150 para o mercado “mainstream” e BGA para plataformas de entrada.

A Intel começou a vender placas-mãe em 1993 para dar suporte ao ritmo cada vez maior de lançamento de processadores. Antes disto a empresa lançava processadores sem anunciar nenhuma placa-mãe que os suportasse, ou seja, a entrada no mercado de placas foi praticamente uma necessidade para alavancar a venda de processadores. A Intel já desenvolvia e vendia chipsets usados em placas-mãe de seus parceiros, então começar a produzir as placas propriamente ditas foi algo natural.

O que isso significa para os usuários

A Intel nunca foi uma grande participante no mercado de vendas diretas de placas-mãe, que é dominado pela ASUS, Gigabyte e várias outras fabricantes de componentes. Estas empresas tradicionalmente integram os recursos mais inovadores, como o auto-overclock e outros truques voltados aos entusiastas, fazendo com que a Intel tenha de correr atrás.

Dado o cenário competitivo, não é uma surpresa que a Intel esteja concentrando seus esforços em áreas que tem maior impacto potencial no crescimento futuro. Todos os segmentos do mercado de PCs estão sob pressão extrema, com as vendas caindo e os usuários sendo atraídos para os tablets e smartphones. O foco em designs de referência para PCs All-In-One, Ultrabooks e Tablets permitirá que os parceiros da Intel lancem com mais agilidade produtos que apelam a uma nova geração de usuários móveis.

Entusiastas que exigem o máximo em desempenho ainda serão capazes de escolher em um vasto catálogo de opções das fabricantes asiáticas, e é provável que a competição neste mercado continue acirrada. Com isso, parece que a decisão da Intel vem na hora certa.

Lendo nas entrelinhas, a menção de “componentes BGA para plataformas de entrada” reforça os rumores de que as placas-mãe para desktop mais baratas virão com os processadores soldados a elas. A Intel nega veementemente os rumores de que irá parar de oferecer processadores para uso em soquetes, mas Snyder nota que “o caminho futuro dos produtos será avaliado com base no desempenho e necessidade energética das plataformas”.

Ou seja, se o mercado de entusiastas e o de desktops tradicionais ficar pequeno demais, é provável que processadores Intel “soquetados” se tornem uma peça de museu. Ainda assim, é improvável que isso aconteça por alguns anos.

Fonte: IDG Now!

Buscapé incorpora novos recursos às compras

Site incorpora aos serviços as funcionalidades “Calcular Frete” e “Comprar Agora”

BuscapéDuas novas funcionalidades integram-se a partir das 14 horas da última quinta-feira, ao portfolio de serviços do Buscapé: ‘Calcular Frete’ – que permite agregar às ofertas apresentadas os respectivos custos da logística de entrega -, e ‘Comprar Agora’, onde as transações podem ser concluídas no próprio ambiente desse portal de comparação de preços (até agora, essa funcionalidade estava disponível apenas no aplicativo mobile do Buscapé, lançado no final do ano passado).

Por informar os valores calculados pelos próprios sistemas dos varejistas responsáveis pelas ofertas, o serviço ‘Calcular Frete’ é anunciado pelo Buscapé como “iniciativa inédita” em âmbito mundial. “No mercado norte-americano algumas ferramentas informam possíveis preços de fretes, porém a partir de estimativas”, compara Romero Rodrigues, CEO do Buscapé Company.

Tal serviço, ele justifica, beneficia o consumidor porque, quando considerado também o custo do frete, uma oferta inicialmente apresentada como financeiramente mais interessante pode perder essa vantagem: um refrigerador, por exemplo, dependendo da região do país aonde deverá ser entregue pode ter custo final mais de R$ 1 mil superior, comparativamente a outro frente ao qual ele inicialmente mostrava-se mais barato. E, pelas estimativas do Buscapé, cerca de 46% das compras hoje realizadas no Brasil via e-commerce exigem pagamento de frete.

Já o botão ‘Comprar Agora’ nasce com a capacidade de possibilitar diretamente a aquisição das ofertas de 1.070 varejistas (por enquanto, basicamente aqueles que utilizam os serviços da rede de afiliados Lomadee e/ou da plataforma de pagamentos Bcash, ambas integrantes do grupo Buscapé). Entre esses varejistas, operações do porte de Submarino, Casas Bahia, Americanas, Walmart, Extra, Shoptime, Saraiva e Ponto Frio, entre outras.

Para valer-se dessa funcionalidade, bastará o cadastro no Buscapé, mas, de acordo com Romero, os dados relativos a esses cadastros serão repassados aos varejistas responsáveis pelas vendas, que continuarão incumbidos do processamento e da entrega dos produtos.

E, com essa nova funcionalidade o Buscapé agregará uma nova fonte de receita aos cliques nos links que conduzem aos sites dos varejistas: taxas proporcionais às vendas, cujos percentuais ainda estão sendo definidos, mas partem, revela Romero, de uma estimativa inicial de 9,9%. “O botão ‘Comprar Agora’ possibilitará entregarmos aos varejistas 100% de conversão”, acrescenta Romero.

O CEO prevê que nos três primeiros meses de disponibilização da nova funcionalidade haverá cerca de 200 mil usos do botão para compra via Buscapé, portal mensalmente acessado por 30 milhões de consumidores, para os quais compara preços de 50 mil lojas. Atualmente, estima o grupo, cerca de 25% do e-commerce brasileiro passa pelo Buscapé.

Fonte: ProXXIma

Mozilla anuncia smartphone com Firefox OS para desenvolvedores

Smartphone FirefoxA Fundação Mozilla anunciou o primeiro smartphone com o Firefox OS , novo sistema operacional para dispositivos móveis de código aberto, para desenvolvedores. O aparelho foi desenvolvido em parceria pela Geeksphone e pela Telefonica. O produto começará a ser vendido em fevereiro pela Geeksphone, que ainda não divulgou o preço nem as primeiras regiões a receber o produto.

O smartphone é equipado com processador Snapdragon de 1 GHz, tela de 3,5 polegadas com tecnologia multitoque, câmera de 3 megapixels e 512 MB de memória RAM. O produto possui sensor de luminosidade e proximidade, além de giroscópio e GPS, e é compatível com redes Wi-Fi e 3G.

O Firefox OS é um sistema baseado em Linux projetado para explorar ao máximo os recursos da tecnologia HTML5 . A ideia é permitir que os aplicativos HTML5 tenham acesso a todos os recursos do sistema e do aparelho. Em plataformas como iOS e Android, apenas aplicativos nativos podem acessar todos os recursos dos celulares.

Segundo a Mozilla, os aplicativos podem interagir diretamente com os recursos do aparelho, como fazer o celular vibrar, fazer uma ligação ou enviar uma mensagem de texto. “Nós não poderíamos ter feito isso sem os desenvolvedores. Agora nós estamos trabalhando para trazer o poder da web para os dispositivos móveis”, diz Stormy Peters, diretora de sites e engajamento de desenvolvedores da Fundação Mozilla, no blog oficial.

Fonte: IG

Mega recebe 60 uploads a cada segundo

novo-mega-600x410Poucos dias após apresentar seu novo serviço para hospedagem e compartilhamento de arquivos, Kim Dotcom tem utilizado o Twitter para se desculpar por falhas e informar marcas do Mega.

“Estamos fazendo um bom progresso, adicionando servidores e corrigindo bugs. Em breve, todos poderão utilizar o Mega sem soluços”, publicou Dotcom nesta terça-feira (22).

Segundo ele, a previsão é que as falhas estejam corrigidas em breve.  Em média, o Mega tem recebido cerca de 60 uploads a cada segundo.

Utilizando gráficos da empresa de análise de tráfego Alexa, Dotcom afirmou que o Mega  (mega.co.zn) já é o domínio neozelandês  mais acessado em todo o mundo.

Além disso, o lançamento do serviço teria derrubado os acessos ao Dropbox.

Apresentado no último sábado (19), o Mega é a nova aposta de Dotcom para substituir o Megaupload, fechado pelo FBI no ano passado.

O empresário afirmou que o novo serviço não viola direitos autorais. “Nós apenas hospedamos arquivos, assim como faz o Dropbox e outros concorrentes”, disse no lançamento.

A edição de fevereiro da INFO vai trazer uma reportagem especial sobre o lançamento do Mega e o estilo de vida de Dotcom, em Auckland, na Nova Zelândia.

Fonte: Info

Jornais ficam “estagnados” em 2012, mas batem recorde de circulação

O título original dessa nota (Jornais ficam “estagnados” em 2012) é daquelas canalhices que mais parecem um release produzido pela assessoria dos donos de jornais do que uma notícia. Afinal, apesar da suposta crise (que na maioria das vezes tem suas causas nas más administrações) os jornais cresceram e bateram a maior média de circulação da história do IVC.

Pode até ser uma mera coincidência, mas esse enfoque (estagnação) em época de negociação salarial é um ponto negativo no bom jornalismo do Meio & Mensagem.

Leia a nota completa.

JornaisSomente as edições digitais trouxeram um ligeiro crescimento para o meio; vendas avulsas não mudaram em relação a 2011

As edições digitais salvaram o meio jornal de um ano triste. Dados consolidados do Instituto Verificador de Circulação (IVC) divulgados nesta quarta-feira, 23, mostraram que o pequeno crescimento de 1,8% em circulação registrado pelo meio é totalmente proveniente das edições digitais dos títulos.

De acordo com os dados, a circulação digital dos jornais cresceu 128% em 2012, em comparação com o ano anterior. Esse grande salto conseguiu elevar em 1,8% a média geral de circulação do meio Jornal no ano, que encerrou 2012 com uma média de 4.520.820 exemplares (número recorde na auditoria do IVC). Nessa contagem total estão inseridas todas as edições das publicações auditadas pelo Instituto.

O meio digital também salvou a média geral das assinaturas, que foi 3,4% maior em 2012, de acordo com o relatório do IVC. Neste crescimento estão compreendidas, obviamente, as versões digitais dos títulos. Já as vendas avulsas dos jornais impressos ficaram estagnadas em relação ao ano de 2011.

O ritmo do crescimento da circulação dos jornais é o mais baixo dos últimos três anos. Em 2011, o meio tinha conseguido ampliar sua circulação em 3,4% em comparação com 2010. O desempenho de 2012 só não é inferior ao de 2009, quando a circulação geral dos jornais encolheu 1,4%.

Na análise do desempenho dos títulos por categoria, o crescimento não sai da casa do 1%. Entre os populares (títulos cujo preço é inferior a R$ 0,99), a circulação aumentou 1,7%. Os chamados títulos médios (com valor de capa entre R$ 1 e R$ 2) cresceram 1,7% enquanto os jornais de preço superior a R$ 2 cresceram somente 1,4%. Nesses cálculos estão contabilizadas as assinaturas das versões impressa e digital.

O presidente executivo do IVC, Pedro Silva declarou, no próprio relatório do Instituto, que o “crescimento ficou abaixo dos anos anteriores, de acordo com o PIB” e que “isso não aconteceu por conta da queda no consumo e sim pela baixa no investimento dos empresários no setor”.

Em 2012, tradicionais títulos jornalísticos do Brasil encerram suas operações. Entre eles estão o Jornal da Tardde (São Paulo), Diário do Povo (Campinas – SP), O Povo (Alagoas), Marca Brasil (São Paulo e Rio de Janeiro), entre outros.

Fonte: Meio & Mensagem

O Lanche Feliz está ameaçado

Parece mais uma daquelas ações que procuram atacar o efeito e não a causa do mal. Nossos políticos são, realmente, muito ativos e cheios de boas ideias!

Burger King é a primeira rede a cumprir a nova lei municipal 5.528 no Rio de Janeiro, que proíbe a venda de lanches com brinquedos

McLancheNoitenoMuseu-20052009A lei municipal 5.528, de autoria do vereador Marcelo Piuí (PHS), já está em vigor no Rio de Janeiro desde o último dia 8. As restrições impostas pela nova lei, que cobrará multa de R$ 2 mil dos restaurantes que insistirem em vender lanches com brinquedos, deve chegar também à São Paulo em breve. A expectativa é que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancione o Projeto de Lei 193/2008, do deputado Rui Falcão (PT), até o próximo dia 29 de janeiro. A proposta impede a veiculação de anúncios, voltados para crianças, de alimentos e bebidas “pobres em nutrientes, com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio” no rádio e na TV entre 6 e 21 horas e veta também o uso de personagens e celebridades infantis.

Das três principais marcas acostumadas a recorrer à este tipo de estratégia, apenas o Burger King vem cumprindo a determinação vigente no Rio de Janeiro. No restante do País, no entanto, a rede continua atrelando a venda dos lanches aos brinquedos. Já o Bob´s e o McDonald’s permanecem comercializando as promoções infantis. Belo Horizonte e Florianópolis também já instauraram legislações semelhantes. Desde junho de 2012, estão previstas multas entre R$ 1 mil e R$ 3 mil em ambos os Estados. As restrições a alimentos e bebidas equivalem a cerca de metade dos 200 projetos sobre publicidade que hoje tramitam no Congresso. O objetivo é conter os impulsos que levam a consumir alimentos capazes de aumentar os índices de obesidade entre as crianças.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Pascoal Meirelles – Dubai-Lima Guitar Project – Crítica

Quando a bateria homenageia a guitarra

Pascoal MeirelesCom uma vitoriosa carreira que já contabiliza mais de quatro décadas comandando as baquetas de sua bateria, o mineiro Pascoal Meirelles lança seu novo trabalho – Dubai-Lima Guitar Project (Niterói Discos) – onde recebe uma série de mestres das seis cordas para acompanhar a sua viagem pelo instrumental contemporâneo. Alexandre Carvalho, Kamal Musallan, Leonardo Amoedo, Mateus Starling, Nelson Faria e Ricardo Peixoto, foram os nomes escolhidos para comandar as guitarras dessa bela homenagem.

“Numa de minhas viagens, seguindo para me apresentar no Java Jazz Festival Indonésia conheci um guitarrista de Dubai chamado Kamal Musallan que também participou do mesmo festival. Veio-me então a ideia de produzir um CD em que o instrumento homenageado fosse a guitarra”, explica Pascoal.

Mas que não se pense que Dubai-Lima Guitar Project vive só de solos de guitarra. Os arranjos, que vão do jazz até a world music, passando por ritmos brasileiros, também destacam a bateria de Meirelles, em um trabalho que serve como exemplo de como se manter criativo e relevante, mesmo com tantos anos de estrada.

O show de lançamento acontece na próxima quinta-feira, dia 31, na Sala Baden Powell, em Copacabana.

Uma versão desse texto foi publicada no Jornal O Fluminense

Peter Gabriel – Blood Live – Crítica

Peter Gabriel sinfônico

Peter GabrielPeter Gabriel sempre teve um ar teatral em suas apresentações. Desde o tempo que sua voz dava o tom do som do Genesis (mais tarde capitaneado por Phil Collins), Gabriel se colocou como um artista complexo e engajado.  Agora, a gravadora ST2 traz ao Brasil o álbum duplo Blood Live, gravado em março de 2011, em uma das mais famosas casas de espetáculo de Londres, o Hammershith Apollo.

Baseado no repertório de seu último CD de estúdio (New Blood), Gabriel troca as guitarras e baixos por uma orquestra de 46 peças, dando outro peso as melodias criadas por ele. Alguns de seus sucessos também estão lá, como Biko, além de releituras de outros gênios pop como Paul Simon (The Boy in the Bubble).

O melhor mesmo é ouvir como ficaram as canções do vasto catálogo de Gabriel. Mercy Street (do álbum So, de 1986) é uma das que mais se valeu do novo tratamento “sinfônico”, ganhando ainda mais beleza e trazendo um novo sopro de vida a temas já conhecidos.

Blood Live pode não ser uma virada na carreira de Peter Gabriel, mas serve como documento da versatilidade de um dos mais talentosos artistas do rock (progressivo ou não).

Uma versão desse texto foi publicada no Jornal O Fluminense

Copa do Mundo gera mais de R$ 50 milhões para pequenos negócios

peq_logo-Copa-2014-_215Há 18 meses do início da Copa do Mundo da FIFA 2014, o mundial já rendeu mais de R$ 50 milhões em negócios para as micro e pequenas empresas brasileiras, segundo balanço do Sebrae. Na última sexta-feira (7), a instituição encerrou, no Rio de Janeiro, o ciclo do Encontro de Negócios – Oportunidades e Finanças para 2014. Representantes de entidades financeiras nas 12 cidades-sede do evento esportivo e mais de 1,5 mil empresários participaram dos encontros, com o objetivo de estimular o intercâmbio de experiências e relações comerciais, tornando as empresas mais competitivas sem prejudicar as finanças.

A iniciativa integra o programa Sebrae 2014, que mapeou cerca de 930 oportunidades de negócios para o mundial em dez segmentos específicos. “O Sebrae investiu R$ 11 milhões para realizar os Encontros de Negócios nas 12 cidades da Copa neste ano. A expectativa é de gerar um volume de negócios pelo menos dez vezes maior, ou seja, deve superar R$ 100 milhões somente com os eventos de 2012”, ressaltou o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Além das rodadas de negócio, os participantes tiveram a chance de esclarecer dúvidas com representantes de instituições financeiras, entre elas Santander, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As questões mais abordadas durante os encontros envolveram o uso de recursos próprios para investimentos fixos, a confiança necessária para construção de um sólido relacionamento com os bancos e as garantias exigidas para obtenção de crédito junto aos agentes financeiros. “Nosso trabalho é sensibilizar os empresários para aproveitar as oportunidades, mantendo saudável o caixa da empresa”, alertou o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim.

Após os talk shows sobre serviços financeiros e linhas de crédito e financiamento, os empresários participaram das rodadas de negócios, momento destinado à realização dos acordos comerciais e parcerias entre fornecedores e compradores. Entre os negócios fechados durante o evento, há exemplos de hotéis de médio e grande porte que acertaram a compra de produtos ou serviços de pequenos negócios nos setores da construção civil, agronegócios e móveis.

Fonte: Agência IN

Gastronomia e bebidas: Três receitas de sangria/clericó

O calor, que volta e meia vem em porções “senegalescas”, pede bebidas e drinks refrescantes. Uma sangria (ou sua variante, o clericó) são ótimas opções. Nesse post você vai encontrar três opções que são simplesmente perfeitas para quem gosta de bebericar nesses dias quentes. Melhor ainda, no lugar do vinho, as receitas usam espumante ou vinho verde, o que torna a sangria ainda mais refrescante.

Sangria branca com frutas cítricas e amarelas

Sangria IIngredientes

1 garrafa de espumante brut
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
Abacaxi (a gosto)
1 maracujá
2 pêssegos
1 larajna (sem ser lima)
2 maças
Gelo (a gosto)

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos – menos o maracujá, do qual você apenas vai retirar a polpa – e reserve. Misture o espumante (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!


Sangria branca com frutas vermelhas

1 garrafa de espumante brut
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
100g de framboesas
100g de ameixa
150g de morangos
50g de cerejas
50g de uvas (com ou sem caroço)
Gelo

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos e reserve. Misture o espumante (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!

Sangria com vinho verde

Sangria IIIngredientes

1 garrafa de vinho verde
450ml de Sprite
2 doses de licor (Cointreau ou 43)
Frutas (a gosto)

Modo de fazer

Corte as frutas em pedaços pequenos – pode misturar frutas amarelas e vermelhas – e reserve. Misture o vinho verde (750ml) com o Sprite e as duas doses de licor. Deixe a mistura descansar por aproximadamente 30 minutos, coloque as frutas e adicione algumas pedras de gelo.

Sirva em seguida!

Para quem ficou para trás

Esse tempinho chuvoso que paira sobre o Rio de Janeiro traz preguiça, vontade de ouvir canções mais calmas e de lembrar de esquecer de muita gente. Para todos os que se sentem assim, três belas canções com a ótima guitarra/dobro de Eric Clapton

rough-mixApril Fool

She said I’ll see you in the morning, darling
I see you when the kids have gone to school
But well I know tomorrow is your birthday
I know you know that you’re are an April Fool
We used to roam so freely. It’s been so long
I took my dreams to bed now where they belong
She said there’s dust and cobwebs on your north star
There no more fussing the campfires in your hair
I’ll see the wheels there rusted in the backyard
I know we’re not going anywhere
We used to roam so freely. It’s been so long
I took my dreams to bed now where they belong

 

 

 

i_wish_it_would_rain_downI wish it would rain down

You know I never meant to see you again
and I only passed by as a friend
All this time I stayed out of sight
I started wondering why

Now I, I wish it would rain down, down on me
Yes I wish it would rain, rain down on me now

You said you didn’t need me in your life
I guess you were right
Well I never meant to cause you no pain
But it looks like I did it again

Now I, I wish ….

Though your hurt is gone, mines hanging on, inside
And I know it’s eating me through every night and day
I’m just waiting on your sign

‘Cos I know, I know I never meant to cause you no pain
And I realize I let you down
But I know in my heart of heart of hearts
I know I’m never gonna hold you again

 

 

 

eric-clapton-robert-cray---old-love

Old Love

I can feel your body
When I’m lying in bed
There’s too much confusion
Going around through my head

And it makes me so angry
To know that the flame still burns
Lord, why can’t I get over?
Man when will I ever learn?

Old love, leave me alone
Old love, just go on home

I can see your face
But I know that it ain´t real
Just an illusion
Caused by how I used to feel

And it’s making me so angry
I know that the flame will always burn (flame will always burn)
I ain’t never gonna get over
I know now that I’ll never learn (never learn)

Itaú é a marca brasileira mais valiosa

Instituições financeiras dominaram o ranking 2012 da Interbrand

Itau LogoO banco Itaú é o dono da marca brasileira mais valiosa, de acordo com um relatório divulgado pela Interbrand. É a terceira vez consecutiva que a instituição financeira lidera o ranking, mais uma vez dominado pelas marcas de bancos. O Bradesco vem em segundo lugar, com o Banco do Brasil em terceiro, ultrapassando a Petrobras, atual 4ª colocada.

A Skol completa o Top 5, formado pelas mesmas cinco primeiras colocadas do ano passado.

Avaliada em R$ 22,3 bilhões, a marca Itaú, no entanto, teve seu valor reduzido em 8% em relação ao ano passado. Já o Bradesco viu a sua marca valorizar em 11%, chegando aos R$ 15, 1 bilhões.

Dentre as 25 marcas mais bem colocadas, as que mais valorizaram foram Hering (19ª colocada, com alta de 86% e valor de R$ 389 milhões), Casas Bahia (13ª colocada, com alta de 57% e valor de R$ 701 milhões) e Cielo (12ª colocada, com alta de 44% e valor de R$ 868 milhões).

Em relação aos Top 25 do ranking Interband das marcas brasileiras mais valiosas de 2011, há três novidades. Aparecem pela primeira vez Totvs (23ª colocada, com valor de R$ 297 milhões) e Magazine Luiza (25ª colocada, com valor de R$ 250 milhões). Já a Havaianas, em 22º lugar e avaliada em R$ 306 milhões, está de volta à lista, após ficar de fora no ano passado.

Veja abaixo a lista das 25 marcas brasileiras mais valiosas, de acordo com a Intebrand.

1º Itaú – R$ 22,23 bilhões
2º Bradesco – R$ 15,14 bilhões
3º Banco do Brasil – R$ 12,29 bilhões
4º Petrobras – R$ 10,69 bilhões
5º Skol – R$ 8,49 bilhões
6º Natura – R$ 7,3 bilhões
7º Brahma – R$ 5,08 bilhões
8º Vale – R$ 2,47 bilhões
9º Antarctica – R$ 2,42 bilhões
10º Vivo – R$ 2,11 bilhões
11º Renner – R$ 940 milhões
12º Cielo – R$ 868 milhões
13º Casas Bahia – R$ 701 milhões
14º Caixa – R$ 680 milhões
15º Lojas Americanas – R$ 662 milhões
16º Oi – R$ 589 milhões
17º Extra – R$ 586 milhões
18º Net – R$ 397 milhões
19º Hering – R$ 389 milhões
20º Pão de Açúcar – R$ 344 milhões
21º Banrisul – R$ 340 milhões
22º Havaianas – R$ 306 milhões
23º Totvs – R$ 297 milhões
24º Ponto Frio – R$ 270 milhões
25º Magazine Luiza – R$ 250 milhões


Fonte: Meio & Mensage
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Como lidar com profissionais de TI da “Geração Millennial”

Ainda acho que os Focas Arrogantes em Cargos de Chefia são um perigo. Suas experiências são como as dos binários: com uma lógica própria e uma atitude equivocada. Porém, eles têm a juventude e as empresas a necessidade de contratar.

Boomerx x ArghA Geração Y, Geração Net ou Millennials, ou o que você escolher para chamar o grupo de profissionais de TI com idade entre 20 e 30 anos, nasceu com o DNA tecnológico. Por essa razão, a contratação desse pessoal requer estratégias diferenciadas.

A CIO.com conversou com especialistas da indústria para descobrir o que há por trás dessas percepções e aprender como as empresas e Millennials podem trabalhar melhor juntos. Afinal, uma geração inteira de Baby Boomers está saindo do mercado de trabalho e agora as companhias terão de aprender a contratar, gerenciar a promover os trabalhadores da Geração Y.

Pesquisa recente encomendada pela Adecco Group North America, empresa de soluções para força de trabalho, revela alguns fatos interessantes sobre os Millennials e o processo de contratação desse grupo.

Braun Research, em nome da Adecco, realizou uma pesquisa com 501 gestores responsáveis pelas tomadas de decisão na contratação em TI e pediu que eles contassem sobre suas experiências e percepções com profissionais maduros (50 anos) e os que fazem parte do grupo Millennials. Ele também perguntou como essas diferenças afetam suas decisões de contratação.

Os resultados revelaram que os gerentes responsáveis pela contratação são três vezes mais propensos a contratar um profissional maduro do que um Millennial. “Os trabalhadores maduros estão associados com confiança, mas muitos também acreditam que eles não têm conhecimento tecnológico suficiente”, diz Diana Fitting, vice-presidente sênior de Tecnologia da Informação no Engineering & Information Technology and Medical & Science.

Então, por que algumas empresas contratam trabalhadores mais jovens? E o que as companhias podem fazer para abraçar a Geração Millennial?

Percepções atuais sobre a Geração Y

“Os executivos notam que os Millennials são esclarecidos em relação à tecnologia, mas sentem que o seu compromisso de longo prazo com uma empresa é desconhecido”, diz Diana.

Considerando que essa é a primeira geração a ser completamente imersa no mundo digital desde seus primeiros anos, não é nenhuma surpresa que esses jovens conheçam bem as tecnologias do momento.

O que torna essa geração tão diferente? “Millennials têm problemas para tomar uma direção em comparação com os mais velhos, ao passo que o trabalhador maduro pode resistir à entrada de colegas mais jovens na empresa.

Esse tipo de atrito de idade é algo que deve ser levado em conta. “O talento de TI parte da Geração Y também precisa de feedback mais constante e validação de seu trabalho, mais do que as gerações anteriores”, revela Fitting.

Millennials são diferentes: nem sempre o dinheiro é o fator principal de retenção

“Millennials procuram no local de trabalho um ambiente agradável”, avalia Lauren Rikleen, do Rikleen Institute. As duas qualidades que normalmente estão no topo da lista são o trabalho flexível e um trabalho relevante.

De acordo com Lauren, mídias sociais também têm contribuído para que essa geração colabore, se comunique e compartilhe informações em tempo real. Atrativo importante.

Atrair e reter Millennials. Não há outra saída

“Empresas têm de lidar com as características dessa geração”, aconselha Lauren. Millennials cresceram em um mundo cercado de comentários, de acordo com ela. Por isso, é um pouco chocante para eles quando entram em uma empresa e não obtém retorno sobre o trabalho executado.

“Pessoas que recebem mais comentários se sentem melhor com aquilo que fazem e aprendem mais rápido”, relata Lauren. Os gestores devem dar feedback em uma base mais regular. Todos serão beneficiados, de acordo com Lauren.

As empresas que fornecem retorno regularmente, treinamento e desenvolvimento, bem como algum tipo de mapeamento da carreira se sairão bem não só com a Geração Millennial, mas também com todas as gerações de profissionais.

Implemente ou, pelo menos, considere criar uma política de trabalho mais flexível. De acordo com estatísticas recentes do BLS os funcionários que trabalham remotamente trabalham em média uma hora a mais a cada dia. No mesmo relatório, o BLS também afirmou que “diversos trabalhos podem ser realizados em casa”.

Lauren acredita que é possível reduzir o atrito entre as gerações. Para isso, ela sugere treinamento para educar os funcionários sobre as diferenças de pensamento entre as gerações. Ou então, implementar programas de mentoring para fazer com que profissionais da Geração Millennial trabalhem e lidem com outras gerações.

Conselhos para Geração Y em busca de uma vaga

De acordo com a pesquisa realizada pela Adecco, um erro cometido pela Geração Y na procura de um emprego é vestir trajes inadequados em uma entrevista. Claramente, esse é um reparo fácil de ser efetuado.

Trabalho e vida flexibilidade incluem mídias sociais no trabalho e a capacidade de trabalhar remotamente. Esses tipos de regalias são apenas isso: regalias. Se você não pode viver sem elas, busque posições em empresas que adotam esse tipo de cultura.

Se a organização cria uma cultura que ouve, educa e valoriza o trabalho de seus funcionários, será muito mais fácil para atrair talentos, independentemente da geração.

Fonte: Computerworld

Kylie Minogue – The Abbey Road Sessions

KylieInspirada na série de TV que mostra astros cantando ao vivo no estúdio mais famoso do mundo, a australiana Kylie Minogue decidiu rever alguns de seus sucessos, acompanhada por seu grupo e por uma orquestra. O resultado, Kylie Minogue – The Abbey Road Sessions (EMI) é contraditório. Alguns números casaram bem com a proposta do projeto (Slow), enquanto outras simplesmente não funcionaram (Love at First Sight).

O CD sofre um pouco com o registro da voz de Kylie, que não fica tão bem sem os efeitos e brilhos de uma pós-produção. Os pontos altos: revival do dueto com Nick Cave (Where the Wild Roses Grow) e a inédita Flower.


Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Robbie Williams quer de volta a coroa de rei da música pop inglês

Robbie Williams Take the CrownSe a rainha do pop britânico é hoje Adele, o trono e o cargo de rei estão em aberto. O ex-detentor do título, o ex-bad boy e hoje pai de família, Robbie Williams, tenta recuperar o posto com o lançamento do CD Take the Crown (Universal). O disco, cheio de referências musicais ao ex-grupo, o Take That, assim como backing vocals inspirados no Coldplay e uma produção que remete ao U2 – trabalho assinado por Jacknife Lee. O que pode parecer uma grande salada é na verdade um belo disco pop, com alguma pegada rock.

Se não é criativamente o mais original dos trabalhos de Williams, Take the Crown serve como veículo para que o britânico reencontre o topo das paradas. O single Candy (escrito com o parceiro do Take That, Gary Barlow) foi sucesso na Inglaterra e tem charme e balanço suficientes para seduzir os programadores e ouvintes das FMs do planeta. Enquanto as letras mostram um artista autopenitente, que se arrepende do seu passado de bad boy e deixa parecer que não se preocupa em voltar a ser o número 1, o clima pop e a decisão (consciente ou não) de resgatar a sonoridade vitoriosa do Take That – com quem gravou o álbum Progress, em 2010 -, dão a entender que Robbie se esforçou para voltar a ter o destaque alcançado em um passado não tão distante.

No balanço final, Take the Crown, apesar de ficar longe do melhor de Robbie Williams, é um disco pop de qualidade, com canções que vão relembrar vários trabalhos anteriores de Williams, Take That e mais alguns contemporâneos do artista. Uma saraivada de tiros em várias direções, que, vez ou outra, acerta os alvos.


Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Seu Jorge lança DVD ao vivo gravado na Quinta da Boa Vista

Seu Jorge DVDTrabalho reúne Seu Jorge e uma penca de convidados – Alexandre Pires, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Sandra de Sá e os Racionais MC’s, além de Flor de Maria e Trio Preto +1.

Gravado ao vivo na Quinta da Boa Vista, em novembro de 2011, o DVD Músicas para Churrasco Vol. 1, ao vivo, reúne Seu Jorge e uma penca de convidados – Alexandre Pires, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Sandra de Sá e os Racionais MC’s, além de Flor de Maria e do Trio Preto +1 – desfilando uma série de hits cheias de balanço.

O DVD é bem cuidado – desde os menus até a filmagem – e o som tem o peso certo em qualquer dos formatos disponíveis. Já a banda não deixa a peteca cair, com destaque para os metais de Edy Trombone, Paulinho Viveiro e Fernando Bastos, além da guitarra de Fernando Vidal, que dão um brilho especial aos arranjos.

Esse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Zélia Duncan lança disco em homenagem a Itamar Assumpção

CD ZÉLIA DUNCAN - CANTA ITAMAR ASSUMPÇÃO (TUDO ESCLARECIDO) IIO envolvimento de Zélia Duncan com Itamar Assumpção (1949-2003) data dos anos 80, quando gravou Vou Tirar Você do Dicionário, em seu terceiro disco. Agora, a niteroiense se volta com força total à obra de Itamar, com o lançamento do disco Tudo Esclarecido – Zélia Duncan Canta Itamar Assumpção (Warner) e a participação na série de show Nego Dito – Uma homenagem a Itamar Assumpção, que acontece no Oi Futuro Ipanema (sua apresentação é no sábado, 19). Em um bate-papo exclusivo com O Fluminense, a cantora fala sobre o novo projeto, sua paixão por maratonas e seu gosto musical.

Como surgiu a ideia de fazer um disco dedicado à obra de Itamar Assumpção?
A primeira vez em que me deparei com a obra de Itamar foi em 1985 e me apaixonei. Já pensava em fazer esse projeto faz muitos anos. Foram 11 álbuns até chegar a vez dele, mas acho que valeu, porque estou mais madura e com uma compreensão mais ampla dessa obra. Com 30 anos de carreira, eu me propus três objetivos: gravar um DVD, fazer teatro – o espetáculo ToTatiando – e gravar um disco com canções do Itamar.

Como foi o processo de escolher o material que seria gravado?
Foi muito difícil. Eu tinha uma lista com 30 músicas e o Marcelo Genesi me sugeriu o Kassin (produtor do disco). Ele foi muito importante, já que não tinha o Itamar como um ídolo. Quando estávamos em duvida ele ajudou muito. Queria um disco delicioso de ouvir.

Zélia - Divulgação IQual a importância do Kassin para o projeto?
Total. Em uma semana ele trabalha gente diferente, o que o deixa com uma mente aberta. Ele é generoso e tem um ouvido e uma cultura musical sensacional. É meu mais recente amigo de infância. A gente se identifica na alegria de fazer música.

A ideia é ir para a estrada?
Sim. Fiz São Paulo e quero rodar o Brasil, incluindo o Rio e Niterói. A minha única exigência em relação às datas é que me deixem uns dias livres para correr uma maratona. Participei da do Rio e quero estar na de Berlim. Correr é outra paixão. Meu show deve ser no Vivo Rio, que é um local mais central. Nasci em Niterói e moro na Urca, o que me faz sentir a Barra um pouco longe do meu caminho. Devo tocar pelo menos umas dez músicas a mais do que o disco. O Itamar tinha muitas vinhetas e eu gravei algumas delas. No show, essas vinhetas vão entrar no setlist.

Pensa em um CD ou DVD ao vivo desse projeto?
Tenho certeza que alguém da minha equipe já deve ter pensado nisso, mas ninguém me contou ainda (risos).
Você já gravou com os Mutantes, tem sua carreira solo e faz teatro.

Qual a técnica para conciliar tantas tendências e escolher o seu novo trabalho?
Não tem nenhuma técnica. É um processo natural e gostoso. Essa novidade é o que me mantém com interesse de subir ao palco. Com mais frescor. O novo é sempre árduo e só dá prestígio muito tempo depois de realizado.

O que você houve hoje?
Muita coisa. O último do Bob Dylan (Tempest), o do Mumford & Sons (Babel), Tom Waits e uma banda chamada Tulipa, além de muito blues.

Zélia Divulgação II‘Zélia Duncan Canta Itamar Assumpção’ é um disco para ser ouvido na sequência?
Com certeza! Tudo ali está contando uma história. Eu sempre acredito em encarte. Sei que isso é meio contramão do que acontece hoje em dia, mas é o jeito que eu sei fazer as coisas. Espero que todos gostem.
Um tributo cheio de personalidade

Gravar um disco com composições de um único autor é sempre um desafio grande. É preciso alcançar um balanço entre a identidade do autor e a personalidade do intérprete. Tudo Esclarecido – Zélia Duncan Canta Itamar Assumpção é um desses casos. Produzido por Kassin – o novo Midas da MPB – emociona e reafirma a categoria de Zélia como cantora.

Nas 13 canções – uma delas inédita (Tudo Esclarecido) – Zélia recebe dois convidados muito especiais (Ney Matogrosso e Martinho da Vila), em números que se identificam pelos belos e econômicos arranjos. A banda, formada pelo violão de Zélia e mais Kassin (baixo acústico, baixo, guitarra dobro, lap steel, sintetizador), Stephane Sanjuan (bateria, tímpano e percussão), Thiago Silva (bateria e percussão), João Callado (cavaco), Marlon Sette (trombone), Luis Filipe de Lima (violão 7 cordas), Pedro Sá (guitarra, violão), Christiaan Oyens (dobro slide, guitarra, violão havaiano, violão, lap steel, bateria e percussão) e Marcelo Jeneci (teclados e acordeom), mostra-se precisa e capaz de mudar de clima sem perder o rumo.

Faixas como Cabelo Duro, Isso Não Vai Ficar Assim e É de Estarrecer, já seriam suficientes para dar ao disco uma boa cotação, mas elas são apenas pílulas do belo painel pintado por Zélia.

Zélia - Divulgação IIProjeto ‘Nego Dito’ no Oi Futuro Ipanema

O projeto Nego Dito – Uma homenagem a Itamar Assumpção, que já levou ao palco do Oi Futuro Ipanema os cantores Arrigo Barnabé e Paulinho Moska, fecha a temporada com shows de BNegão (quinta) e Zélia Duncan (sexta). Para acompanhar os artistas, a produção escalou a banda de Itamar (Isca de Polícia), em uma verdadeira celebração ao cancioneiro de um dos mais singulares compositores de sua geração, morto faz dez anos.

Um dos fundadores da Vanguarda Paulista (1979/1985), Itamar também foi um dos primeiros artistas a lançar seus discos de maneira independente, longe das amarras das grandes gravadores e suas estratégias de marketing.

Nos shows de BNegão e Zélia, os artistas vão interagir com projeções de imagens do artista, além de apresentar sua visão das canções de Itamar.

Serviço
Nego Dito – Uma homenagem a Itamar Assumpção Data: 18 (BNegão) e 19 (Zélia Duncan)
Horário: 21h Local: Oi Futuro em Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 54 / 2º piso
Preço: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia-entrada)
Classificação: 14 anos
Capacidade: 120 lugares por sessão
Informações: (21) 3201-3010

Uma versão desse texto também foi publicado no jornal O Fluminense

Impressionistas fazem Rio bater São Paulo

Van Gogh A igreja em Auvers-sur-OiseComo já havia previsto aqui, a mostra dos impressionistas no CCBB, com 85 obras do acervo do Museu d’Orsay, de Paris, atraiu mais público no Rio que em São Paulo, apesar da diferença na densidade populacional e na melhor localização do Masp. Sei que não faz sentido, mas esse é um fenômeno que se repete e desisto de tentar entendê-lo.

Foram 561.142 visitantes cariocas em 70 dias (uma média de mais de 8 mil pessoas por dia) contra 320 mil paulistas nos dois meses nos quais a mostra esteve por lá (uma média de 5.552 pessoas por dia).

Claro que, por melhor que tenha sido a exposição, não há termos de comparação com a experiência de conhecer o verdadeiro d’Orsay. Primeiro: você está em Paris; segundo, a quantidade de obras é de deixar o mais bronco dos humanos boquiaberto.

Não sei se conseguirei, mas pretendo voltar lá um dia. Enquanto isso, vou revendo meus quadros preferidos.

Django Livre – O melhor de Tarantino

Cartaz Django com TarantinoQuentim Tarantino é um daqueles raros diretores/roteiristas que conseguiram criar um estilo e virar um adjetivo no mundo do cinema. Desde seu primeiro longa de destaque – Cães de Aluguel (1992) – até o brilhante Bastardos Inglórios, passando pela saga Kill Bill e pelo cult Pulp Fiction, ele criou uma linguagem própria e facilmente identificável. Se foi ignorado pelo Oscar e perdeu o Globo de Ouro de melhor diretor para o bom moço Ben Affleck, ele mostra em seu novo trabalho, o bang-bang Django Livre – que entra em cartaz nesta sexta-feira -, que consegue depurar toda a violência e o humor corriqueiros, em mais uma história de vingança, criando, muito provavelmente, o melhor filme de sua singular trajetória.

Django-LivreO longa, tem referências aos westerns spaghetti dos anos 70 – incluindo canções compostas por Ennio Morricone, criador de alguns dos mais conhecidos temas do gênero -, e toques de modernidade – há também um rap na trilha, além de sangue, muito sangue, marca registrada de Tarantino. O elenco é um show a parte, com excelentes interpretações das estrelas Leonardo DiCaprio, Samuel L. Jackson, Jamie Foxx e, principalmente, de Christoph Waltz, que depois de viver um oficial nazista em Bastardos Inglórios volta ainda melhor na pele de um caçador de recompensas que livra um escravo (Django/Foxx) para auxiliá-lo na captura de foragidos da lei e na missão de recuperar a esposa de Django, vendida como escrava para um rico fazendeiro do Mississipi. A performance menos brilhante, apesar muito boa, é a de Kerry Washington

1138856 - Django UnchainedA história, que se passa na época que os negros ainda estavam longe de ganharem a condição de seres humanos livres e com direitos iguais aos dos brancos, segue cheia de tiros e uma violência que não choca, já que o humor doentio contido no roteiro ameniza o que poderiam ser situações mais fortes – a discussão sobre usar ou não máscaras por parte de um grupo de brancos preconceituosos liderados por um sensacional Don Johnson é o melhor exemplo disso. Do início ao fim do longa os risos correm soltos e Tarantino sabe exatamente como fazer o público esquecer-se do sangue da história. Sua participação explosiva no filme é impagável.

Django-Livre-29out-2012-06O personagem Django não é novo. Em 1966, o astro Franco Nero já havia interpretado o papel – e faz uma participação especial nessa nova aventura -, mas essa nova produção redefine um dos mais icônicos títulos do gênero. Da atuação do elenco principal, passando pelas participações especiais e pela trilha sonora que mistura Pat Metheny, John Leggend, Jammie Fox e as canções instrumentais de Morricone, tudo é extremamente bem planejado e executado. A fotografia, a edição, o roteiro e a direção ajudam a criar um clássico, daqueles que serão lembrados por décadas.

Indicado ao Oscar apenas pelo seu roteiro e pelo impressionante trabalho de Christoph Waltz, Django Livre tem tudo para se tornar o primeiro blockbuster do ano.

 

Consumidores identificam os problemas da telefonia móvel

Essa pesquisa aconteceu no fim de novembro de 2012. Você notou alguma diferença de lá para cá?

Celulares desbloqueadosA Konkero realizou a ação “Alô, quero falar!” com o objetivo de identificar os problemas na relação entre as empresas de telefonia e os consumidores. Em 30 dias, o site http://www.aloquerofalar.com.br recebeu reclamações de 1.646 pessoas, que registraram 2.181 problemas, de 24 estados. Desse total, 50% foram queixas sobre falta de sinal para efetuar ou receber ligações e 15% sobre dificuldades para acessar a internet, por usuários de cinco operadoras de telefonia móvel do país: Claro, Nextel, Oi, Tim e Vivo.

Dentro de problemas com sinal, a queda das ligações durante a chamada representou 14% dos relatos registrados no site. Cobranças indevidas e falha no envio de mensagens também tiveram destaque, com 10% e 7% das queixas.

Outra queixa recorrente foram as cobranças indevidas. A Konkero visitou lojas das cinco operadoras relacionadas e identificou a falta de divulgação dos preços de todos os serviços. A equipe verificou que as operadoras listam os preços nos materiais de comunicação. Entretanto, não fica claro nos panfletos o valor cobrado por excedentes, como os custos de envio de SMS (quando ultrapassado o pacote proposto pelo plano), DDD e roaming. O levantamento também identificou que os contratos são fechados sem todos os detalhes do plano fechado (custos extras, velocidade de internet, limite dos pacotes).

Respostas das operadoras

A Nextel foi a única operadora que recebeu a equipe da Konkero para entrega da carta. Após a visita, a empresa enviou um comunicado oficial. A TIM retornou o contato por meio de sua assessoria de imprensa. Já as empresas Claro, Oi e Vivo não se pronunciaram sobre a ação.

Fonte: ProXXIma