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Consumo de refrigerante diminui dentro de casa

Entretanto, pessoas estão bebendo mais fora dos lares

A onda natural que toma conta da alimentação mundial, com o consumo cada vez maior de produtos orgânicos, com menos sal e da briga contra o fast/junk food e aos refrigerantes parece estar dando certo, pelo menos em parte.

Um estudo da empresa Kantar Worldpanel em sete Regiões Metropolitanas brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre), mostra que, nos últimos três anos, houve uma diminuição de 8% na compra de refrigerantes para consumo nos lares.

O dado é animador, mas perde muito da sua força quando comparado ao consumo fora de casa, em bares, restaurantes e lanchonetes. Houve um aumento do consumo, além de ser detectado que 20% da população só consome refigerantes na rua.

O estudo não pesquisa as razões para esse comportamento (Preço? Falta de opções mais saudáveis?), mas fica a impressão de que ainda temos um grande caminho para ser percorrido até que hábitos mais saudáveis virem rotina nas nossas vidas.

Vou ali beber uma Coca-Cola e já volto.

 

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Pepsi “resgata” antigos “garotos-propaganda”

Enquanto, em terras tupiniquins, a líder do mercado de refrigerantes fez uma promoção para que os consumidores escolhessem os artistas que gravariam o novo sucesso da música brasileira, nos Estados Unidos a sua concorrente resgata ícones da música nas suas latas. Tudo bem que colocar a Britney Spears na mesma série onde estão Michael Jackson e Ray Charles pode ser um pouco forçação de barra, mas não deixa de ser uma boa iniciativa.

Divulgação

As latas fazem parte de uma edição limitada que segue o conceito lançado na propaganda no Super Bowl deste ano. A propaganda iniciou o conceito Pepsi Generations, onde a marca relembra alguns artistas que foram parceiros da marca e garrafas, rótulos e latas antigas.

Jovens ou velhos?

Os marqueteiros da Pepsi pensaram em atingir o público jovem, mas eu acho que essa campanha parece ser muito mais atraente aos mais velhos – o que você acha?

A ideia é parar a sangria nas vendas nos Estados Unidos – a Pepsi perdeu 4,5% e a Coca-Cola. Essa queda segue uma tendência dos últimos 13 anos, uma consequência da onda saudável que assola o mundo.

Tomara que continuem com a campanha.

Com informação do Meio & Mensagem

Marcas de refrigerante abandonam publicidade direcionada às crianças

Crianças e refrigerante IILi sobre essa decisão faz alguns dias e fiquei surpreso que, em tempos de crise econômica, algum empresário capitalista pudesse colocar os interesses da saúde da população a frente dos seus ganhos. Acho que essa medida terá uma eficácia muito maior do que a de proibir que apareça gente bebendo cerveja em comerciais da bebida. As crianças são um público muito mais vulnerável e influenciável.

Parabéns (de verdade) aos envolvidos!
A indústria de marcas de refrigerantes está suspendendo a veiculação de publicidade direcionada ao público infantil. De acordo com a Associação Brasileira de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), as empresas do segmento reduziram consideravelmente o volume de publicidade e de promoções voltadas para crianças menores de 12 anos ao longo dos últimos anos.

 

Crianças e refrigerante IAbir orienta a suspensão de veiculação de publicidade direcionada ao público infantil (Imagem: Divulgação)

Segundo a entidade, muitas marcas de bebidas não-alcoólicas fabricadas no Brasil já adotaram totalmente o compromisso relacionado ao marketing direcionado ao público infantil. Assim, suas experiências internacionais e nacionais serão utilizadas como base para a nova estratégia de publicidade do segmento no país.

“A indústria tem estudado nova autorregulação já há algum tempo e no último ano a Abir criou grupo de trabalho cujas conclusões são no sentido de aderirmos às práticas e diretrizes já existentes em outros países”, afirmou o presidente da associação, Alexandre Jobim.

Jobim declarou que a entidade trabalha no sentido de implementar a orientação, respeitando os calendários próprios de cada marca associada. “Estamos em fase de ajustes de texto e buscando como seria o monitoramento deste compromisso, de modo a termos eficácia na decisão”, finaliza o executivo.

Fonte: Comunique-se