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Marcas de refrigerante abandonam publicidade direcionada às crianças

Crianças e refrigerante IILi sobre essa decisão faz alguns dias e fiquei surpreso que, em tempos de crise econômica, algum empresário capitalista pudesse colocar os interesses da saúde da população a frente dos seus ganhos. Acho que essa medida terá uma eficácia muito maior do que a de proibir que apareça gente bebendo cerveja em comerciais da bebida. As crianças são um público muito mais vulnerável e influenciável.

Parabéns (de verdade) aos envolvidos!
A indústria de marcas de refrigerantes está suspendendo a veiculação de publicidade direcionada ao público infantil. De acordo com a Associação Brasileira de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), as empresas do segmento reduziram consideravelmente o volume de publicidade e de promoções voltadas para crianças menores de 12 anos ao longo dos últimos anos.

 

Crianças e refrigerante IAbir orienta a suspensão de veiculação de publicidade direcionada ao público infantil (Imagem: Divulgação)

Segundo a entidade, muitas marcas de bebidas não-alcoólicas fabricadas no Brasil já adotaram totalmente o compromisso relacionado ao marketing direcionado ao público infantil. Assim, suas experiências internacionais e nacionais serão utilizadas como base para a nova estratégia de publicidade do segmento no país.

“A indústria tem estudado nova autorregulação já há algum tempo e no último ano a Abir criou grupo de trabalho cujas conclusões são no sentido de aderirmos às práticas e diretrizes já existentes em outros países”, afirmou o presidente da associação, Alexandre Jobim.

Jobim declarou que a entidade trabalha no sentido de implementar a orientação, respeitando os calendários próprios de cada marca associada. “Estamos em fase de ajustes de texto e buscando como seria o monitoramento deste compromisso, de modo a termos eficácia na decisão”, finaliza o executivo.

Fonte: Comunique-se

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Não era só a seleção que não tinha Plano B para a humilhação, a publicidade também não tinha

Pelo jeito, ninguém – ninguém mesmo – podia prever aquela catástrofe em BH.

mostra-tua-força-brasilJá no intervalo do jogo, com o Brasil perdendo de 5 a 0 para a Alemanha, sites estampavam a palavra “humilhação” para descrever o impacto do resultado na torcida brasileira. E, por mais que as marcas tivessem preparado alternativas para uma eventual derrota da Seleção Brasileira, não havia plano B para a humilhação.

Nesta Copa, as regras para veiculação de comerciais na TV, especialmente na Rede Globo, foram flexibilizadas. Se antes era exigido um intervalo grande entre a entrega do material e a veiculação, esse ano o prazo foi encurtado. E as agências e anunciantes foram encorajados a enviarem à emissora comerciais alternativos. Inicialmente, o medo era de manifestações que pudessem tirar o brilho da Copa e afetar algumas marcas. Como elas não ocorreram, o plano B passou a ser usado após a primeira fase da Copa, especialmente nos dias de jogos do Brasil, para o caso de insucesso da Seleção. O que acabou ocorrendo nessa terça-feira 8.

É evidente que motes como o “mostra a sua força Brasil”, eficientemente propagado pelo Itaú durante toda a Copa (e substituído na noite desta terça por um filme sobre acesso ao banco pelo celular), perdem efeito após a arrasadora derrota por 7 a 1 para a Alemanha, e frente às manchetes de “vexame” mundo afora. O mesmo vale para filmes que exploram a rivalidade histórica entre Brasil e Argentina, como o de Skol – afinal, os nossos vizinhos ainda têm chance de ir à final. Mas esse comercial continuava em veiculação na noite de terça.

Boa parte das marcas atreladas à Copa, à Seleção ou ao futebol passou a usar a possibilidade de plano B a partir das oitavas de final, enviando a emissoras dois filmes: um para o caso de vitória e outro para derrota da Seleção Brasileira. Anunciantes e agências mais cautelosos preferiram recorrer a filmes “genéricos”, sem menção à Copa, como plano B – como foi o caso do Itaú.

Entretanto, foram inevitáveis, mesmo meia hora depois do final da partida, a veiculação de comerciais como o da Johnson & Johnson na Globo, mostrando comemoração da torcida brasileira ao som de “Deixa Isso Pra Lá”. Na Globo e no SporTV, o filme da Claro de apoio à Seleção Brasileira após o desfalque de Neymar, por exemplo, ainda podia ser visto duas horas depois do fim do jogo.

O inusitado e a perplexidade foram maiores que qualquer planejamento que conseguisse responder ao sentimento dos telespectadores naquele momento. A saída mais rápida para a reação dos anunciantes foi pelas redes sociais, mesmo assim, poucos se manifestaram de imediato. A Visa foi uma das primeiras marcas intimamente ligadas à Copa a se posicionar, no Twitter: “Amanhã é quarta-feira de cinzas. #SemPalavras #AquiéCopa”. O McDonald´s também usou o microblog: “Aquele sentimento de quando você já comeu todas as McFritas mas ainda tem molho barbecue. :(“. O mesmo fez a Oi, tentando encontrar um viés positivo: “Foco, Brasil. Lembra que ainda podemos ganhar da Argentina”.

Fonte: Meio & Mensagem

 

O mundo anda muito chato – Conar veta ‘ordinária’ do Compadre Washington

Não importa se você gosta/gostou ou não do É o Tchan, mas a decisão d proibir o uso da palavre ordinária (que nem é pronunciada inteiramente) é ridícula.

Viado, negão e macaco, se tornaram palavras mais ofensivas que ladrão e corrupto. Lamentável!

CumpadiSessão do Conselho de Ética do Conselho Nacional de Auterregulamentação Publicitária (Conar), realizada nesta terça-feira 27, em São Paulo, determinou que deve ser alterado o comercial criado pela NBS para o site BomNegócio.com, protagonizado pelo cantor Compadre Washington, um dos integrantes do grupo baiano É o Tchan.

A peça, veiculada desde fevereiro, foi motivo de cerca de 50 reclamações, principalmente de mulheres, recebidas pelo Conar nas últimas semanas. O alvo é uma palavra que nem chega a ser dita inteiramente pelo protagonista.

À beira da piscina, o marido observa a mulher entrar na água de maiô. No papel de um aparelho de som meio fora de moda, surge Compadre Washington, elogiando a moça bem a seu modo: “Êta mãinha… Danada, que abundância, meu irmão. Assim você vai matar papai, viu? Esse aí é que é seu marido, é? Sabe de nada, inocente! Vem, vem, ordiná…”. O termo “ordinária” não é dito completamente, pois Compadre Washington desaparece assim que o marido, incomodado, vende o som pelo site.

E foi justamente a palavra não completada que incomodou parte do público. As reclamações recebidas pelo Conar a consideraram um desrespeito à mulher. O Conselho de Ética concordou, e, por unanimidade, pediu a alteração do comercial, que deve suprimir o termo ordinária – ou melhor, o “ordiná…”.

Pelas regras do Conar, o filme já não pode mais ser veiculado até que a alteração seja feita. Entretanto, a decisão foi tomada em primeira instância, portanto cabe recurso.

O BomNegócio.com aumentou em 362% seu investimento em compra de mídia de 2012 para 2013, segundo o ranking Agências & Anunciantes divulgado nessa semana por Meio & Mensagem. Em 52º lugar entre os maiores anunciantes brasileiros do ano passado, o site destinou R$ 101 milhões à compra de mídia.

A série de comerciais criada pela NBS é uma das de maior sucesso do ano na publicidade brasileira. A aparição de personalidades como Narcisa Tamborindeguy, Sérgio Mallandro, Paulo Gustavo, Supla e até mesmo o ex-jogador argentino Maradona representando artigos incômodos que os proprietários acabam vendendo no site caiu no gosto popular. Entretanto, a peça de maior repercussão é justamente a protagonizada por Compadre Washington.

O comercial motivou até mesmo a ressurreição da banda É o Tchan, que lançou uma nova música usando o bordão “Sabe de nada inocente” popularizado pela campanha publicitária.

Fonte: Meio & Mensagem

Conar arquiva processo dos Pôneis Malditos

Ainda bem que o Conar tomou uma decisão sábia!

Por unanimidade, os 15 membros presentes à reunião da 7ª Câmara do Conselho Nacional de Autorregulamentalção Publicitária resolveram arquivar a representação contra o comercial “Pôneis Malditos”, criada pela Lew’Lara\TBWA para o Nissan Frontier. O processo foi aberto após o Conar receber 30 reclamações, a maioria delas questionando o uso do termo “malditos” no filme.

O comercial “Pôneis Malditos” já foi assistido mais de 13 milhões de vezes no canal oficial da Nissan no YouTube, sendo que 46.758 gostaram do filme e 3.503 não gostaram (números do dia 28/09).

Fonte: Meio & Mensagem

E Bruce Willis terminou no CCAA

Atualizado em 17/01/2011

empre citamos a frase “E Marilyn Monroe acabou no Irajá” quando queremos exemplificar um fracasso ou decadência. Pelo jeito o ocaso da carreira alcançou o sempre Duro de Matar, Bruce Willis.

O (ex) astro virou garoto propaganda do curso de inglês CCAA, em uma propaganda que deve entrar no ar nesta terça-feira (11 de janeiro de 2011).

O filme conta com a direção de Claudio Borelli, da Killers Filmes; com o apoio de um coreógrafo especialista em lutas (Conrad); um assistente de direção (Palmisano) que trabalhou em filmes como A Hora do Rush; e, interpretando o vilão, um dublê (Mark Kubr), que atuou em O Homem de Ferro e Homem Aranha. Toda a produção foi feita em Los Angeles, inclusive a gravação (por exigência do ator).

Com informações do Meio & Mensagem


Pelo jeito Paris Hilton é Devassa demais para o Brasil

Nós, o país das bundas e peitos de fora, das mulheres frutas & afins, da cahaça e da bala perdida, parece que não estamos prontos para uma Devassa estrangeira e muito endinheirada. O nosso sempre competente Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), antenado com a realidade brasileira, decidiu retirar do ar a propaganda da cerveja Devassa com a dondoca louca Paris Hilton. Tudo baseado na premissa de que um “anúncio não poderá ter eventuais apelos à sensualidade não constituirão o principal conteúdo da mensagem” e que “modelos publicitários jamais serão tratados como objeto sexual“. Isso, sem contar o fato de que a campanha “tem conteúdo sexista e desrespeitoso à mulher”.

Adoro falso moralismo.