Japoneses se inspiram nos Jetsons e fazem carros voadores

Japoneses se inspiram nos Jetsons e fazem carros voadores

08/09/2020 1 Por Fernando de Oliveira

O projeto dos carros voadores, que já leva pessoas nos testes, deve entrar no dia a dia da população até 2030, se tudo correr bem e for regulamentado

carros voadores

Não importa se você é do tempo dos Jetsons ou cresceu amando Blade Runner, os carros voadores fazem parte do seu imaginário.

Contrariando um comercial de TV que dizia que “os nossos japoneses são melhores que os outros”, são os originais que vão tornar sonho virar realidade.

A empresa Japan’s SkyDrive Inc já está em testes adiantados com os seus carros voadores, inclusive com passageiros. O sucesso dos testes faz a empresa acreditar que o seu produto pode estar no mercado já em 2023!

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Segurança é a preocupação para os carros voadores

Provavelmente, o principal problema dos carros voadores é a questão da segurança. Enquanto o número de acidentes com os carros convencionais é grande (e comum), um único acidente com um carro voador pode causar uma desconfiança e um medo irreparáveis.

— Dos mais de 100 projetos de carros voadores que estão sendo testados no mundo, apenas uns poucos tiveram sucesso em testes com uma pessoa a bordo. Espero que muitas pessoas queiram testar e, para isso, é preciso que elas se sintam seguras — diz Tomohiro Fukuzawa, responsável pelo projeto da SkyDrive.

Muita coisa para definir

Como não há sinais de trânsito ou postos de combustíveis no céu, muita coisa precisará ser definida até que os carros voadorescirculem nas nossas cidades.

Outro ponto é que, por enquanto, a autonomia de voo dos carros chega, no máximo, até 10 minutos, mas a ideia é aumentar para 30 minutos.

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Em termos de preço a coisa fica ainda mais complicada. Ninguém é capaz de cravar quanto um desses veículos vai custar. A única certeza é a de que se eles forem muito caros ninguém vai comprá-los.


Vamos ver se algum desses carros estará pronto em 2023 e já voando nas nossas cidades por volta de 2030.

Nem está tão longe, está?