Faça um delicioso medalhão de mignon à parmegiana (de São Paulo)

Faça um delicioso medalhão de mignon à parmegiana (de São Paulo)

05/03/2020 0 Por Fernando de Oliveira

Prato italiano? Russo? Brasileiro? Não importa, o filé à parmegiana é uma delícia e pode ser feito de várias maneiras diferentes

 

Em tempos de coronavírus, a Itália não é um lugar para onde as pessoas pensem muito em ir, apesar das belezas arquitetônicas, da história e da gastronomia. Então, que tal uma receita que remeta ao país, em sair de casa?

Bem, poucas coisas são tão italianas quanto macarrão e filé à parmegiana, certo? Errado!

Um pouco de história antes da receita

Apesar de ter todo o DNA e um prato italiano e muitos acharem que é uma variação do bife à milanesa (basicamente um milanesa com molho de tomate e queijo) a única certeza em relação a origem do prato é que ele não foi criado na Itália.

Muitos dizem que é um prato brasileiro com origem em algum lugar do estado de São Paulo, mas há teorias de que ele é proveniente da Revolução Socialista na Rússia (1917). Seja lá de onde tenha vindo, é delicioso, fácil de fazer e permite uma (quase) infinita série de variações.

O nome do prato deve ter sido inspirado no queijo usado na maioria das receitas: o parmiggiano-reggiano, nosso velho conhecido parmesão. Com certeza o nome não veio da cidade de Parma, onde o prato é praticamente desconhecido.

Nossa receita é uma variação da receita tradicional, usando medalhões de mignon ao invés de bifes empanados.

Os acessórios

1 frigideira (ou panela) larga que possa ir ao forno
1 espátula
Travessa que vá ao forno (opcional)
1 tábua de carne
1 processador ou liquidificador

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Ingredientes

medalhão de mignon à parmegiana

½ kg de filé mignon cortado em medalhões
Queijo parmesão cortado em tiras finas (a gosto)
1 lata de tomate pelati
Extrato de tomate (a gosto)
Azeite (a gosto)
1 fio de óleo de girassol (pode ser de arroz, canola ou soja)
Tomilho (a gosto)
Alho picado (a gosto)
Pimenta do reino moída na hora (a gosto)
Sal (a gosto)
Folhas de manjericão

Modo de fazer

Corte os filés em medalhões (ou peça para o açougueiro fazer isso) e tempere com sal e pimenta do reino. Pique o alho e esfregue nos medalhões. Reserve.

Para o molho, coloque o tomate pelati, 1 colher de extrato de tomate, sal, 2 colheres de azeite, o tomilho e bata até que todos os ingredientes se integrem.

Coloque um fio de óleo na frigideira (em fogo médio) e deixe esquentar. Coloque os medalhões e deixe que dourem um pouco de cada lado — caso prefira o ponto da carne mais bem passado, deixe mais tempo na frigideira.

Assim que a carne estiver no ponto desejado, despeje o molho na frigideira, coloque o queijo parmesão por cima dos medalhões e leve ao forno pré-aquecido (entre 180⁰C e 200⁰C) até que o queijo derreta (cerca de 3 ou 4 minutos).

Retire do forno, coloque uma folha de manjericão sobre cada medalhão e sirva em seguida acompanhado de um simples e básico arroz branco e batatas fritas.

Um vinho Valpolicella Classico é a bebida perfeita para este prato, mas um malbec também cai bem.

Como vocês puderam notar, tecnicamente este não é um filé à parmegiana, já que não é empanado, mas, como dissemos no início do texto, esse é um prato que permite muitas variações.

Saboreiem!

Onde comer um bom filé à parmegiana

Como o filé à parmegiana não é originário da Itália e, dizem, veio das influências italianas na população do estado de São Paulo, nada melhor que provar o prato na sua (suposta) cidade natal.

Alguns dos melhores pratos não estão em restaurantes chiques, mas, infelizmente, muitas vezes, apesar do ótimo sabor, o preço é salgado.

Como seria impossível destacar apenas um lugar onde o parmegiana é de primeira, resolvemos citar três restaurantes onde você vai ficar muito satisfeito.

Nosso preferido é o Degas (com filiais em Pinheiros e Pompéia), que se orgulha em dizer que tem o melhor filé à parmegiana da cidade, serve pratos que servem até quatro pessoas. Vale a visita! 

Outras duas boas opções são o Mamaggiore (na Vila Leopoldina) e o Don Pepe Di Napoli (que tem duas filiais em Moema).

Estas três dicas não são definitivas. Afinal, em uma cidade tão grande como São Paulo, sempre haverá um lugar “desconhecido” ou conhecido apenas pelas pessoas das redondezas que sirva uma comida de primeira.

 

 

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