Fuja das tentações, mas devagar, para que elas possam te alcançar…

Ainda está valendo!

F(r)ases da Vida - O Blog do feroli

Benjamín Disraeli dizia que Existem pessoas divertidas que não interessam e pessoas interessantes que não divertem. O problema é que nem sempre podemos viver a vida do jeito que queremos. É um ar condicionado com defeito, uma piscina fechada ou uma escada estreita. Sempre tem algo para atrapalhar possíveis voos mais altos.

Tentações sempre vão existir e sempre vão tentar nos fazer colocar obstáculos para o que é verdadeiramente bom, em troca de algum prazer efêmero. Prazeres efêmeros são bons, ótimos, mas não podem acabar com o que verdadeiramente precisaremos em um prazo médio. Afinal, umazinha é só umazinha e pode significar a perda de muita coisa.

Pessoas interessantes e divertidas costumam se supervalorizar e acabam ficando com a companhia de algum animal de estimação ao invés de um ser humano amoroso. Tudo por conta das tentações do ego.

Eu sempre corro das tentações, mas como todos sabem, eu…

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Para 77% dos brasileiros, violência e corrupção afetam a educação no país

A corrupção é, juntamente com a violência, o tema do momento no Brasil. Ela influencia em praticamente todos os aspectos da vida do brasileiro. A (falta) de educação é um dos fatores que fazem a percepção da violência aumentar. Espero, sinceramente, que as eleições deste ano possam ajudar o Brasil a seguir por um rumo melhor.

Dois dos principais problemas enfrentados pelo Brasil, a corrupção e a violência, estão diretamente ligados à baixa qualidade da educação, na opinião de 77% dos brasileiros. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Todos Pela Educação.

De acordo com o balanço, quanto maior o nível de escolaridade dos entrevistados, maior a percepção sobre a relação entre a educação e os níveis de violência. Pessoas com, pelo menos, a quarta série completa, por exemplo, representam 71% dos que acreditam na conexão dos dois aspectos. Esse índice sobe para 82% quando a pergunta é feita para quem tem ensino superior.

Para a coordenadora de projetos do Todos Pela Educação, Vanessa Souto, essa convicção dos brasileiros se remete ao fato de que, com um aumento na qualidade da educação escolar e um comprometimento maior das instituições de ensino, diminuiria o espaço para a violência.

“As pessoas entendem que, uma educação de qualidade traz maiores oportunidades a essas crianças e jovens. Então, uma educação de boa qualidade permite que as crianças e jovens, quando saírem da escola, estejam com aprendizagem adequada, concretizem seus projetos de vida. Isso, com certeza, ajuda a reduzir a questão da violência, porque mais pessoas estariam empregadas, mais pessoas terão uma renda melhor”, afirma a especialista.

O balanço aponta ainda que, seis em cada dez brasileiros concordam total ou parcialmente que a corrupção no Brasil decorre da falta de estrutura na educação.

Na avaliação do diretor geral do Senai, Rafael Lucchesi, os brasileiros atribuem essa ligação à falta de uma gestão mais comprometida que deve partir, principalmente, dos governantes.

“A população tem uma percepção clara de que há problema de gestão na escola. Então, o problema não é só locativo. É, sobretudo, gerir melhor os recursos que hoje são alocados. Certamente, isso está associado a uma percepção de uma má administração da escola e da corrupção que existe na máquina pública brasileira, que é de domínio amplo”, comenta ele.

Lucchesi destaca ainda que, para a população, as melhorias da qualidade da educação viriam com uma melhor gestão escolar, com a valorização do professor, um cuidado maior com o aprendizado do aluno e mais atenção com a firmação da cidadania.

Insatisfação

O balanço divulgado mostra também que, em quatro anos, a insatisfação com a educação no país aumentou. Em relação às escolas públicas, cerca de 26% dos entrevistados considera o ensino no nível médio como ruim ou péssimo. O deputado Caio Narcio (PSDB-MG), titular da Comissão de Educação na Câmara dos Deputados acredita que o cenário poderia ser outro se os professores fossem mais valorizados.

“Não há educação sem professores motivados. São professores que, geralmente lecionam por vocação, fazem isso com muito esforço e dedicação, mas que são mal remunerados”, ressalta o congressista.

A pesquisa feita pela CNI, juntamente com o Todos Pela Educação foi realizada pelo Ibope Inteligência. Os entrevistados foram ouvidos entre os dias 15 e 20 de setembro de 2017, em 126 municípios brasileiros.

Fonte: Agência do Rádio Mais