Agenda de shows internacionais no Rio em 2016

Ok, está um pouco atrasada, mas chegou a agenda de shows internacionais no Rio de Janeiro em 2016. Como sempre, ela será atualizada ao longo do ano que. assim como 2015, mesmo com todo o calor e crise econômica, promete.

Caso tenham contribuições, elas são muito bem-vindas.

Rolling Stones divulgação

Quem está certo:

16 de janeiro: David Guetta (Riocentro)

28 de janeiro: Exodus (Circo Voador)

20 de fevereiro: Rolling Stones (Maracanã)

06 de março: Bring me the Horizon (Circo Voador)

08 de março: Lionel Richie (HSBC Arena)

17 de março: Iron Maiden (HSBC Arena)

17 de março: Simply Red (Metropolitan)

20 de março: Maroon 5 (Praça da Apoteose)

10 de abril: Cold Play (Metropolitan)

Relembre os melhores shows internacionais que passaram pelo Rio em 2015!

Anúncios

Brasil é o sexto país que mais mata jornalistas no mundo

O Brasil deve estar no ranking de mortes em várias outras profissões, infelizmente.

Jornalistas mortosA entidade Press Emblem Campaign (PEC), sediada em Genebra, divulgou levantamento que aborda os números de jornalistas assassinatos ao redor do mundo. Nos últimos cinco anos, 35 profissionais de comunicação foram mortos no Brasil, o que o coloca na 6º posição do ranking de países mais perigosos para o exercício da profissão.

A Síria lidera a lista com 86 mortes, seguida pelo Paquistão, com 55 mortes, além Iraque e México, cada um com 46 assassinatos. No mesmo período, foram computados 42 mortos na Somália. Ao considerar apenas o ano de 2015, a situação do Brasil, com sete casos de homicídio, empata com países como Iemen e Sudão do Sul, que estão em guerra.

Desde janeiro, 128 jornalistas foram assassinados em 31 países. A maioria das mortes foi causada por grupos terroristas e organizações criminosas. A Síria, dominada pelo Estado Islâmico, está novamente no topo da lista, com onze vítimas. Iraque e México, cada um com dez jornalistas mortos, dividem o segundo lugar. França, Líbia e Filipinas tiveram oito ocorrências cada.

Fonte: Comunique-se

Investimento global em mídia cresce

Mas taxas são mais baixas que em anos anteriores

Essa crise é sempre uma bela desculpa. Diminuição nas taxas de crescimento é razão para demissões e chororô?

Dinheiro na InternetOs gastos globais em mídia deverão aumentar a uma taxa anual de 5,1 por cento durante os próximos cinco anos, saltando de US $ 1,6 trilhões em 2014 para US $ 2,1 trilhões em 2019, revela recente estudo da McKinsey, Global Media Report. “No entanto, este crescimento reflete, na verdade, uma desaceleração geral”, pondera o levantamento.

Embora os gastos totais em mídia tenham subido 5,4% em 2014, em comparação com 5,2% em 2013, o aumento em ambos os anos foi inferior à taxa anual composta de 6,2% registrados entre 2009 e 2012. A partir dessa constatação, a McKinsey prevê uma desaceleração para os próximos períodos nos investimentos globais em mídia.

O crescimento que merece destaque no estudo é o de digital media, que registrou acréscimo de 16,1%, seguido de videogames com crescimento de 14,3%. Investimentos em mídias consideradas tradicionais, prevê a consultoria, deverão continuar experimentando decréscimo. O estudo Global Media Report pode ser baixado aqui.

Fonte: ProXXIma

Lenovo vai acabar com a marca Motorola

Se for verdade é para ficarmos todos de luto. Afinal, o celular só existe por causa dela!

Motorola Logo de Luto
A CES 2016 tem sido fruto de ótimas notícias para o mundo mobile nos últimos dias, mas parece que a feira foi o palco também de uma revelação “catastrófica”. O COO da Motorola, Rick Osterloh, disse em entrevista hoje na CES que a marca “Motorola” vai lentamente ser substituída por Lenovo. Em resumo, o nome da empresa que inventou o celular vai deixar de existir no mundo mobile.

“Nós vamos lentamente apagar a marca Motorola e focar na linha ‘Moto’”, disse Osterloh. Basicamente, a Lenovo vai substituir o nome da sua subsidiária em seus smartphones, mas eles continuarão com o título “Moto”, e, ao que tudo indica, o icônico M e forma de asa de morcego vai continuar existindo. Contudo, não sabemos se ele vai apenas adornar os aparelhos em segundo plano.

Histórica

Motorola OldPor outro lado, a atual Motorola vai assumir completamente a divisão mobile da Lenovo, que sempre sofreu para emplacar grandes sucessos, tanto na Ásia quanto no resto do globo.

A Motorola, por sua vez, teve nomes que ficaram para a história, como DynaTAC e o imensamente popular nos anos 2000 Motorola V3. Mais recentemente, depois de ter sido comprada pela Google, a empresa lançou a sua linha Moto e tem tido sucesso considerável nas Américas, porém não fora dessa região.

Apesar de a decisão da Lenovo parecer sensata do ponto de vista estratégico, alguns especialistas se perguntam se é realmente sábio “matar” uma marca de tamanha importância.

“A Lenovo não tem uma marca ruim, mas ‘Motorola’ significa muita coisa”, disse Carolina Milanesi, da Kantar WorldPanel ao CNET. Ao comprar a empresa das mãos da Google em 2014, o CEO da Lenovo disse em entrevista: “essa marca é o nosso tesouro. Nós planejamos não apenas protegê-la, mas torná-la mais forte”.

Quando isso vai acontecer?

Acredita-se que os primeiros smartphones lançados sem a marca Motorola devam aparecer no mercado mundial em um ano, e a Lenovo pretende introduzir os aparelhos da linha Moto nos mercados asiáticos como uma série de aparelhos “superpremium”. Onde a Lenovo ainda não está presente, mas a Motorola sim, vão ser lançados aparelhos mais baratos da marca chinesa.

Essa notícia, apesar de não impactar apenas no Brasil, traz um bocado de insegurança e dúvidas para os fãs da marca por aqui. Hoje mesmo, a empresa anunciou um reajuste salgado nos preços dos Moto G e Moto X Play em todas as suas variantes, o que também não agradou muito, uma vez que a marca já foi no país o ícone do custo-benefício.

Fonte: Tecmundo

TAM libera uso de celulares e tablets em modo avião durante todas as fases do voo!

É inacreditável que o uso de celulares seja tão retingido no Brasil. Lá fora (EUA e Europa) os bancos e companhias aéreas usam o wi-fi como chamariz para novos clientes, enquanto aqui tudo é proibido em nome da segurança, ou da falta de capacidade em dar segurança ao cidadão, e das péssimas condições tecnológicas de nossas aeronaves e aeroportos.

Espero que esse seja o início de uma grande mudança.

Wi-fi aviãoA TAM comunicou que os passageiros que voarem em algumas rotas domésticas da companhia poderão manter seus aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, tablets e câmeras ligados durante todo o voo, desde que em modo avião. Até 31 de janeiro o uso será liberado em todos os voos domésticos e até março em todos os voos internacionais. A empresa não informou em quais rotas vai iniciar a liberação, então quem for voar com a TAM em janeiro deve seguir as orientações dos comissários.

Desde a liberação do FAA nos Estados Unidos em 2013, após estudos que comprovaram que os aparelhos eletrônicos não afetam a segurança de voo, as companhias aéreas norte-americanas iniciaram a liberação do uso de celulares e tablets durante todas as fases de voo, sendo seguidas, gradativamente, por empresas européias e asiáticas. No Brasil, tal prática só começou a valer em 2015, nos voos da GOL, que foi a primeira companhia aérea brasileira a liberar a utilização de eletrônicos durante todas as fases de voo.

Alguns leitores podem não compreender inteiramente o valor dessa medida, mas para quem faz pelo menos 6 voos por semana, 15 minutos adicionais de uso dos eletrônicos por voo podem representar aproximadamente 84 horas de trabalho em um ano ou a possibilidade de assistir 42 filmes dentro do avião. Mesmo para quem não viaja tanto assim, ter a liberdade de ouvir música, assistir algum vídeo ou mesmo ler um livro no celular ou no tablet sem ser repreendido pelos comissários é um alívio e tanto.

tam-passagens-aviaoÉ difícil entender por que tanta demora ou resistência em implementar essa prática no Brasil, uma vez que os aviões utilizados pelas companhias brasileiras são os mesmos da Airbus, Boeing ou Embraer que voam no mundo todo. Vamos torcer para que a Avianca e a Azul não durmam no ponto e implementem a liberação ainda este ano!

A notícia é especialmente interessante para os passageiros da TAM devido ao seu novo sistema de entretenimento, que já funciona em algumas aeronaves e que deve ser expandido para toda a frota doméstica ao longo de 2016. Com ele é possível assistir filmes, séries, documentários e até a alguns canais do YouTube em seu próprio smartphone, tablet ou notebook. Todo o conteúdo fica armazenado no servidor do sistema, não demandando memória do seu aparelho. Tem também um mapa interativo que permite acompanhar a rota e o tempo restante de voo.

Fonte: Melhores Destinos

Cade afirma que criação do Uber não diminuiu uso de táxis

Voltamos a ver cenas de violência contra os motoristas do Uber, e vale lembrar que a presença desse novo serviço não diminuiu o uso dos táxis.

easytaxi-conceptUm estudo feito pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) mostrou que a entrada do aplicativo Uber no mercado de transporte público não diminuiu a demanda por serviços de táxi, ao menos via serviços como 99taxis e Easy Taxi. Assim como o Uber, esses serviços funcionam por meio de aplicativos de celular, usados pelos clientes para chamar um motorista onde eles estiverem.

De acordo com o estudo, que comparou o uso do Uber com o dos aplicativos de taxistas, o Uber atende a uma fatia de clientes que não andava de táxi. O Departamento de Estudos Econômicos do Cade analisou cidades onde o Uber já funcionava – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte – e também em outro grupo de locais onde o Uber não funcionava, como Recife e Porto Alegre.

uberDados de ambos os grupos foram comparados e não houve redução do uso de táxis, apesar do advento do Uber. Dados foram coletados entre outubro de 2014 e maio de 2015. “O aplicativo, ao contrário de absorver uma parcela relevante das corridas feitas por táxis, na verdade conquistou majoritariamente novos clientes, que não utilizavam serviços de táxi”, concluiu o estudo.

Para o Cade, houve a criação de um novo mercado, sem prejuízo ao trabalho dos taxistas. “Até o momento, o Uber não ‘usurpou’ parte considerável dos clientes dos taxis, nem comprometeu significativamente o negócio dos taxistas, mas sim gerou uma nova demanda”, explicou o documento.

Para o Cade, a existência dos dois serviços poderá criar uma competição, que beneficiará o consumidor com mais opções para o serviço de transporte. O estudo completo pode ser visto no site do Cade.

Fonte: Comunique-se