Joss Stone mostra simpatia, beleza, sensualidade, voz e soul no feriado do Rio – 15/11/2012

Cantora inglesa mais uma vez encantou a plateia carioca com sorrisos, seu jeito meigo, danças sensuais e um repertório que não deixou ninguém parado

Joss Stone é a prova de que alguém ter alma negra passa longe de ser uma expressão preconceituosa ou pejorativa. A loira voltou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feirae reafirmou que não é preciso ter a pele escura ou ser norte-americana para ter aquele timbre de voz que arrepia e emociona a cada nota.

Aliás, deveria ser proibido ser bonita como ela é, cantar como ela canta e ainda ser simpática. É uma covardia, mesmo levando-se em conta de que ela perdeu quilos demais, deixando a sua silhueta um pouco menos atrativa, mas ainda muito acima da média.

Apesar da chuva, que insistiu em cair durante todo o dia, a inglesa encheu o Citibankhall de fãs que sabiam todas as canções do início ao fim. Com um repertório onde valorizava canções de seu último trabalho – The Soul Sessions 2 – Joss ainda foi generosa e atendeu vários pedidos do público.

Aliás (2), o Citibankhall precisa dar um jeito no sistema de ar condicionado da casa. Sempre que a lotação é grande o calor acompanha o número de presentes, mesmo em dias mais frescos, como ontem. Outro ponto a ser conferido é o som. Quem estava do lado direito do palco sofreu em vários momentos com problemas na qualidade do áudio.

Desde os primeiros acordes de Give More Power to the People, ficou claro que Joss é garantia de boa música e que o Rio e ela têm uma ótima conexão. Relegada ao palco Sunset no último Rock in Rio – ela tem calibre para o palco principal – a intérprete de pérolas poderosas como Super Duper Love e Right To Be Wrong, se divertiu, conversou, ficou encabulada e teve até o seu momento Roberto Carlos, quando, ao fim do espetáculo, distribui rosas brancas para a audiência.

Quem não pôde ir, aguarde uma nova visita da cantora, que, com certeza, não vai nunca deixar o Rio fora da sua rota.

Joss foi só o início de uma série de bons concertos que vão animar o feriadão dos cariocas. Domingo é a vez do Kiss e dia 22 teremos a apresentação do Creed.

Bom feriado.


Parte deste texto foi publicado no jornal O Fluminense

Fotos: Fernando de Oliveira e Jo Nunes

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Anunciantes preferem sites pagos ao Facebook

Pelo jeito continua a saga de como ganhar dinheiro com a internet. Mudam os nomes, as tecnologias, mas o problema persiste.

A Online Publishers Association (OPA) divulgou os resultados da pesquisa “Branding on Display”, que avalia o papel de branding na publicidade online e as mídias preferidas de agências e anunciantes para atingir seus objetivos de marca. Conduzido pela Advertiser Perceptions para a OPA e realizado entre 7 e 15 de agosto com 251 agências e anunciantes que investem no mínimo US$ 1 milhão em publicidade digital, o estudo de profundidade verificou que os sites de conteúdo premium não apenas oferecem nível de satisfação mais elevado do que o Facebook (78% versus 51%), mas também mais intenções de compra (78% x 50%), mais segurança para a reputação da marca (71% x 36%), melhores opções para as campanhas publicitárias (64% x 26%), maior nível de atenção da audiência (63% x 29%), mais oportunidades de plataformas cruzadas (60% x 29%) e melhor visibilidade dos anúncios (59% x 42%).

Outros resultados incluem:

– 55% dos respondentes afirmam conseguir mensurar o ROI de campanhas focadas em marca nos sites de conteúdo pago, uma proporção duas vezes maior dos que sentem o mesmo sobre o Facebook (27%).

– 47% consideram os sites pagos a melhor mídia para campanhas de marca, contra 16% que preferem mídia social em geral. (Apenas 13% preferem as video ad networks, e 11% os portais).

– Entre os que acreditam que os sites de conteúdo pago são a melhor mídia para campanhas de marca, 73% os consideram melhores para alcançar a audiência-alvo, e 63% para atingir os objetivos de branding.

– 61% dizem que os publisher pagos são a melhor mídia para qualidade e imagem da marca (contra 20% que favorem a mídia social), e 48% acreditam que eles oferecem conteúdo ou contexto mais relevante para as campanhas (contra apenas 23% da mídia social).

– 64% afirmam que os sites de conteúdo premium aumentam o tráfego para uma loja, e 45% que aumentam a resposta a uma oferta especial.

– Em relação aos segmentos demográficos mais focalizados, 74% dos respondentes visam a Geração X (30-44 anos), 56% os Baby Boomers (45-65 anos), e 48% a Geração Y (20-29 anos). Na comparação com a mídia social, os sites pagos são iguais ou superiores para atingir duas dessas três faixas etárias: Geração X (27% x 24% da mídia social) e Baby Boomers (45% x 5%).

Pam Horam, presidente da OPA, declarou em comunicado: “Queríamos compreender melhor as prioridades dos anunciantes na entrega dos seus objetivos online para as marcas. A pesquisa sem dúvida demonstra que os tomadores de decisão valorizam os Premium Content Publishers acima de todas as outras mídias para suas mensagens de branding. Com 63% dos pesquisados considerando esses publishers como canais superiores para atingir os objetivos de marca, comparados a apenas 27% que favorecem a Mídia Social, a mensagem é muito clara: eles consideram as top marcas da mídia mais vantajosas para suas campanhas.”

Fonte: ProXXIma